quarta-feira, 14 de junho de 2017

O medo de perder a boquinha e da cadeia venceu o medo


Jair Bolsonaro e João Doria são duas assombrações de 2018. Pelo menos é o que um desses folhetins a serviço do PT afirma em sua reportagem de capa.
Esse tipo de linguagem que transforma o adversário em monstro, fascista, nazista e principalmente, alguém a ser destruído (e não derrotado) é o que a esquerda sempre fez.
A jornalista Míriam Leitão - ela própria uma esquerdista - sentiu isso na pele essa semana, quando foi agredida por delegados de uma convenção do PT dentro de um avião. O pecado dela é não ser petista, ou seja, não basta ser de esquerda, é também necessário se ajoelhar na frente do reizinho frouxo e corrupto que comanda o partido.
Mas o assunto não é a jornalista da Globo e sim a tática da esquerda que é igual em todo o mundo.
Neste 14 de junho de 2017, dia da bandeira dos Estados Unidos, um bandido abriu fogo contra deputados do partido republicano. Sua motivação, claro, é o clima de terror e pânico criado pelo partido democrata desde a posse de Donald Trump.
É impressionante como os "defensores da democracia", inconformados com a "ignorância do eleitor", não deram 24 horas de paz sequer ao presidente americano desde que ele assumiu o mandato.
A ordem é uma só: usar tudo, seja o que for, da forma mais espalhafatosa e incendiária possível, para derrubar o presidente custe o que custar.
E não pensem que será diferente caso Doria - este ainda mais palatável - ou Bolsonaro sejam eleitos no Brasil em 2018.
Do dia da eleição até a posse eles irão lamber feridas, se recuperar do choque, fingir respeito ao resultado das urnas e se preparar para a guerra.
Do dia da posse até o final do mandato - no tempo constitucional ou antes, de preferência - eles farão tudo para inviabilizar o governo, sabotar o país e instituir o caos para que suas flores do esgoto desabrochem no charco ao qual estão acostumadas.
A esquerda é isso. Se não for do jeito deles, não pode ser de jeito nenhum.
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