quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quilombolas e antropólogos

Conheço um antropólogo que passou a vida estudando quilombola. Um baita salário para não fazer outra coisa, a profissão dele é estudar quilombola.
E a profissão do quilombola é ser estudado.
Tem um quilombo na lagoa Rodrigo de Freitas (!!!) que fazia feijoada com pagode nos finais de semana e cobrava entrada.
O eleitorado do PSOL todo ali e os quilombolas lá, morando na zona sul sem pagar imposto e fazendo casa de show sem precisar de alvará.
Outros ganham salário pra ser quilombola.
Não tem negocio mais lucrativo do que estudar quilombola, defender quilombola ou ser quilombola.
Talvez só ser indignado. Se indignar com qualquer coisa que os OUTROS façam, de preferência gente no campo ideológico oposto.
Se indignar é outra profissão em alta e ainda pode fazer sociedade com os estudiosos de quilombola e com os quilombolas.
Viva o Brasil!
0 Comentários