domingo, 31 de dezembro de 2017

Feliz 2018!


Que 2018 seja pleno de saúde, sucesso, tranquilidade, boas novidades e felicidade junto dos nossos e que Deus nos abençoe a cada dia e a cada caminho percorrido.
Feliz ano novo!

sábado, 30 de dezembro de 2017

Reflexão para o ano novo

Pense que teoricamente o que sobressai deveria ser o melhor que tem num país, não é?
Daí você vê o Brasil e tem o quê?
Uma periquita que canta em cima da laje, um traveco que berra que nem gralha, dois irmãos iutubers um com cabelo de menina revoltada de 13 anos e o outro um gordo que se besunta de Nutella, comediantes sem graça, comentaristas esportivos lacradores.
Participantes de reality shows toscos, músicos medíocres que são mais famosos pelas opiniões polêmicas e palermas do que pelo que cantam ou tocam, mamadores de Rouanet, gente que tem como maior ambição na vida virar um meme, fora o resto, e no final das contas o único que está em evidência e presta é um chef de cozinha FRANCÊS.
Durma-se com um barulho desses.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Enquadrando o populacho

Já ficou curioso para saber porque profissionais do anti-petismo como o Reinaldo Azevedo, entre outros, de repente viraram "garantistas" e opositores da lava-jato, chegando até a defender o Lula? É fácil explicar.
Antes do impeachment da Dilma, durante os 13 anos de mandarinato do PT, essa gente enchia livrarias e palestras, vendia milhares de livros e conseguia milhões de acessos diários em seus blogs falando mal do PT e, na moita, fazendo proselitismo para o PSDB.
O desespero das pessoas de bem para se verem livres daquele partido tornava o público anti-petista presa fácil para qualquer um que descesse o cacete no PT e ajudasse a encorpar a oposição ao partido.
Só que depois do impeachment, essas pessoas passaram a tratar de outras pautas, como o desarmamento, escola sem partido, ideologia de gênero, etc., e isso não interessa a estes esquerdistas light que, no fundo, concordam e apoiam tal agenda.
Quantos acessos você acha que tem o Reinaldo Azevedo hoje, babando ovo do Gilmar Mendes ou falando mal da lava-jato e da "direita xucra" comparado com o que tinha quando escoiceava o PT? A volta do PT ao poder será muito boa para essa gente. Terão seu mercado consumidor de volta.
A volta do Lula seria indiferente para quem recebe gordos salários na imprensa, na academia ou em ONGs patrocinadas com dinheiro de empresário. Quem vai sofrer é a macacada, que voltará a se preocupar apenas em tirar o PT, deixando-os livres para empurrar o resto da agenda comum.
É o cenário dos sonhos: o Lula volta e todos voltam a viver exclusivamente de anti-petismo, sem precisar se preocupar se a gente pequena "jacobina" está saindo da linha.
É isso.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Feliz Natal!


Claro que é reunião familiar, comida, bebida, risadas, troca de presentes. É festa.
Jesus Cristo, Nosso Senhor e Nosso Salvador, nasce e anuncia a Boa Nova para o mundo: o Deus Santo, Forte e Imortal nos ama e está perto de nós.
Feliz Natal!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

O país que detesta o trabalho

Uma página do Facebook chamada "Vagas Arrombadas" faz o maior sucesso. Sua premissa é mostrar vagas de emprego que, de tão ruins, só podem ser piada.
Mas a verdadeira piada é o mercado de trabalho brasileiro.
O sonho de 9 entre 10 cidadãos do país é passar num concurso público. Para trabalhar de verdade? Não. Para melhorar o padrão dos serviços prestados? Não. Apenas para receber um salário acima da média e ter "estabilidade no emprego", outro nome para muitos direitos e quase nenhuma cobrança.
Não é normal e nem racional que burocratas ganhem mais do que gente que realmente produz. Não é saudável que um carimbador de processos ou fiscal da natureza ganhe mais do que um empresário ou engenheiro ou dentista ou comerciante ou etc.
Só que é assim que funciona no país onde trabalho não garante nada além de mais trabalho.
Em paragens mais civilizadas são normais histórias de pessoas que começam lavando pratos e terminam donas de restaurante. Começam vendendo sapatos e terminam donos de várias lojas. Servem mesas para pagar os estudos e terminam como profissionais bem pagos e produtivos.
No Brasil o balconista muito provavelmente vai se aposentar como balconista, assim como a faxineira, o garçom, etc. Trabalho no país não significa ascensão social, upgrade na qualidade de vida, dinheiro para dar um futuro melhor para a geração seguinte.
Um mercado hiper regulado, leis anacrônicas que engessam a criatividade, carga tributária imoral e o peso de carregar o inchado setor público nas costas tornam a iniciativa privada um ambiente inóspito, daí a profusão de "vagas arrombadas".
Anúncios procurando advogados pelo salário de R$ 1.500, vendedores por R$800 + 2% de comissão, "estágios" pagando 400 reais e oferecendo o complemento em "café e videogames" no ambiente de trabalho, escalas de 6x1 com jornadas de 12 horas sem direito a hora-extra, enfim, propostas bizarras que se aproveitam do desespero das pessoas.
O desemprego deixado pela irresponsabilidade petista apenas potencializou este desprezo que o país tem para com o trabalho. Tudo o que um brasileiro sonha é não precisar se submeter a estas condições ridículas.
A qualidade dos empregos e salários oferecidos já basta para saber como a oferta de trabalhadores é muito maior do a procura, como a baixa qualificação e o alto custo das vagas desestimulam a mobilidade e por que o Brasil é um país onde o trabalho duro e honesto dificilmente leva a pessoa a lugar algum, no máximo a mantendo longe da fome.
E convenhamos, é muito triste um lugar no qual trabalho não significa elevação pessoal, mas tão e somente uma fuga conformada da miséria.
E não muito além disso.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Tentando entender Jerusalém

Quando era mais novo sempre tive problemas em compreender o que faz de um árabe também um "palestino" e qual, afinal, era a grande diferença de um para outro.
E se você também nunca entendeu direito o que é um "palestino", já que todos falam árabe, a culinária e a cultura são árabes, a maioria de tal povo é muçulmana como a maioria dos árabes, enfim, é TUDO árabe, menos o nome, está tudo bem, é porque não tem diferença mesmo.
Toda aquela região era conhecida como "Palestina", nome dado pelos romanos como forma de impor sua dominação, já que deriva da palavra "filisteu", que por sua vez deriva de uma palavra hebraica, "peleshet", que significa invasor. Olha que ironia.
Este termo se referia aos povos do mar, de origem grega, invasores cuja expansão partia do Mar Egeu e que ocuparam a Faixa de Gaza. Muita história se passou até que Nabucodonosor - que destruiu Jerusalém - e o rei persa Ciro - que permitiu a volta dos judeus à região - deram lugar à ocupação romana, logo após o fim das "guerras judaicas" de resistência.
Roma então cria uma nova província e a chama de "Palaestina", com a principal intenção de dissociar a região de qualquer reivindicação judaica.
Ao longo dos séculos seguintes aquele local esteve subdividido em diversos domínios, entre províncias bizantinas, árabes e otomanas. Viveu uma curta reunificação sob os Cruzados e logo depois passou a ser dividido novamente em distritos do califado otomano.
Somente em 1922, já na ocupação britânica, voltaria a ser chamada de "Palestina", sob inspiração do nome dado pelos romanos. Nesse momento dois mil anos haviam se passado sem que tal termo fosse sequer usado para nomear algum povo ou território naquela região.
Tanto que em 1947, quando foi sugerida a criação de dois estados na Palestina Britânica, a resolução que estabeleceu a divisão falava em "judeus" e "árabes", não havendo qualquer referência a "palestinos".
Desde então, seja sob ocupação jordaniana e egípcia, seja sob o comando da OLP (Organização para a Libertação da Palestina) o objetivo dos árabes era, antes de um estado árabe, a destruição de Israel e a expulsão dos judeus de toda a área. Não é outra a razão de jamais terem reivindicado um estado independente quando eram ocupados pela Jordânia e pelo Egito.
Por isso estes mesmos árabes se aproveitaram da ocupação jordaniana na JUDEIA E SAMARIA entre 1947 e 1967 para expulsar os judeus que ali viviam. Hoje o local é chamado de "Cisjordânia" na "Palestina" ocupada. E os jordanianos, sauditas e egípcios do local viraram "palestinos".
É uma excelente peça de ficção, um baita case de propaganda, mas não passa disso.
Agora que já sabe o que é um "palestino", você só cai nessa se quiser.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

O único juiz do Brasil

Num intervalo de 48 horas, Gilmar Mendes, este ser onipresente que parece ser o único juiz do Brasil, desfez o que algumas operações da polícia federal levaram alguns anos para conseguir.
Soltou a esposa e comparsa do ex-governador Sérgio Cabral, soltou empresários que fraudaram a saúde pública no Rio de Janeiro, enterrou inquéritos contra o governador Beto Richa, proibiu conduções coercitivas e só faltou mandar entregar alguma medalha para o seu compadre Jacob Barata, uma espécie de Don Corleone do transporte público.
Há alguns anos a maioria dos brasileiros comuns sequer conhecia o nome de um ministro do STF. Os mais bem informados sabiam de dois, no máximo. A corte era, como o nome sugere, "suprema" e seus ministros não se comportavam como jurados de um programa de calouros.
Mas tudo mudou depois que o tribunal passou a ser tratado como apêndice das gangues partidárias que saqueiam o país. Hoje ministro do STF só falta aparecer em capa de revista de fofoca, estilo "Tititi", se é que já não aparece.
A constituição de 1988 é um cartapácio cheio de emendas que tratam de tudo. É um texto extenso que faz questão de se imiscuir em assuntos que não cabem a uma carta magna, que deveria, em tese, apenas sugerir e determinar linhas gerais.
Como tudo cabe na constituição, seus ministros passam a ter o poder de decidir sobre tudo. Este poder foi inócuo enquanto não haviam militantes políticos e sócios de empresários ali. Mas veio o tempo dos abusos.
O pior é que não há um instrumento legal para sustar certos tipos de ações. Até mesmo para remover um daqueles sátrapas do tribunal seria preciso que o senado - casa de investigados e protegidos pelas supremas togas - levasse adiante um improvável processo de impeachment. Uma mão suja a outra e fica tudo como está.
E caso o legislativo não se envolva - logo! - de fato numa reforma do caro, ineficiente e cartorial judiciário, a começar pela sua suprema corte, o país estará sujeito a qualquer tipo de aventura.
Porque basta chegar um candidato a presidente - liderando um movimento de base - e dizer que vai mandar prender e arrebentar todo mundo ou então um general que coloque a tropa na rua e devolva certos personagens para o buraco de onde saíram, que o grosso da população vai atrás.
É a volta da vergonha na cara ou a ruptura. E não tem nem como condenar quem já está de saco cheio.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Um espaço geográfico delimitado nem sempre é um país


Alguém teve a excelente idéia de colocar tomadas USB para carregar celulares e tablets num transporte público. 

Como sabemos, todo ser humano necessita de oxigênio, água, alimento e uma tomada USB para carregar baterias.

Só que no Brasil, pátria do povo alegre, hospitaleiro, festeiro e gente boa, nada é tão simples: um cidadão exemplar resolveu entupir a tomada com chiclete, certamente para facilitar a vida do seu semelhante.

Imagine ficar sem bateria e precisar fazer uma ligação, mas a tomada que poderia te ajudar está cheia de chiclete babado de alguém que achou engraçado vandalizar algo que pode servir a todos, inclusive ele mesmo ou a sua própria mãe um dia?

O que o brasileiro faz nas urnas (ou declara sem pudor aos institutos de pesquisa) elegendo e dando poder a quadrilheiros, mafiosos, facínoras e psicopatas da pior espécie é apenas o reflexo do que faz no seu dia a dia.

Não é um país, mas um espaço geográfico habitado por gente que não faz a menor questão de tentar que a sua existência não seja um obstáculo para a existência do próximo.

Seja por lucro fácil de dinheiro sujo, seja apenas por espírito de porco.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

O STF do Gilmarzão

Uma pergunta para os crédulos: é com esse STF do Gilmar Mendes que soltou a Adriana Ancelmo a tempo de comer bacalhau comprado com dinheiro de empreiteira que vocês contam para manter um condenado fora da corrida presidencial?

Aliás, já passou da hora dos demais tribunais, MP e polícia passarem para a desobediência civil e ignorarem qualquer medida deste senhor. 

Já que o país está virando um bundalelê da legalidade, então que vire totalmente de uma vez.

P.S.: 
Num país onde as instituições viraram estamentos dedicados à auto-preservação, à pilhagem e à garantia da própria impunidade, desmoralizar uma corte que se auto-desmoraliza a cada dia - ZERO condenados na lava-jato - não tem nada de revolucionário e é um serviço à democracia. Se suas salvaguardas constitucionais estão nas mãos desse tipo de gente, então você não tem nenhuma, a menos que seja o Renan Calheiros ou algum "empresário" de ônibus.

domingo, 17 de dezembro de 2017

O frenesi das denúncias de assédio

Muito do que acontece nessa onda de denúncias de assédio nos EUA é que o femidoidismo finalmente conseguiu colocar a cantada no mesmo patamar de um quase estupro e aquele "tu é boa, hein, ah se te pego" virou caso de polícia.
Assim o "inocente até que se prove culpado" virou algo parecido com "inocente até que alguma desvairada acuse de assédio".

sábado, 16 de dezembro de 2017

A "nova direita" outra vez

Não se iluda: essa turma da "nova direita", equilibrada, sensata, insípida e inodora passará 2018 procurando um nome, vai facilitar o quanto puder a volta de um Lula ou a ascensão de um Ciro e depois da eleição vai passar período sabático nos EUA ou Europa.
E quando terminarem seus "cursos" e "reciclagens" em alguma universidade americana ou suas tertúlias em Londres, Paris ou Portugal, retornão para o Bananão bem a tempo de comentar o que estiver dando errado, como se eles não tivessem nada a ver com isso.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

A cara (feia) do Brasil e no Maracanã


Provocação super sadia com a morte de 44 pessoas num submarino da Armada Argentina. O brasileiro e o carioca realmente se acham alegres, hospitaleiros e festeiros.
Tudo isso - fora as agressões fora do estádio, a invasão deste e os saques a vendedores dentro - por causa do que deveria ser um ESPORTE.
Poucos países do mundo têm um povo tão grosseiro, mal educado e agressivo quanto o Brasil e poucos lugares do Brasil têm um povo tão grosseiro, mal educado e agressivo quanto o Rio de Janeiro.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Vegetariano? Não. E nem babaca

Brasil: o país onde a esquerda idolatra um ditador fascista que se inspirou em Salazar para criar seu regime, implantou no país leis trabalhistas copiadas do Mussolini e que, se tivessem deixado, teria mantido neutralidade em relação a Hitler.

domingo, 10 de dezembro de 2017

Getúlio Vargas

Brasil: o país onde a esquerda idolatra um ditador fascista que se inspirou em Salazar para criar seu regime, implantou no país leis trabalhistas copiadas do Mussolini e que, se tivessem deixado, teria mantido neutralidade em relação a Hitler.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Piada é que mata?

Já notou que para a militância, todo mundo é fascista, machista e homofóbico, MENOS os muçulmanos?
Eles podem oprimir as mulheres, assassiná-las em nome da "honra", enforcar gays. Não interessa, se usar um turbante, tá liberado. Palavras machucam e piadas matam, mas não pode dizer que a corda do Muhammad machuca nem mata senão é islamofobia.
Mas é simples explicar a subserviência total dos esquerdistas ao islã, mesmo em relação ao tratamento dado aos gays: eles odeiam o cristianismo e o ocidente mais do que odeiam a família tradicional.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Liberalismo moreno

O Brasil precisa de liberalismo sim, mas o liberalismo tem que começar pela empreiteira que só lucra com o governo, pelo funça que ganha mais que CEO de empresa, pelo dono de clínica que mete a pata no SUS, pelo empresário de ônibus que paga propina para cobrar uma passagem cara por um serviço péssimo, pelo "empreendedor" estadodependente, pelo professor de federal que ganha muito para fazer bem pouco, etc., não é pelo salário, emprego ou aposentadoria da sua tia.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Reforma da previdência, por enquanto não

Enquanto ministros não almoçarem num bandejão, deputados não andarem de Uber ou dirigirem carros comprados por eles mesmos com seus salários, enquanto togas do STF não pagarem pelos próprios passeios na Europa, enquanto promotores, juízes e desembargadores não se aposentarem com o mesmo teto e pelo mesmo sistema do Zé das Couves, enquanto não houver mais um jatinho ou helicóptero sequer transportando "autoridades", enquanto seus banquetes não forem pagos com o fruto dos seus trabalhos e não do trabalho alheio, enquanto partidos não tiverem que vender idéias e não se vender em troca de verba suja e fundo partidário, enfim, enquanto um estamento privilegiado estiver vivendo num universo paralelo, seja em Brasília ou qualquer outro lugar, tenham a DECÊNCIA de não falar em "país quebrado" ou dizer que sem reformar a previdência DOS OUTROS, virá o apocalipse tropical.
Tomem vergonha nessas caras.

Apenas imagine

Imagine as reações da imprensa e da esquerda - separei os dois ainda que sejam a mesma coisa - caso o Sérgio Cabral ou o Cunha estivessem soltos por aí neste grotão pitoresco e triste onde um Gilmar Mendes é ministro da suprema corte, afrontando juízes, ameaçando metade do país e fazendo campanha antecipada.
No país do foro privilegiado, o chefe da organização criminosa tem desaforo ilimitado.

Educação x lacração


Crianças usando uma espécie de tirolesa para ir para a escola na Itália, em 1959. Mas hoje o aluninho da federal não tem condição psicológica de estudar se não o deixarem frequentar a faculdade de saia e batom.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Bolsonaro x Lula x a economia

Estão tentando forçar uma polarização entre o Lula e o Bolsonaro. Primeiro porque a imprensa acredita que isso favoreceria o Lula, depois porque os entendidos acham que o povo não saberá diferenciar alguém com idéias fortes de um condenado por corrupção.
Mas é cedo para acreditar nisso, porque apesar da justiça tão confiável quanto uma roleta de cassino que temos, Lula pode ficar inelegível. Depois porque o Bolsonaro pode, sim, ser desidratado por uma pancadaria generalizada contra ele.
A realidade é que o status quo precisa desesperadamente de alguém que não seja Lula - sua eventual eleição incendiaria o país - e que faça os acordões de sempre para parecer que vai mudar tudo, deixando tudo como está.
Só há um fato inegável: a economia vai, sim, ter papel fundamental na eleição do novo presidente. Ninguém se preocupa com ideologia de gênero se estiver com o bolso vazio.
Quem oferecer para o eleitor o vislumbre de uma vida menos sombria e mais pacífica, com dinheiro no bolso e sem tanto sofrimento, vai levar de colher, como diziam antigamente.
Mas não adianta só prometer, tem que entregar. Se o vencedor não entregar uma economia decente em pouco tempo, corre o sério risco de não terminar o mandato.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Nunca um presidente foi tão atacado quanto o Trump

O deep state vai tentar derrubar o Trump nem que para isso precise iniciar uma guerra civil. Nunca vi isso na minha vida: desde a posse esse homem não teve UM dia de paz sequer. Começou NO DIA DA POSSE.
Desde quantas bolas de sorvete ele toma no jantar até qual sapato sua esposa calça, tudo já foi usado como ataque.