quarta-feira, 26 de julho de 2017

Minha escolha para 2018

Ainda não tenho candidato para 2018, mas já tenho alguns parâmetros que decidirão isso por mim.
Por exemplo, meu candidato terá que apoiar o escola sem partido. Terá que concordar em rever o estatuto do desarmamento e respeitar o plebiscito de 2005. Apresentar um plano realista sobre a segurança pública é a cereja no bolo.
Espero que meu candidato, para conquistar meu voto, seja abertamente contra a ideologia de gênero e a favor de reformas política e tributária.
Mas principalmente desejo que ele, através deste ano e do ano que vem, seja capaz de mostrar ainda que um vislumbre de como será o país - ou pelo menos como o país estará tentando ser - sob o seu governo.
A volta à normalidade não pode significar "business as usual", o país (e eu) não suporta mais.
Todo eleitor poderia fazer o mesmo, estabelecer parâmetros e exigir que aqueles que cortejam seu voto esclareçam suas posições.
O que for ambíguo, "vaselina", demagogo ou evasivo, "articulador", "conciliador" demais, esqueça. Você já sabe onde vai dar.
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