segunda-feira, 10 de abril de 2017

A incoerência do Ocidente

Em pleno Domingo de Ramos cristãos sofreram atentados no Egito que deixaram dezenas de mortos. Muçulmanos assumiram a autoria do atentado e já sabem o que vai acontecer por causa disso: nada.
No Irã pela primeira vez mulheres poderão participar da maratona de Teerã, ainda que o jornal The Independent conte que a cada momento as regras para elas mudam e que, veja que coisa, serão obrigadas a disputar a competição num circuito indoor, já que na cultura muçulmana mulheres e gado não são muito diferentes.
Dois episódios distintos que mostram primeiro o caráter degenerado e autoritário de muitos dos seguidores de Maomé e a pusilanimidade e auto-destruição que tomaram conta do ocidente.
Não se vê nenhuma marcha pelos direitos das mulheres em favor das suas "manas" oprimidas de verdade no Irã. Não se chama uma cultura que exige que a mulher mostre quatro testemunhas masculinas para provar que foi molestada ou que pune como adúltera uma mulher casada e abusada sexualmente por outro homem de "cultura do estupro".
Não se verte uma lágrima pelos cristãos perseguidos, desalojados, assaltados, torturados e mortos por muçulmanos na Síria, Egito, Iraque ou qualquer outro desses locais dominados pelo islã. Não vemos manifestações pedindo que essa gente perseguida de verdade - e não envolvidas em brigas internas de sua própria religião - seja recebida no ocidente como refugiada. Pelo contrário, países como a Polônia ou a Eslováquia, que declaram dar preferência à eles, são acusados de "intolerância".
Que a esquerda se alie ao islã para destruir a tal "sociedade ocidental" não é novidade. São suicidas que pensam que depois vão pactuar ou convencer o islã a não dizimá-los por último, mas o que dizer da imprensa? Da classe política? De formadores de opinião?
Uma parte é dominada pela mesma esquerda, mas e o resto? Será comprado com dinheiro de petróleo? Sinceramente eu não sei.
Mas é difícil de entender e aturar.
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