quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Dilma, a esquecível

Essa semana lembrei da Dilma, coisa que não fazia já há algum tempo. Ela resolveu falar finlandês e nunca o dilmês soou tão parecido com outro idioma incompreensível.

Lembrei da Dilma e logo constatei: é uma presidente fadada ao esquecimento.

Antes de me xingar, te explico: qual foi a grande obra, lei, discurso ou ato enquanto presidente digno de entrar para a história que essa senhora fez?

Nada, rigorosamente nada. Foram anos de mediocridade, discurseira sem sentido, corrupção endêmica, paralisação das já parcas atividades governamentais, nenhuma idéia digna de lembrança, nenhum projeto, nenhum ato heróico num momento de necessidade do país, nada.

Somente sobrevoos de helicóptero em regiões atingidas por desastres, inaugurações de pedras fundamentais em obras que nunca saíram do papel e slogans criados por um marqueteiro que virou presidiário.

Você pode dizer que ela será sempre lembrada por ser a responsável pela pior recessão da história do país, mas quem gosta de lembrar de desgraça? Assim que o país sair do buraco, todos farão questão de esquecer esse período negro.

Dilma será um nome numa lista de ex-presidentes, tão ou menos importante do que aqueles presidentes da câmara que assumiram interinamente em momentos de convulsão nacional.

Não devemos esquecer a destruição que foi seu legado, mas faremos muito bem em enviar esse personagem medonho da história do Brasil para uma nota de rodapé.
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