quinta-feira, 4 de maio de 2017

Os fascistas são eles

Uma manifestação contra a absurda lei de imigração patrocinada pelo senador e chanceler Aloysio Nunes em São Paulo terminou em pancadaria, bomba e prisões.
Qualquer um pode pretender impor a narrativa que quiser ao fato, mas, como fato, este não tem muito o que debater: brasileiros fazendo um protesto em seu país foram atacados por muçulmanos com uma bomba.
Curiosa, aliás, essa relação muçulmanos-bombas, parece uma espécie de brinde de um tipo de promoção que ninguém quer aproveitar.
Mas a esquerda - sempre ela - logo se prontificou a colocar a culpa na vítima (só não vale quando é alguma alegação de abuso) e dizer que os "fascistas xenófobos" não deveriam nem ter o direito de se manifestar para começo de conversa.
Um comentário numa rede social teve o topete de aconselhar: é só não ser preconceituoso com eles que eles não atiram bombas nos outros.
Lindo, né? Uma bomba equivale a um discurso que não te agrada.
Nas manifestações de apoio - já havia até um grupo de advogados pronto para dar assessoria aos "refugiados" presos por causa da baderna que promoveram - logo se lia e ouvia brados de "palestina livre" ou "lacaios de Israel não passarão".
Os antissemitas de sempre apenas trocam de roupa e o modelito atual se chama "causa palestina".
Mas o caso vai além de mero sentimento de ódio a Israel ou à "direita" e chega no seguinte: a esquerda deseja tanto "desconstruir" a sociedade que a gerou, cevou e tolerou esse tempo todo que não hesita em se juntar nem a notórios misóginos e homofóbicos para atingir esse fim.
Não aqui ou onde são minoria, claro, porque nesses lugares eles precisam manter as aparências. Mas tente averiguar o nível de tolerância religiosa, de sexo ou ideológica nos países onde são maioria.
Voltando.
O disfarce da esquerda para o ressentimento e o rancor de classe é a "defesa dos menos favorecidos", seu disfarce para o anticristianismo insano é a defesa do "estado laico" ou de religiões que perseguem e matam cristãos, seu disfarce para o ódio que sentem pela "família tradicional" é a ideologia de gênero, seu disfarce para o pavor que ostentam contra a "heteronormatividade", que nada mais é do que outra forma de odiar a família, é o feminismo psicótico e a militância gay raivosa, seu disfarce para a intolerância com o divergente é o politicamente correto.
Só fica a cada dia mais difícil disfarçar como os fascistas são eles.
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