terça-feira, 24 de outubro de 2017

Diversidade

- Branco cale a boca.
- Hétero só fala merda.
- Tem muito branco nesse comercial.
- Ai, que perfeito, aqui só entra preto.
- "Apropriação cultural".
- A raça é humana, não existem raças.
- Só pode usar turbante quem for da raça negra.
- Você não é europeu só porque seu avô era italiano, seu white pardo.
- Sou africana, meu tatatatatataravô foi escravo.
- Não existe racismo reverso.
- O que essa branca ridícula está fazendo com aquele palmiteiro?
- Me senti ofendido, vou cuspir na sua cara, homofóbico.
- Protesto de ódio contra cotas.
- Luta linda pelas cotas.
- O Brasil é multicultural.
- Porque você não toca um samba, coloca um batuque nisso aí, pra ficar com mais cara de Brasil?
- Só porquê sou mulher você não quer me ensinar isso?
- Mansplaining.
- O feminismo é sobre igualdade.
- Omi é uma raça maldita que precisa desaparecer.
- Menos ódio e mais amor.
- Alguém dê um tiro no Bolsonaro.
- Crente rezando em escola religiosa é intolerância.
- Bora ali quebrar a imagem de uma Santa?
- Uma criança de 17 anos não pode ter maioridade penal, ela não sabe o que faz.
- Uma criança de 5 anos já pode decidir sim qual é o seu "gênero", seu fascista.
- Vivemos numa democracia, censura nunca mais.
- Migos, vamos denunciar a página daquele coxinha para tirá-la do ar?
- Caramba, como você tá branquela, vai tomar um sol.
- Como assim você não acha penteado black power bonito? Racista.
- Trump xenófobo, yankees go home!
- Férias na Disney com mami e papi, kkkkkkkkk.
- Toda família é linda, não importa sua composição.
- Chora, família tradicional.
- Discurso de ódio não é opinião.
- Stalin matou foi pouco.
- Existe a extrema-direita, a extrema-direita e a extrema-direita.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A guerra da imprensa contra você e a sua família

Você e sua família estão sofrendo um ataque sistemático, determinado e diário.

Já percebeu a quantidade de notícias sobre travestis, drag queens e homossexualismo em geral que são veiculadas todos os dias em jornais e portais?

Não sei ao certo qual é a proporção de pessoas desse grupo na população. 10%? 5%? 1%? 0,5%? Mas com certeza quem observa o interesse da imprensa nacional, as polêmicas em museus, os programas, vai pensar que é pelo menos metade do país, tamanha a superexposição.

Respeito é uma coisa. Mas quando começam e levar crianças em exposições com sexo explícito, travestis em escolas para ensinar "gênero" e colocar na TV esses assuntos no horário matutino, eles atacam o seu direito de criar seu filho de acordo com os seus valores.

O problema não é o conteúdo em si, quem quiser que ensine porcaria para seus filhos, o pior é que essas escolas nem pedem mais autorização dos pais. Fazem e pronto. Obrigam a pessoa a reclamar DEPOIS.

E os motivos são simples: primeiro criam um fato consumado. É como se achassem no direito de determinar o que é melhor para suas crianças. Depois, ao obrigar os pais a se manifestarem CONTRA, vão expô-los como "homofóbicos".

Quando empresas são proibidas de anunciar brinquedos, mas liberadas para dizer que "não existe brinquedo de menina ou menino", é o seu direito de criar seu filho que é atacado.

Quando o ensino religioso voluntário é atacado mas a militância radical de esquerda incentivada até mesmo em idade pré-escolar, é o seu filho e a sua família que estão sendo atacados.

Num país com os piores índices de educação do mundo, ninguém parece se importar mais com matemática, português, inglês, espanhol, geometria, química, biologia.

Não. Tudo se resume e ensinar ideologia de gênero e lacração nas salas de aula.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Dilma, a esquecível

Essa semana lembrei da Dilma, coisa que não fazia já há algum tempo. Ela resolveu falar finlandês e nunca o dilmês soou tão parecido com outro idioma incompreensível.

Lembrei da Dilma e logo constatei: é uma presidente fadada ao esquecimento.

Antes de me xingar, te explico: qual foi a grande obra, lei, discurso ou ato enquanto presidente digno de entrar para a história que essa senhora fez?

Nada, rigorosamente nada. Foram anos de mediocridade, discurseira sem sentido, corrupção endêmica, paralisação das já parcas atividades governamentais, nenhuma idéia digna de lembrança, nenhum projeto, nenhum ato heróico num momento de necessidade do país, nada.

Somente sobrevoos de helicóptero em regiões atingidas por desastres, inaugurações de pedras fundamentais em obras que nunca saíram do papel e slogans criados por um marqueteiro que virou presidiário.

Você pode dizer que ela será sempre lembrada por ser a responsável pela pior recessão da história do país, mas quem gosta de lembrar de desgraça? Assim que o país sair do buraco, todos farão questão de esquecer esse período negro.

Dilma será um nome numa lista de ex-presidentes, tão ou menos importante do que aqueles presidentes da câmara que assumiram interinamente em momentos de convulsão nacional.

Não devemos esquecer a destruição que foi seu legado, mas faremos muito bem em enviar esse personagem medonho da história do Brasil para uma nota de rodapé.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A "classe artística" vai à guerra

Esses dias descobrimos muita coisa.
Vestir uma menina de princesa é errado, isso pode atrapalhar sua formação. Mas vestir um MENINO de princesa é legal, isso pode ajudar na sua formação.
Elogiar uma moça na rua é praticamente um estupro. Fazer fiu-fiu, se apresentar, são todos movimentos agressivos e que prenunciam um estuprador em potencial. Por outro lado, pular completamente nu na frente de crianças no Parque do Ibirapuera é a perfeita tradução do bom e do belo. E quem não gostar é nazista.
Obrigar o pagador de impostos a sustentar via leis de incentivo fiscal uma "arte" que não só ele não gosta, como não consome e também o agride é democracia. Mas esse mesmo pagador de impostos preferir que seu suado dinheiro vá para escolas ou postos de saúde ou instituições de caridade é coisa de carola, retrógrado, mente presa na idade média.
Devemos proteger os animais - e devemos mesmo - MENOS quando algum grande "artista" resolve que zoofilia é o caminho para ele se tornar o próximo Monet.
Por falar em Monet, descobrimos que o Caetano Veloso, o Tico Santa Cruz, a Lilia Cabral, o Mateus Solano ou a Paula Lavigne - qual filme, quadro, música ou livro é de autoria dessa grande artista? - são os porta-vozes de Rembrandt, Mozart, Machado de Assis ou Beethoven, já que "falam pela arte".
A sua tia que vai no mercado toda semana, cozinha para a família e frequenta a Igreja é uma asquerosa que merece ser execrada. Seu avô que trabalha desde os 16 anos, criou 6 filhos e nunca fez mal nem a uma mosca é um nazista, afinal ele não acha certo um homem nu ser alisado por crianças num museu.
Exemplos são um travesti que canta pior do que uma gralha fanha, um quadrilheiro que fundou uma seita política que pula na cratera de um vulcão de bosta por ele e a feminista de cabelo azul viciada em Rivotril e que inventa dois casos de estupro por semana para "bombar nas redes sociais".
Segundo a "classe artística", essa gente que pouco produz e desse pouco quase nada presta, é assim que você, "gente pequena", deve pensar, senão...
Cabe a você acatar ou não.

domingo, 8 de outubro de 2017

Dicas para fazer sua "arte"


Faça "arte" à vontade, só se afaste das crianças, não toque nos animais e tire a mão do meu bolso.
A lei Rouanet e similares já deram o que tinham que dar, ou seja, nada, por isso já podem acabar.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A imprensa


Caso essa manchete fosse com o Trump: "Em encontro com jovens, Trump quebra o protocolo e constrange presentes tirando a roupa."

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Juninho Pernambucano e os "bolsominions"

Nunca em toda a minha vida eu soube qual era a opinião política do jogador de futebol Juninho Pernambucano sobre nada.
Não sei onde ele estava e o que pensava na época do mensalão, não conheço sua opinião sobre o assalto à Petrobras, a transformação de estatais em sesmarias, sobre a sistemática e planejada falência do sistema educacional.
Tampouco o que o Juninho, do alto de sua cidadania francesa, acha da imoral carga tributária brasileira, das caixas pretas dos sindicatos, dos "movimentos sociais" que confundem "social" com PT e muito menos o que ele acha do petrolão, do triplex do Lula, da crise parida pela Dilma ou do apoio vergonhoso da esquerda do país à ditadura venezuelana.
Mas curiosamente descobri que ele acha todo eleitor do Bolsonaro um "bolsominion preconceituoso que não merece respeito" e que não deve ter a "honra" (rs) de segui-lo no Twitter para conhecer suas demais opiniões tão importantes.
O que se vê - e para quem, como eu, não é vascaíno o Juninho não é nada - são "personalidades" de todas as áreas saindo das suas tocas para defender a agenda esquerdista, consciente ou inconscientemente.
Juninho pensa mesmo isso ou pelo menos desenvolveu esse pensamento por si só? Provavelmente não. Assim como vários outros que saíram em defesa daquela porcariada no MAM de São Paulo ou da exposição asquerosa em Porto Alegre.
O que eles fazem é pagar o pedágio ideológico que a esquerda sempre cobrou de "famosos", que são sumariamente simonalizados caso ousem sair da coleira.
Isso - uma elite econômica, artística, esportiva, jornalística que se acha melhor do que a "gente pequena" e foi pra cima desta tentando enquadrá-la - aconteceu nos Estados Unidos em 2016 e elegeu Trump.
Tomara que se engasguem no próprio fel também no Brasil.