sexta-feira, 28 de abril de 2017

A CUT e a máquina do tempo

(Clique na imagem para ampliá-la)

A primeira imagem é de hoje, 28 de abril de 2017. A segunda imagem é - pasme - de 1989. Como vocês podem notar, os jargões, os nomes das "comissões" e os métodos não mudaram nada.
Vinte e oito anos se passaram e a CUT está no mesmo lugar: contra quem trabalha e precisa pagar suas contas e a favor de manter seu dinheiro mole através do imposto sindical.
Sindicalistas não "lutam por direitos", eles apenas precisam aparecer para justificar a teta em que mamam.
Manifestação é um direito constitucional, lógico, mas fechar ruas e o comércio, ameaçar e agredir pessoas que não querem aderir ao seu protesto e toda hora sequestrar um país usando para isso índios de araque, sem-terras que nunca viram uma enxada e estudantes que levam 15 anos para sair do ensino médio e mais uns 15 para deixar a universidade não é manifestação, mas pilantragem.
Se essa greve geral de fancaria hoje serviu para algo, foi para provar que com a esquerda não tem diálogo. O negócio deles é se impor à força e o nosso é fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para nos livrarmos deles.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Só um carnaval ou um não-carnaval param o Brasil

A melhor maneira de parar o Brasil é decretar um carnaval fora de época. A segunda melhor maneira é a seleção jogar em dia de copa. Ataques de traficantes ao comércio e feriadões prolongados também funcionam.
Agora, se você quiser dar a impressão de que o Brasil parou, é bem mais simples: basta retirar os transportes públicos de circulação e paralisar a cidade de São Paulo. Feito isso, a impressão é mesmo a de que o Brasil parou.
E o que o PT e seu exército de sanguessugas pretende fazer é exatamente isso. Vão instruir seus braços armados do MST e MTST para incendiar pneus em frente das câmeras da "Mídia Ninja", levar alguns estudantes lobotomizados por professores malandros para bater tambor nas avenidas, colocar trios elétricos pagos com dinheiro do imposto sindical fazendo berreiro e no fim dizer que pararam o país.
Há motivos para protestar? Sim. A lava-jato sofre ataques do PT e de tucanos, nesse bi-partidarismo mutualista e fajuto. A crise deixada pelos governos Lula e Dilma ainda faz a maioria dos brasileiros sofrer. A classe política só não é menos suja do que a imprensa cooptada. O judiciário é um mar de esgoto com ilhas de Moros, Bretas e Vallisneys de Souza.
Mas se você pretende parar no próximo dia 28 de abril, saiba que nada disso importa para os organizadores dessa micaretadela, a micareta dos viciados em sanduíche e tubaína.
Essa gente quer mais estado, mais intervenção, mais tutela, mais gastança, mais do seu dinheiro, mais do mesmo que o país penou nos últimos 13 anos.
Querem impunidade para o Lula e demais larápios do PT, querem cargos e dinheiro fácil, enfim, querem a teta de volta.
Você é só um detalhe. O seu dia não é 28 de abril de 2017, mas 2 de outubro de 2018. Essa vai ser a hora do acerto de contas.
Guarde sua indignação até lá, não a empreste para os mesmos aproveitadores que te deixaram na situação em que você está.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

A geração xarope

Nossos avós e bisavós viveram num mundo duro, difícil, um mundo no qual as pessoas eram obrigadas a virar adultas muito cedo. Casavam antes dos 20, estavam com famílias formadas antes dos 30 e por volta dos 40 já eram senhores e senhoras.
Enfrentaram duas guerras mundiais, passaram por racionamentos, fome, epidemias, sobreviveram no atraso tecnológico, tiveram que literalmente lutar para viver.
A geração seguinte, talvez até por causa da educação austera que recebeu, passou a vida trabalhando e se sacrificando praticamente com um objetivo comum: dar aos seus filhos uma vida melhor e mais confortável do que aquela que teve.
E após estas vieram as gerações que hoje estão por aí, no mercado de trabalho e nas universidades, netos, bisnetos e até tataranetos daqueles heróis do início do século passado.
O pessoal que nasceu nos anos 70/80 se dedicou a aproveitar a vida e a não trabalhar apenas para formar família, criar filhos e já ser um idoso antes dos 50. Pode aproveitar a tecnologia, os avanços nos costumes. Casaram e tiveram filhos tarde, sendo pais mais tolerantes, "cabeça aberta" e com uma vida voltada para o trabalho e o prazer.
A partir daí as gerações seguintes parecem ter só um objetivo: recolher direitos.
Acham que tudo é seu "direito".
Muitos criados como a única criança da família, o centro das atenções e praticamente todos ouvindo desde muito cedo - já que o "certo" é isso - o quanto são especiais e perfeitos. Não são admoestados pela família, mas recebem "toques", não conhecem limites, mas "negociações" com os pais, não aprendem disciplina porque não devem ser "oprimidos".
Por isso mesmo não aceitam de forma madura ou civilizada a menor das frustrações. Para eles o fato de alguém simplesmente discordar do que dizem já é motivo para agressões, xingamentos, revoltas, pitis, faniquitos.
- Não invada meu lugar de fala.
- Não é sobre você.
- Apenas ouça o oprimido e cale-se.
Enxergam o mundo através dessa chave analítica "opressor x oprimido" e são mesmo o fruto da junção de famílias ocupadas demais e professores altamente diligentes para o que não presta. A doutrinação que correu solta nas salas de aula nos últimos 20 anos, pelo menos, foi a fábrica de onde saiu essa geração do mimimi.
Se acham tão importantes, tão o centro do mundo, que transformam gestos ridículos, inócuos, menores ou mundanos em atos revolucionários, seja uma moça deixar crescer os cabelos do sovaco, um rapaz ir para a aula de saia ou todos juntos defecarem em público.
Dizem que são a expressão da evolução da sociedade, mas curiosamente quem olha em volta só consegue ver o tecido dessa mesma sociedade se desmanchando em rixas, ressentimentos, rancores e inação. Para o estado e seus agentes é ótimo: enquanto brigamos, eles nos saqueiam.
E para o futuro é perturbador. Se isso que vemos é "evolução", imagine só o que vem por aí.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

O ex-Reinaldo Azevedo

A cada dia que passa o Reinaldo Azevedo fica mais raivoso, descontrolado, caricato e parecido com um vilão de filme dos Trapalhões.
Vomita ofensas infantis, repete termos ad nauseam tentando provocar reações e caçar cliques (deve achar que "direita xucra" é sua invenção tal qual o "petralha" que ele se orgulha de ter entrado num dicionário), exibe uma obsessão quase doentia pelo deputado Jair Bolsonaro e banca o assessor de imprensa informal do Gilmar Mendes, aquele ministro do STF que organiza convescotes entre políticos e membros do judiciário no exterior.
Quando não havia quem falasse de alguns valores do que se chama de direita, Reinaldo flanava sozinho e surfava na nascente e depois crescente onda de oposição ao PT.
A rigor o que ele sempre foi é isso: um profissional do anti-petismo.
E agora, com o PT praticamente acabado e o "mercado de trabalho" do anti-esquerdismo saturado, o blogueiro parece buscar outras freguesias. Até pelo site Brasil 247 anda sendo elogiado, veja - sem trocadilhos - que decadência.
Seus lançamentos de livros - na verdade catadões de artigos publicados no seu blog da Veja e requentados - levavam pequenas multidões para livrarias em todo o país. As filas eram de fazer inveja a muito aspirante a Paulo Coelho.
Quantas dessas pessoas hoje iriam para algum lançamento de uma de suas coletâneas? E quantas iriam só para vaiar ou por curiosidade mórbida?
Reinaldo hoje é uma caricatura de si mesmo. Confunde arrogância com firmeza, teimosia com coerência e estupidez com assertividade. Seus coices de mula em texto, áudio e vídeo não me deixam mentir.
A Jovem Pan claramente o utiliza como um daqueles jurados de programas de calouros que sempre davam zero para todos os candidatos, independente de serem bons ou ruins. Aqueles jurados que só serviam para atiçar o auditório e segurar audiência.
Virou um Pedro de Lara ou Décio Piccinini da crônica política.
Mais um pouco e aos seus cinco, seis ou seja lá quantos empregos ele alardeie ter no momento, ele poderá acrescentar mais um: palhaço de rodeio.
Chamando uns de xucros de um lado e só sendo levado a sério pelas mulas do outro.

Não ouse concordar comigo

- Vai ter gorda na praia sim.
- Pô, legal.
- Música de preto é cultura, coxinha.
- Me amarro.
- E vai ter casal gay de mãos dadas, aceita que dói menos.
- Nada demais, ué.
- Lugar de mulher é onde ela quiser.
- Super concordo.
- E pobre vai andar de avião e passear no shopping.
- É um direito de todos.
- Sou feminista mesmo, não gostou fica quieto que não é sobre você.
- Não tenho nada a falar sobre isso mesmo.
- Não preciso da sua aprovação pra nada, homi.
- Claro que não, a vida é sua.
- Pera aí, você só tá concordando comigo pra me oprimir? É isso? Você se acha melhor do que eu a ponto de não querer nem bater-boca comigo? Hein? Pera aí, pra onde você está indo? Volta aqui seu opressor, anda, vem brigar comigo agora senão te denuncio.

terça-feira, 18 de abril de 2017

A elite semi-analfabeta

Acompanhando desde há muito discursos e debates no congresso, sempre me espantei com um fato que agora parece saltar ainda mais aos olhos durante os depoimentos dos delatores da operação lava-jato.
Não interessa se é senador, deputado, ministro e até presidente, não interessa se é um doleiro que viajava ao exterior duas vezes por semana, um advogado conceituadíssimo, algum professor doutor sempre pronto a nos ensinar o que devemos pensar e até, pasme, executivos e o príncipe herdeiro de uma das maiores empreiteiras do país.
Todos, quase sem exceção, assassinam a Língua Portuguesa.
Engolem plurais, estupram concordâncias, afogam-se em anacolutos, perdem-se num labirinto de redundâncias, decepam terminações, enfim, um verdadeiro pavor.
Os que se salvam acabam embrenhados no cipoal do juridiquês, economês e academês.
E esta é supostamente a elite do país, hein?

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Não existe mais petista burro

A delação da Odebrecht já nos permite aposentar aquela velha frase "só existem dois tipos de petistas, os burros e os desonestos", porque, nesta altura do campeonato, quem continuar apoiando Lula e o PT é só desonesto mesmo.

A democracia deve ser maior do que Lula

Um pedaço da imprensa tem soltado um balão de ensaio mais ou menos assim: mesmo se o Lula for condenado na segunda instância, é anti-democrático obedecer a lei e impedir sua candidatura, porque a maioria pode querer um então, caso isso aconteça, chefe de quadrilha condenado na presidência.
Já desisti de tentar explicar ou brigar para que a lei valha para todos. Lá atrás, quando o o governo militar decidiu criar o mito do metalúrgico defensor do povo e da ética, Lula ficou desobrigado a obedecer as leis e a verdade, mas tudo tem limite. Ou deveria ter.
A maioria quis jogar o estatuto do desarmamento no lixo, a maioria quer as 10 medidas contra a corrupção, a maioria quer cortar o número de deputados e senadores pela metade, a maioria quer menos impostos, o fim da doutrinação em sala de aula, o fim da casta de marajás do funcionalismo público.
A maioria quer até coisas erradas, como linchar bandidos em praça pública. Votar no Lula seria apenas algo comparável a um linchamento, só que da vergonha na cara.
Só aí a maioria seria ouvida?
Poupe-me.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

O país dos barnabés

O brasileiro está virando um funcionário público. Nada a ver com o sonho de milhões de concurseiros passarem o resto da vida sendo sustentados pelo pagador de impostos, mas no que diz respeito àquela postura de lixar as unhas ou jogar paciência no computador enquanto a fila da repartição vai aumentando.
O brasileiro perdeu o cuidado um com o outro. Pra dizer a verdade, nem todos, mas muitos.
Estava num supermercado e uma senhora cortou a mão com um pote de geléia que caiu e quebrou. Ela ali sangrando e sabe qual foi a primeira reação dos funcionários do local? Chamar o pessoal da limpeza para passar um pano no chão.
Nada de correria, kit de primeiros socorros, médicos se oferecendo. Não. Uma equipe de limpeza e a informação que "o gerente já foi chamado", como se fosse um caso de erro no preço de alguma mercadoria e não uma pessoa ali, sangrando no meio da loja.
Os demais também pouco fizeram além de olhar e comentar "ela está sangrando". A própria senhora catou um papel toalha, colocou em volta da mão e saiu dali para procurar ajuda, como quem diz "cada um com seus problemas, vou cuidar do meu".
Pensei em fazer escândalo, chamar a polícia, o escambau, mas desisti.
No fim seria atendido por mais algum outro funcionário público dessa imensa repartição de dimensões continentais.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A guerra à medicina

Já notaram a amplificação de denúncias sobre brincadeiras, trotes e babaquices acadêmicas SEMPRE ligadas à medicina? Médicos praticando "absurdos", casos de maus tratos, displicência.
Vocês não percebem aí a vingancinha da esquerda pelo episódio dos médicos-escravos cubanos, quando a classe se uniu e foi contra a manobra do PT para enviar dinheiro para sua ditadura comparsa em Cuba?
De uma hora para outra uma medicina respeitada no mundo inteiro passou a ser composta por acadêmicos nazistas, médicos racistas, cirurgiões machistas, tudo de pior nesse mundo.
De repente uma doula sabe mais que um obstetra, a tia da terapia alternativa é muito mais humana do que o médico da família e todos os passadores de receita estão mancomunados com a indústria farmacêutica para te deixar mais doente.
Denúncias histéricas, exageradas ou mentirosas, exposição ilegal da imagem, calúnia, injúria, difamação. A fórmula é a mesma: uma parteira ou grupo feminista lança a "denúncia", aqueles sites de quem tem queijo no sovaco replicam, a berraria sobe de volume e carreiras são destruídas, pessoas prejudicadas e uma falsa noção de "uau, que medicina desumana é essa?" é espalhada de maneira fraudulenta.
Desconfiem. Onde tem muito petista, psolento e ativista no meio nada de bom pode sair, pelo menos não para você.

A agenda da esquerda para a sua vida

O programa Pânico lançou um novo quadro que mostra aquele personagem do filme "Cidade de Deus", o Zé Pequeno, como o "Zé Pequeno do Consumidor", onde o personagem intervém em situações obviamente forjadas aos berros e palavrões, geralmente intimidando algum dos envolvidos, provavelmente um figurante contratado.
Uma cena da última semana mostra dois apresentadores acompanhando as ações do tal Zé Pequeno enquanto este xinga e bota pra correr homens que praticam "assédio" contra uma modelo em roupas de academia.

As cenas em si são absurdas para quem não acredita realmente que homens começam elogiando uma moça numa padaria e em três minutos a estão puxando pelo braço como se estivessem num trio elétrico de Salvador, mas o programa tenta passar exatamente essa imagem: que um elogio ou cantada são apenas o primeiro passo para uma abordagem física agressiva.
Em outra cena a moça passeia pela praia, um rapaz fala alguma coisa e logo em seguida a toca no braço. Os apresentadores prontamente comentam, como se estivessem chocados, algo mais ou menos assim:
- Olha, ele tocou nela!
- Jamais deve se tocar em uma mulher.
- Olha, mano, ele tá falando com a mina na padaria!
- Puta cara sem noção, meu.
E segue o quatro com situações sempre bem parecidas.
Não sei se vocês já perceberam, mas esse programa Pânico é mestre em enfiar agenda esquerdista no meio de esquetes cheias de palavrões para PARECER aos incautos algo politicamente incorreto, como se apenas xingar e fazer escatologias fosse sinônimo de politicamente incorreto.
Mas o pior nem é isso, é que, por certo, não é legal sair por aí agarrando moças pelo braço, mas quantas cenas dessas você presencia por dia? Por semana? Por mês? Não é o usual de aproximações entre homens e mulheres esse tipo de abordagem.
Mas você forçar uma barra e liberar uma histeria coletiva onde um "me dá seu WhatsApp?" equivale a um "ou dá ou desce" é de uma canalhice que só mesmo as mentes doentias da esquerda podem conceber.
No fim, com a desculpa de definir praticamente TUDO como "abuso" ou "assédio", ainda vão criminalizar as relações heterossexuais.
Exagero? Aguarde no local.

terça-feira, 11 de abril de 2017

O que é abuso e o que não é

O brasileiro - vamos usar a entidade coletiva apesar de eu detestar isso - resolveu combater o que chama de "relacionamento abusivo". As aspas são necessárias porque o brasileiro não decidiu só combater o que chama de "relacionamento abusivo", mas também determinar o que é isso.
Um reality show acompanhado pelo típico brasileiro médio jogou o assunto de vez nas "redes sociais", essa praça com a estátua de um lacre (pesquise "lacração" no Google) gigantesco no meio.
Não quero jamais dizer que tal coisa não existe. Qualquer relacionamento no qual um dos parceiros atrapalha as relações pessoais do outro, a vida profissional do outro, as ligações familiares do outro, a escolha do que o outro vai vestir e por aí vai, muitas vezes de forma violenta, sim, é abusivo.
Mas discordar um do outro, ficar de mal, sem se falar, dizer coisas que se arrepende depois, gritar no meio de uma briga, falar palavrões ou coisas assim - sem chutes, socos ou pauladas, que fique bem claro - não é um relacionamento abusivo, é um relacionamento normal.
Parece que a militância lacradora tão moderna, prafrentex e contra a família tradicional anda querendo um conto de fadas daqueles com direito a príncipe, princesa e um felizes para sempre ao som de trombetas.
Tenho visto gente por aí descrever relacionamentos como abusivos onde: o cara não gosta do mesmo estilo de música que ela, olha para outra na rua, vai muito para a Igreja e ela é atéia, ele elogia o Bolsonaro e ela vota no Freixo, ele disse que uma roupa é feia, ele não quis sair com os amigos dela, ele, oh, gritou!
Notem também que é sempre "ele" como se nenhuma mulher tivesse a capacidade de ser agressiva, intolerante, violenta ou abusiva.
Finalizando, chegamos ou em breve chegaremos ao ponto onde se dirigir à uma mulher sem pedir desculpas antes pelos "privilégios" será abuso, assédio, estupro e caso de polícia.
O que, convenhamos, é caso de psiquiatria.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

A incoerência do Ocidente

Em pleno Domingo de Ramos cristãos sofreram atentados no Egito que deixaram dezenas de mortos. Muçulmanos assumiram a autoria do atentado e já sabem o que vai acontecer por causa disso: nada.
No Irã pela primeira vez mulheres poderão participar da maratona de Teerã, ainda que o jornal The Independent conte que a cada momento as regras para elas mudam e que, veja que coisa, serão obrigadas a disputar a competição num circuito indoor, já que na cultura muçulmana mulheres e gado não são muito diferentes.
Dois episódios distintos que mostram primeiro o caráter degenerado e autoritário de muitos dos seguidores de Maomé e a pusilanimidade e auto-destruição que tomaram conta do ocidente.
Não se vê nenhuma marcha pelos direitos das mulheres em favor das suas "manas" oprimidas de verdade no Irã. Não se chama uma cultura que exige que a mulher mostre quatro testemunhas masculinas para provar que foi molestada ou que pune como adúltera uma mulher casada e abusada sexualmente por outro homem de "cultura do estupro".
Não se verte uma lágrima pelos cristãos perseguidos, desalojados, assaltados, torturados e mortos por muçulmanos na Síria, Egito, Iraque ou qualquer outro desses locais dominados pelo islã. Não vemos manifestações pedindo que essa gente perseguida de verdade - e não envolvidas em brigas internas de sua própria religião - seja recebida no ocidente como refugiada. Pelo contrário, países como a Polônia ou a Eslováquia, que declaram dar preferência à eles, são acusados de "intolerância".
Que a esquerda se alie ao islã para destruir a tal "sociedade ocidental" não é novidade. São suicidas que pensam que depois vão pactuar ou convencer o islã a não dizimá-los por último, mas o que dizer da imprensa? Da classe política? De formadores de opinião?
Uma parte é dominada pela mesma esquerda, mas e o resto? Será comprado com dinheiro de petróleo? Sinceramente eu não sei.
Mas é difícil de entender e aturar.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A casta dos concurseiros

Salários em média maiores do que os da iniciativa privada. Estabilidade no emprego. O país pode estar no fundo do poço que o dinheiro pode até atrasar, mas sempre chega. Triênio. Quinquênio. Licença prêmio. Assina o ponto e vai passear. Presta um serviço horroroso e se alguém reclamar ainda é "desacato". Se aposenta ganhando mais do que o resto da macacada. Faz greve e continua recebendo. Pendura viagem, compra, gasolina, diária, tudo o que puder no bolso do idiota que paga impostos. Quando o governo quer cortar algo, nunca é o deles. Quando o governo quer ferrar alguém, como são organizados nunca são eles os ferrados.
E agora no Rio de Janeiro ainda pode ter "licença menstrual".
Como é gostoso perder dois ou três anos "estudando pra concurso" (decorando macete) e depois passar o RESTO DA VIDA parasitando a sociedade.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quilombolas e antropólogos

Conheço um antropólogo que passou a vida estudando quilombola. Um baita salário para não fazer outra coisa, a profissão dele é estudar quilombola.
E a profissão do quilombola é ser estudado.
Tem um quilombo na lagoa Rodrigo de Freitas (!!!) que fazia feijoada com pagode nos finais de semana e cobrava entrada.
O eleitorado do PSOL todo ali e os quilombolas lá, morando na zona sul sem pagar imposto e fazendo casa de show sem precisar de alvará.
Outros ganham salário pra ser quilombola.
Não tem negocio mais lucrativo do que estudar quilombola, defender quilombola ou ser quilombola.
Talvez só ser indignado. Se indignar com qualquer coisa que os OUTROS façam, de preferência gente no campo ideológico oposto.
Se indignar é outra profissão em alta e ainda pode fazer sociedade com os estudiosos de quilombola e com os quilombolas.
Viva o Brasil!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Uma heroína brasileira

O pai de Maria Quitéria de Jesus Medeiros não teve filhos homens. Quando ela estava noiva, entre 1821 e 1822, iniciaram-se na Bahia movimentos contra o domínio português no Brasil e a província realizou recrutamento de soldados para o "exército libertador".
Já velho, o pai de Maria se recusou a colaborar e, para sua surpresa, sua filha se ofereceu para o alistamento, o que foi negado por ele. Ela então fugiu de casa, cortou os cabelos, se vestiu como um homem e se alistou no regimento de artilharia sob o nome de "soldado Medeiros".
Duas semanas mais tarde foi descoberta pelo pai, porém um major comandante do batalhão a defendeu e negou a sua dispensa, dizendo que sua habilidade com as armas e sua disciplina impecável eram necessárias para o Batalhão dos Voluntários do Príncipe.
Acrescentou ao seu uniforme um saiote à escocesa e seguiu para a luta. Participou de batalhas, fez prisioneiros e como cadete conquistou do governo da província autorização para portar sua espada. Foi recepcionada como heroína no seu retorno à Salvador, desfilando com seu uniforme azul e o saiote confeccionado por ela.
Recebida pelo próprio imperador do novo país que nascia, foi condecorada com a insígnia de Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro.
Reformou-se como alferes e pediu ao imperador que escrevesse uma carta ao seu pai para que a perdoasse. Reconciliada com ele, casou-se com o antigo noivo e teve uma filha.
Faleceu aos 61 anos de idade, cega e no anonimato.
Em 1996, Maria Quitéria foi reconhecida como patronesse do quadro complementar de oficiais do Exército Brasileiro.
Uma heroína em todos os aspectos: coragem, patriotismo, respeito à família, mulher independente, livre, enfim, um exemplo para todas.
Mas o "movimento feminista" e a esquerda preferem sair por aí defecando em fotos de políticos, urinando nas ruas, promovendo o que há de mais tosco possível e chamando isso de "empoderamento", além de cultuar uma mexicana monocelha conhecida por relacionamentos abusivos.
Dá dó desse país.