terça-feira, 3 de outubro de 2017

Juninho Pernambucano e os "bolsominions"

Nunca em toda a minha vida eu soube qual era a opinião política do jogador de futebol Juninho Pernambucano sobre nada.
Não sei onde ele estava e o que pensava na época do mensalão, não conheço sua opinião sobre o assalto à Petrobras, a transformação de estatais em sesmarias, sobre a sistemática e planejada falência do sistema educacional.
Tampouco o que o Juninho, do alto de sua cidadania francesa, acha da imoral carga tributária brasileira, das caixas pretas dos sindicatos, dos "movimentos sociais" que confundem "social" com PT e muito menos o que ele acha do petrolão, do triplex do Lula, da crise parida pela Dilma ou do apoio vergonhoso da esquerda do país à ditadura venezuelana.
Mas curiosamente descobri que ele acha todo eleitor do Bolsonaro um "bolsominion preconceituoso que não merece respeito" e que não deve ter a "honra" (rs) de segui-lo no Twitter para conhecer suas demais opiniões tão importantes.
O que se vê - e para quem, como eu, não é vascaíno o Juninho não é nada - são "personalidades" de todas as áreas saindo das suas tocas para defender a agenda esquerdista, consciente ou inconscientemente.
Juninho pensa mesmo isso ou pelo menos desenvolveu esse pensamento por si só? Provavelmente não. Assim como vários outros que saíram em defesa daquela porcariada no MAM de São Paulo ou da exposição asquerosa em Porto Alegre.
O que eles fazem é pagar o pedágio ideológico que a esquerda sempre cobrou de "famosos", que são sumariamente simonalizados caso ousem sair da coleira.
Isso - uma elite econômica, artística, esportiva, jornalística que se acha melhor do que a "gente pequena" e foi pra cima desta tentando enquadrá-la - aconteceu nos Estados Unidos em 2016 e elegeu Trump.
Tomara que se engasguem no próprio fel também no Brasil.
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