quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O verdadeiro golpismo contra Trump

Uns dois dias depois de se recuperar da tontura pela surra na eleição americana, a imprensa dominada pela esquerda começou seu trabalho sujo de desconstrução do presidente Donald Trump.
Sua família foi atacada, sua competência profissional posta em dúvida, sua vitória relativizada e diminuída de todas as maneiras, seus auxiliares difamados, seus planos ridicularizados e celebridades que até dois anos antes frequentavam os salões de seus prédios e mansões passaram a tratá-lo como a encarnação do próprio Hitler.

Não foi dado um segundo sequer de paz durante os trabalhos de formação de seu governo, durante as cerimônias de posse ou nem no seu primeiro dia como presidente.
Não passou uma semana que ele está na Casa Branca e "grandes nomes" da mídia já pedem abertamente sua renúncia ou seu afastamento. Repórteres se comportam tanto com o presidente, como com o seu secretário de imprensa com um nível de truculência jamais ousado na gestão Obama, onde a menor crítica ao ex-presidente era prontamente rechaçada como racismo.
O acirramento nas redes sociais, com ataques ao seu filho de 10 anos, à sua filha e a qualquer ato de governo que ele tome - imaginem que horror, o homem está cumprindo as promessas que fez em campanha - e também nas ruas, com atos de vandalismo e confrontação grosseira, estão criando o ambiente que dará o tom de cada dia da sua administração: guerra permanente e de alta intensidade.
Mas golpista, fascista e intolerante são as pessoas que se opõem à esquerda, elegem democraticamente seus candidatos e depois ainda têm o desplante de não querer passar quatro anos sendo infernizadas pelos perdedores só porque ousaram vencer.
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