sexta-feira, 2 de junho de 2017

Olavo tem muita razão

Os filósofos antigos se reuniam com seus alunos ensinando-os a questionar e entender o mundo - ainda que em parte - ou vomitavam teses uns dos outros, concedendo títulos trocados e fomentando uma retroalimentação de influência fajuta?
O que se aproxima mais do que faziam os gregos antigos?
Um sujeito numa sala de aula dizendo que é "professor doutor", ganhando um extra no contra-cheque para participar de bancas de avaliação e viajando a soldo do pagador de impostos para congressos onde um lambe o rabo do outro que nem cachorro vira-lata?
Ou alguém que mesmo de longe, pela internet, sendo achincalhado gratuitamente e ostracizado pela elite esquerdista nacional ainda assim consegue ser ouvido, admirado e recebe o título de professor não de uma banca, mas de quem realmente ele ensina?
As filas e lotações esgotadas do filme "O Jardim das Aflições" provam que Olavo de Carvalho é um dos pensadores mais relevantes da história do Brasil.
Você pode falar da personalidade dele (eu não tenho nada contra), do palavreado (de novo não tenho nada contra) ou do que quiser, mas será um picareta se não admitir isso: ele tem, sozinho, mais influência fora dos muros das Disneylandias universitárias do que toda a academia brasileira junta.
Vem daí o ressentimento da patota.
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