segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A "classe artística" vai à guerra

Esses dias descobrimos muita coisa.
Vestir uma menina de princesa é errado, isso pode atrapalhar sua formação. Mas vestir um MENINO de princesa é legal, isso pode ajudar na sua formação.
Elogiar uma moça na rua é praticamente um estupro. Fazer fiu-fiu, se apresentar, são todos movimentos agressivos e que prenunciam um estuprador em potencial. Por outro lado, pular completamente nu na frente de crianças no Parque do Ibirapuera é a perfeita tradução do bom e do belo. E quem não gostar é nazista.
Obrigar o pagador de impostos a sustentar via leis de incentivo fiscal uma "arte" que não só ele não gosta, como não consome e também o agride é democracia. Mas esse mesmo pagador de impostos preferir que seu suado dinheiro vá para escolas ou postos de saúde ou instituições de caridade é coisa de carola, retrógrado, mente presa na idade média.
Devemos proteger os animais - e devemos mesmo - MENOS quando algum grande "artista" resolve que zoofilia é o caminho para ele se tornar o próximo Monet.
Por falar em Monet, descobrimos que o Caetano Veloso, o Tico Santa Cruz, a Lilia Cabral, o Mateus Solano ou a Paula Lavigne - qual filme, quadro, música ou livro é de autoria dessa grande artista? - são os porta-vozes de Rembrandt, Mozart, Machado de Assis ou Beethoven, já que "falam pela arte".
A sua tia que vai no mercado toda semana, cozinha para a família e frequenta a Igreja é uma asquerosa que merece ser execrada. Seu avô que trabalha desde os 16 anos, criou 6 filhos e nunca fez mal nem a uma mosca é um nazista, afinal ele não acha certo um homem nu ser alisado por crianças num museu.
Exemplos são um travesti que canta pior do que uma gralha fanha, um quadrilheiro que fundou uma seita política que pula na cratera de um vulcão de bosta por ele e a feminista de cabelo azul viciada em Rivotril e que inventa dois casos de estupro por semana para "bombar nas redes sociais".
Segundo a "classe artística", essa gente que pouco produz e desse pouco quase nada presta, é assim que você, "gente pequena", deve pensar, senão...
Cabe a você acatar ou não.
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