quarta-feira, 12 de abril de 2017

A agenda da esquerda para a sua vida

O programa Pânico lançou um novo quadro que mostra aquele personagem do filme "Cidade de Deus", o Zé Pequeno, como o "Zé Pequeno do Consumidor", onde o personagem intervém em situações obviamente forjadas aos berros e palavrões, geralmente intimidando algum dos envolvidos, provavelmente um figurante contratado.
Uma cena da última semana mostra dois apresentadores acompanhando as ações do tal Zé Pequeno enquanto este xinga e bota pra correr homens que praticam "assédio" contra uma modelo em roupas de academia.

As cenas em si são absurdas para quem não acredita realmente que homens começam elogiando uma moça numa padaria e em três minutos a estão puxando pelo braço como se estivessem num trio elétrico de Salvador, mas o programa tenta passar exatamente essa imagem: que um elogio ou cantada são apenas o primeiro passo para uma abordagem física agressiva.
Em outra cena a moça passeia pela praia, um rapaz fala alguma coisa e logo em seguida a toca no braço. Os apresentadores prontamente comentam, como se estivessem chocados, algo mais ou menos assim:
- Olha, ele tocou nela!
- Jamais deve se tocar em uma mulher.
- Olha, mano, ele tá falando com a mina na padaria!
- Puta cara sem noção, meu.
E segue o quatro com situações sempre bem parecidas.
Não sei se vocês já perceberam, mas esse programa Pânico é mestre em enfiar agenda esquerdista no meio de esquetes cheias de palavrões para PARECER aos incautos algo politicamente incorreto, como se apenas xingar e fazer escatologias fosse sinônimo de politicamente incorreto.
Mas o pior nem é isso, é que, por certo, não é legal sair por aí agarrando moças pelo braço, mas quantas cenas dessas você presencia por dia? Por semana? Por mês? Não é o usual de aproximações entre homens e mulheres esse tipo de abordagem.
Mas você forçar uma barra e liberar uma histeria coletiva onde um "me dá seu WhatsApp?" equivale a um "ou dá ou desce" é de uma canalhice que só mesmo as mentes doentias da esquerda podem conceber.
No fim, com a desculpa de definir praticamente TUDO como "abuso" ou "assédio", ainda vão criminalizar as relações heterossexuais.
Exagero? Aguarde no local.
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