quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

A nova contra-cultura

E de repente nos vemos numa época em que a esquerda quer cobrir corpos de mulheres, censurar palavras e frases "extremas", controlar a forma como as pessoas se relacionam, se defendem, se manifestam.
Divide a sociedade das formas mais bizarras, negros para cá, héteros para lá, gays por ali, brancos ficam aqui, índios fazem isso, hispânicos votam assim, aqui não se fala isso, ali não entra não sei quem.
Do outro lado a direita defende a liberdade de agir, se vestir, ficar nu, se defender, falar o que quiser onde quiser do jeito que quiser, votar como preferir, frequentar ou deixar de frequentar o lugar que for, escolher companhias ou optar por não escolher nenhuma.
Triste fim dos "prafrentex". Hoje são eles os "fascistas", autoritários, fiscais da vida alheia que sempre acusaram os outros de ser.
A verdadeira contra-cultura está na direita, na alt-right, nos reaças, em quem desafia o status quo do politicamente correto, da justiçagem social, em quem não se rende à encheção de saco da ditadura dos oprimidos e ofendidos que, curiosamente, oprimem e ofendem todos que não se sujeitam a eles.
Que delícia.
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