segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O Santander e a "arte"

Uma exposição chamada "queermuseu" patrocinada/exibida pelo banco Santander foi cancelada porque finalmente o brasileiro resolveu dizer chega às degenerações canalhas da esquerda.

Não. Pedofilia, vilipêndio religioso e zoofilia não são "arte", nem "desconstrução", nem "estímulo ao debate". É apenas mais uma das - muitas - perversões que a esquerda quer promover à "arte" ou "ciência" em nome de sua ideologia destrutiva que tem apenas um alvo: a família, o núcleo da sociedade que essas mentes doentias pretendem solapar.

Mas tenho certeza que outras pessoas falarão disso em vários textões, então prefiro fazer aqui um exercício de adivinhação.

Também quero brincar de artista e vou fazer uma exposição. Pedirei verbas ao governo via lei Rouanet e vou, através da minha "arte", fazer "provocações" que causarão revolta apenas em mentes fechadas e da "idade média", afinal, "arte" precisa incomodar, não é mesmo?

Minha exposição se chamaria "Esquerda cucu-dádá" e mostraria os seguintes "trabalhos":

- A escultura de um gorila vestido de general defecando em um penico colocado na boca de um Jean Wyllys cênico. Sob o nome de "dita-a-dura militante", a obra estimularia o debate sobre os efeitos de se consumir e falar muita merda.

- Uma obra interativa chamada "múltipla escolha": nela o público poderá decidir se atira com um fuzil em forma de pênis em fotos de Lamarca, Marighella ou Che. O fuzil dispara tiros de marshmallow coloridos sob o som de "Star Spangled Banner".

- A pintura sensorial "um tapinha não dói": uma tela com bundas grotescas feitas de espuma montadas sobre fotos dos rostos de Gleisi Hoffmann, Maria do Rosário, Jandira Feghali e Dilma Rousseff. A intenção desta pintura é a interação com o espectador, que escolherá se prefere alisar ou bater nos rostos representados sobre as bundas.

- Um delírio pictórico em 3D: lulas mortas são atiradas numa panela em formato de cela de presídio. No alto da sala uma placa com a inscrição: Atibaia-Guaruhell. O público será estimulado a aplaudir ou vaiar a cena.

- Aquarelas e desenhos toscos das cabeças de Lula, José Dirceu, Antônio Palocci e Lindbergh Farias representadas em corpos de crianças com a inscrição "Criança Ladrona".

- E finalmente uma enorme cabra de pelúcia sodomizada por uma estrela vermelha com um gigantesco falo onde se lê "Petrobras-BNDES". A estrela se movimentará simulando um coito e a cada estocada a cabra berrará "mééééé sou o povo brasileiro".

Todas estas obras seriam expostas ao lado de cópias de tuítes, textões e colunas defendendo a exposição no Santander Cultural que ofendia a religião alheia e normalizava a pedofilia e a zoofilia em nome da "arte" e pela "liberdade de expressão".

Certamente a esquerda compreenderia a minha exposição e não faria nenhum protesto, processo, pedido de socorro ao MP ou reclamações para a tia OAB, não é mesmo?

Ou será que iriam?
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