quinta-feira, 1 de junho de 2017

Chola mais, esquerda

A mesma "indústria" cinematográfica brasileira (tão estado-dependente quanto a JBS) que indicou um programa de horário eleitoral chamado "Lula, filho do Brasil" como representante brasileiro no Oscar agora persegue dois filmes porque tem "muito viés político".
Não bastou cancelarem um festival com medo de levar à tela DOIS filmes feitos fora da igrejinha esquerdista, precisam também escrever críticas sem-vergonha desqualificando as obras não pelo que elas são, mas pelo que representam.
O Globo chegou a desativar as avaliações dos leitores, talvez já se preparando para um eventual tsunami da "onda conservadora".
O Brasil é cheio de "cineastas", mas curiosamente o que produzem é 99% de porcaria subsidiada. Os que não mamam em leis de incentivo estão pendurados em agências estatais ou universidades federais fingindo que trabalham.
Como dificilmente existe propaganda ruim, existe apenas propaganda, essa perseguição da esquerda deve estar despertando um bocado de interesse por estes dois filmes e acabará fazendo bem para suas bilheterias.
E logo para um pessoal que anda sempre com o taxímetro ligado, fazer propaganda de graça para os outros deve estar sendo terrível.
Chola mais.
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