quarta-feira, 21 de junho de 2017

Trump vence mais uma, a imprensa perde outra

Nos Estados Unidos não existe essa aberração do "suplente", quando o ocupante de uma cadeira na câmara ou no senado precisa interromper o mandato, uma eleição especial é convocada para que o eleitorado escolha um novo representante para terminar aquele período.
Neste 20 de junho ocorreu uma dessas eleições especiais no sexto distrito da Geórgia. Os democratas e a imprensa que os apoia - ou seja, praticamente toda a imprensa - transformaram essa eleição num referendo sobre o presidente Trump.
Adivinha? Perderam.
Seguem alguns comentários que fiz no Twitter.
- Pesquisas indicavam vitória do democrata Jon Ossoff ou no máximo vitória apertada da republicana Karen Handel. Ela venceu por CINCO pontos.
- O melhor são as caras dos "jornas" da CNN quando descobriram - DE NOVO - que as pesquisas tentaram enganar o eleitor, mas só enganaram a eles.
- Os democratas torraram 25 MILHÕES nessa eleição do 6º distrito da GA (geralmente se gasta um milhão) e os eleitores correram para o lado oposto.
- Foram realizadas cinco eleições especiais para preencher cadeiras na câmara desde que Trump - "o impopular" - virou presidente. Vitórias democratas? ZERO.
- A candidata apoiada pelo Trump contra democrata vence. Analista na CNN: "este distrito detesta mais os democratas do que detesta o Trump".
Parece que há um padrão: a esquerda subestima o Trump, anuncia que ele será derrotado, mostra pesquisas que comprovam que a surra é inevitável, chega a eleição e o eleitor resolve contrariar os sábios, a imprensa transforma a vitória em uma "não derrota", como se ao invés de vencê-los mais uma vez, ele tivesse apenas se safado de uma derrota certa que, claro, vai acontecer na próxima vez.
Até que a próxima vez chega e ele ganha de novo. Risos.
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