quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Trump que se cuide

Em 2000, quando assumiu a presidência, o republicano George W. Bush sofreu por parte da imprensa uma perseguição parecida com a que sofre hoje Donald Trump.
Parecida mas nem de longe com a mesma virulência, que fique bem claro.
E uma comparação que pode ser realizada oito anos depois deixou isso evidente. Bush gostava de se exercitar - até hoje faz trilhas com sua mountain bike - e a imprensa dizia ser um absurdo que o homem mais poderoso do mundo se ausentasse diariamente de suas atividades para fazer exercícios.
Uma frivolidade, uma falta de noção, uma demonstração de egoísmo.
Quando Obama tomou posse também foi noticiado que ele gostava de se exercitar. Diariamente praticava musculação e jogava basquete regularmente. A mesma imprensa que criticava Bush afirmou que Obama dava um exemplo aos mais jovens, de que até o homem mais poderoso do mundo se preocupava em cuidar da saúde.
Trump não é uma pessoa atlética, mas chegou a vencer torneios amadores de golf e certamente trará consigo alguns hábitos da vida privada para o poder.
Não esperem nada parecido com o que a imprensa fazia com Bush, esperem algo pior. Trump, ao contrário do filho de um ex-presidente, é um outsider que "roubou" a presidência de uma mulher que estava destinada a ser a primeira presidente do país.
Com Trump, até uma pausa para o cafezinho vai servir de prova que ele é a reencarnação de Mengele, já que até a posse provavelmente as analogias com Hitler estarão todas esgotadas.
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