quinta-feira, 16 de agosto de 2018

A internet amordaçada


Para você entender a razão do desespero da turma do esquemão para censurar a internet.

O Rio é um deserto

A eleição para o governo do Rio de Janeiro é um deserto moral. E onde não é um deserto moral, é um deserto intelectual. E onde não é um deserto nem moral e nem intelectual, é um deserto mental.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

A bolha da imprensa

Ontem consegui assistir 2 minutos da GloboNews: uma apresentadora concordando com o Guga Chacra que concordava com a apresentadora sobre alguma visão de mundo totalmente da bolha jornalística e sem o menor respaldo no mundo real.

Na hora pensei: passam o dia falando para eles mesmos.

A união da esquerda brasileira

Uma seita que idolatra um presidiário, um Napoleão de hospício, um cafetão de mendigo de meia idade que pensa ser um estudante rebelde da Cefet e uma comunista quase quarentona com a idade mental de uma fã de banda coreana que gosta de passear na Disney.
É a isto que a esquerda brasileira ficou reduzida.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

A esquerda não quer combater o crime, mas cafetinar as vítimas

- Sou contra assalto.
- Beleza, vamos punir o assaltante.
- NÃÃÃOOO ISSO NÃO RESOOOOLVE!
- Sou contra o estupro.
- Beleza, vemos punir o estuprador.
- NÃÃÃOOO ISSO NÃO RESOOOOLVE!

De um lado pessoas defendendo punição severa e imediata para estupradores. De outro, pessoas que preferem debater um pouco mais e lançar hashtag.

Não é difícil descobrir quem realmente quer fazer algo a respeito e quem está afim de lucrar em cima da miséria alheia (para variar).

A esquerda não é só canalha, é burra mesmo. Não necessariamente nesta ordem.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Redes sociais: o jornalista, o confeiteiro e o ativista


O jornalista americano Glenn Greenwald é uma espécie de Dr Jekyll and Mr Hyde da imprensa. Sua atuação nos EUA é realmente isenta. Ainda que de quase clara preferência pessoal pelos democratas, já o vi escrevendo artigos e tuítes onde desanca o partido de Hillary Clinton e reconhece méritos nos republicanos.
Ele demonstra, com rara percepção, hipocrisias e incoerências de parte a parte. Isso no seu país. Quando chegamos ao Brasil, onde reside com um parceiro que não por acaso é um vereador do PSOL ligado ao movimento gay, sua atuação deixa de ser a de jornalista e passa a ser de militante. Todos os clichês da esquerda tupiniquim - desde chamar o impeachment de Dilma Rousseff de "golpe" até considerar Lula um "preso político" - estão presentes em sua atuação, o que, na minha opinião, o desqualifica como alguém isento o bastante para ser levado a sério. Recentemente, nos episódios de expurgo que a esquerda que domina as grandes empresas de tecnologia como o Google, Facebook e Twitter, praticou contra personalidades e agências de direita, Glenn demonstrou claramente seu lado Dr Jekyll and Mr Hyde. Ao passo em que, corretamente, alertou para os perigos de permitirmos que companhias com suas pessoas e algorítimos decidam o que é ou não "discurso de ódio", e que seja tolerado que estas possam anular a existência digital de alguém, o americano comparou tal prática à dos confeiteiros americanos que se recusam a fazer bolos para "casamentos" gays. Segundo Greenwald, se alguém acha que é direito de um confeiteiro, por razões pessoais, se negar a fazer um bolo, também deve achar normal que o Facebook, o YouTube, o Twitter ou o Google censure pessoas por razões políticas. É um absurdo tão grande que dispensa explicações mais longas. Então o cara compara gigantes da tecnologia que influenciam a percepção de milhões de pessoas, podendo manipular eleições e determinar narrativas que impactarão toda a sociedade, com um sujeito que não quer fazer um bolo? Como se, tal qual uma confeitaria, tivesse um pequeno Facebook em cada esquina? Convenhamos, só mesmo uma mente militante pode achar que tal comparação não é estapafúrdia e falaciosa. Ninguém necessita de um bolo daquela exata confeitaria. Mas uma pessoa ou grupo que tem sua existência suprimida da rede mundial de computadores por parte de empresas que se tornaram tão grandes, que passam a ter interesse público, simplesmente desaparece caso nada seja feito para protegê-lo de tal morte ou degredo virtual. Isso nada mais é do que (mais) uma tentativa de contrabandear pautas do politicamente correto para debates sérios sobre a liberdade de expressão - e dos limites que empresas de tecnologia terão ao lidar com a existência virtual das pessoas - que deverão ser enfrentados mais cedo do que se pensa. E é esse pessoal que adora falar em "falsa equivalência".

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Todos contra Bolsonaro

Tá bonito ver a imprensa TODA bancando coach de debate dos adversários do Bolsonaro, especialmente o Alckmin. Deixou de ser uma torcida aberta, passou a ser uma colaboração disfarçada e agora virou coisa de cabo eleitoral e marqueteiro mesmo. Todos contra um.

Para acabar de vez com a censura dos esquerdistas que dominam as redes sociais

Imagine essa situação: um juiz aplica lei mandando o Facebook restabelecer página tal até que haja ampla defesa. Estabelece multa diária e retirada do site do ar em todo o país até que se cumpra. Vamos ver quantos dias de prejuízo sem impulsionamento eles e os acionistas suportam.
Quem detém mais poder hoje? A Apple, o Facebook ou o governo de Tuvalu? Quem pode atingir mais diretamente a vida das pessoas? O Google, o Twitter ou a prefeitura de Nice? Essas empresas precisam se submeter a leis sim. Quem não quiser que vá montar uma barraca de fruta na praça.

Uma historinha para sua reflexão

Um rapaz que conheço e trabalha de office-boy estava presente numa briga na qual um indivíduo foi morto. O assassino confesso o inocentou, duas testemunhas o inocentaram, outros dois envolvidos já morreram (estavam metidos com o crime) e esse rapaz é pai de três filhos.
Pois bem, com tudo isso, algum juizão zeloso resolveu emitir um mandado de prisão preventiva contra ele. Está há mais de mês no sistema penitenciário do RJ. Já levou uma surra dos agentes, ficou sem andar, tiveram que contrabandear antibióticos para que não morresse, mas piora.

O julgamento, no qual o advogado diz que ele muito provavelmente será exonerado imediatamente, dado o que consta nos autos, vem sendo adiado e o rapaz está desesperado. Sem contato com a sua família e misturado no meio dos marginais de verdade, que chegaram a ficar com pena dele.
Finalizo com uma informação que todos sabemos, mas não custa lembrar: José Dirceu, marginal condenado, está livre e permanece articulando maneiras de interferir numa eleição presidencial.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

A extrema-esquerda censura as redes sociais, o que fazer?

Depois de perfis do MBL e de quase todo o conteúdo online do site americano de direita InfoWars ser eliminado, o Twitter iniciou um expurgo contra perfis conservadores alegando "atividade suspeita".

Lembre-se que estas mesmas redes sociais, dominadas por radicais de extrema-esquerda, abrigam normalmente perfis do Comando Vermelho, do PCC e de psicopatas e marginais petistas que pedem abertamente, inclusive, o assassinato de juízes. 

Um lado pode tudo e o outro não pode nada. Esse é o sonho da esquerda, essa doença moral que se abate sobre a civilização humana.

Você queria uma distopia? Pronto, está aí o belo ensaio geral de uma. O mundo foi transferindo sua existência para uma extensão do mundo online. Suprima a existência online e pessoas virtualmente somem. Entregue esse poder para justiceiros sociais da extrema-esquerda e observe.

Se nada for feito, sem pudorzinho ou meio termo, mas com a rapidez e a força que a situação exige, o pensamento único que lentamente ia sendo minado não será apenas um pensamento único, mas a lei. o pensamento único que lentamente ia sendo minado não será apenas um pensamento único, mas a lei.


Eles não adoram Estado? Então, vamos dar Estado pra eles: leis regulamentando tecnologia/redes sociais e critérios para censura/direito de defesa/de resposta. A zombaria contida em afirmações como "ué, não gosta do mercado?", pode ser revertida para "ué, não queria mais Estado?".

A palhaçada precisa terminar já.

A imprensa esquerdista é desonesta e burra


Manchete Chamativa: MULHERES TRABALHAM MAIS HORAS QUE HOMENS. Corpo da notícia: mulheres passaram a trabalhar 34 horas, contra 30 horas antes. Homens passaram a trabalhar 44.8 horas contra 45.5 antes. O requisito pra trabalhar na imprensa esquerdista é ser desonesto E estúpido.

Entre o pedágio ideológico e a "simonalização"


A Rede Lacre

Em breve nas manhãs da Globo: "O excessivo preconceito contra cenas de sadomasoquismo no almoço do Dia das Crianças - Entenda e se eduque mais hoje, às 10:00, no Programa Lacre Matinal".

Pelo fim da gourmetização




O ser humano gosta de ser enganado. Outro dia vi uma "pipoca artesanal e orgânica" embalada a vácuo. Agora o bom e velho FILTRO DE BARRO virou um "Fresh Vittro", que "introduz vibrações positivas na água por meio das palavras Amor e Gratidão gravadas no barro". A diferença de um filtro de barro para um "Fresh Vittro" (assim mesmo, com dois Ts, igual Pablo Vittar)? Dois mil, setecentos e quarenta e seis reais. Não me entenda mal: a pessoa gasta o dinheiro dela com a porcaria inútil que quiser, até mesmo shows do Chico Buarque, mas vão gostar de ser enganados assim lá na China. A gourmetização vai acabar com a sociedade ocidental. 😛😜

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Como lidar com aproveitadores

Sabe essa turminha que se fez como profissional do anti-petismo, travestindo-se de "direita" para vender livros, palestras, artigos e assinaturas, mas que hoje é contra Jair Bolsonaro, o único candidato de direita a concorrer na eleição de 2018?

Então, faça o seguinte:

Votou/fez campanha/propagou narrativa do Alckmin, Marina, Amoedo? Respeite. É direito da pessoa. Mas depois da eleição, quando vier te pedir para assinar o bloguinho, a coluninha ou comprar o livrinho, exerça o SEU direito e mande o (a) malandro (a) oferecer lá no Brasil 247 ou na Carta Capital. 

Resolvido.

domingo, 5 de agosto de 2018

Erre, erre mais, PT

Insistir na candidatura do Lula é um erro? Sim. mas do ponto de vista imediato catalisa o que sobrou do petismo e reúne, num bunker imaginário, quem, por interesses escusos ou burrice, ainda se dispõe a defender este condomínio de pilantras e cretinos.
Só que essa insistência em se amarrar ao destino do presidiário irá prejudicar bastante o PT e a esquerda no longo prazo. Lideranças, que já eram poucas, estão presas ou são fracas demais para enfrentar o "nhonhô" que traz todos na rédea curta. Impede-se assim uma renovação.
Do meu ponto de vista isso é maravilhoso. Espero que o PT erre bastante, erre muito, até, de preferência, acabar. Nada seria melhor para o Brasil do que o PT ser reduzido ao que sobrou do comunismo na Europa.
Nada seria tão salutar para o resgate de alguma civilização no Brasil do que ver desmontada toda essa estrutura partidária, sindical, social, que sustenta e se alimenta do lulopetismo e e que esses cafetões de mendigo fossem assombrar outra freguesia.

sábado, 4 de agosto de 2018

Terrorista não tem "lugar de fala"

Não acredito sinceramente que assaltante de banco e gente que explodia bomba em aeroporto tenha a menor moral para falar em democracia, cidadania ou direitos humanos.

Por que querem matar o Paulo Guedes?

Em 2010 e 2014, quando a petista Dilma Rousseff foi candidata a Presidência da República, nenhum jornalista parecia se importar com o fato de que um voto nela significaria também um voto em Michel Temer, velho conhecido do velho PMDB. O vice foi tão ignorado durante as campanhas, que os militantes de esquerda aparentemente foram pegos de surpresa quando o pedido de impeachment da presidente foi aceito e eles descobriram que tinham votado nele também.

Digo isso porque é bastante estranha essa obsessão pela saúde – tanto política quanto física – do já apontado Ministro da Economia de um eventual governo Jair Bolsonaro, o economista Paulo Guedes.

Tanto na entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, quando na sabatina da GloboNews, não foi apenas uma pergunta desinteressada, dessas para “encher linguiça”, mas várias e insistentes inquirições sobre “qual é o plano B para o caso do Paulo Guedes adoecer?” ou “O que o presidente Bolsonaro fará caso o Paulo Guedes não esteja mais no governo?”.

Fica a pergunta: o que acontecerá com o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, caso o time de economistas do mercado financeiro reunidos por ele numa equipe resolva que é melhor recolher os dividendos e passar férias num resort no Caribe, ao invés de lidar com contas como, digamos, do dinheiro da merenda escolar? O que aconteceria caso o Ciro Gomes fosse finalmente recolhido a uma instituição e seja lá quem for seu vice assumisse? E se a Marina Silva terminasse a fotossíntese e virasse uma libélula? O Eduardo Jorge seria um bom nome para fumar, quer dizer, conduzir a Presidência? Poderia continuar aqui oferecendo exemplos indefinidamente, mas a idéia não é essa.

A idéia é chamar a atenção para este comportamento cada vez mais bizarro da imprensa, sempre perguntando para o candidato Jair Bolsonaro quais são seus planos A, B e C para o caso do seu ministro da economia “faltar”, enquanto os demais apenas desfiam platitudes formuladas em grupos de foco de pesquisas de mercado e deixam de explicar seus imensos passivos, inclusive criminais, por exemplo.

E agora que parece cada vez mais encaminhado o nome do príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança para vice na chapa de Bolsonaro, me pergunto qual será a próxima dúvida relevante da imprensa militante do Brasil. Se Jair Bolsonaro renunciar ou sofrer impeachment o vice assume e o país retorna à monarquia? Não ria, eles não conhecem o senso do ridículo.

Deixem o Paulo Guedes viver, minha gente. Façam-me o favor.

Gilmar, Toffoli e a imprensa

Se o jornalismo brasileiro fosse mesmo investigativo e confrontador, doa a quem doer, a mesada do Toffoli e o contubérnio do Gilmar Mendes com empresários e investigados estaria nas primeiras páginas todos os dias até ambos caírem.

O jornalismo é um cadáver em decomposição

O jornalismo mundial morreu durante a idolatria subserviente de fanboy nos pavorosos anos Obama. O que presenciamos hoje é apenas o seu cadáver em decomposição.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

O voto em Alckmin

amos ser bem claros: quer votar no Alckmin? Vote. Direito seu. Mas não diga que é por decência ou "gestão". Esse cara se juntou mais ou menos com o mesmo entulho que só pulou fora da Dilma quando o Titanic já estava de bunda pro alto.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Pela extinção de certas faculdades públicas

O governo deveria cortar todas as bolsas e a grande maioria das verbas federais para faculdades de humanas e concentrar os parcos recursos dos combalidos cofres nacionais para cursos que sejam realmente úteis para a sociedade.
Faculdade de humanas primeiro derrete os circuitos do cérebro capazes de fazer pensar e depois instala um chip de militante que transforma o sujeito num inútil quase perpétuo.
Pode cursar, longe de mim querer proibir, mas faça-o com o seu dinheiro.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Homens do povo

Na imprensa: "Um jantar reuniu anteontem 250 convidados — 5 mil reais por cabeça — na Casa Fasano, em São Paulo. Foram ouvir Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e João Amoêdo."
Com certeza três cidadãos que estão preocupados com as prestações, as férias e o vale refeição do brasileiro comum.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Dívida histórica? Hein?

Ainda sobre o Roda Viva com o Bolsonaro: os entrevistadores falando em "dívida histórica" (conceito e linguagem pateta de militante) como se fosse algo dado, pronto e acabado, apenas para ser aceito, mostra, mais uma vez, a desconexão dessa imprensa com o país real.

A imprensa militante e decadente

Entendem agora o desespero e a campanha histérica da imprensa militante para censurar a internet sob a desculpa de "combate às fake news"? Os mestres das fake news que sempre manipularam a audiência estão apavorados com a concorrência da internet. Aliás, concorrência não, surra.



segunda-feira, 30 de julho de 2018

A esquerda (des)animada

Hoje fui ver a premiação do Anima Mundi e confesso que o público conseguiu me chocar. Parecia uma plenária do PSOL misturada com distribuição de butim do PT. Sempre foi assim? O domínio da esquerda sim. Mas nunca com tamanha ostentação de símbolos e posturas. 

A impressão que passa é que conforme vão perdendo espaços na sociedade, seja no mundo virtual ou no chamado "mundo real", vão radicalizando o agir, assumindo uma postura de gueto mesmo. Fechando a bolha quase hermeticamente. 

Ninguém me destratou, não houve nenhum episódio específico, mas 90% do público tinha a indumentária, postura e conversa de quem voaria no meu pescoço caso eu respondesse honestamente a pergunta "o impeachment da Dilma foi golpe?". 

Não é reclamação ou desabafo ou brado, nada disso. É quase uma comemoração: apesar de ter que me sentir um espião da CIA na sede da KGB para ver uns desenhos animados, constatei que eles estão perdendo. Estão presos num bunker.

P.S.: Havia camisetas "Mirabelle Presente" e "Lula Livre", mas será que alguém com uma camiseta assim:

"Meu Voto é Secreto 😎👉🏻👉🏻"

Circularia de boa no local? Tenho minhas dúvidas.

Inversão total de valores

A TV com lacração em programa matutino e os psicopatas doutrinadores nas salas de aulas já se encarregaram da família. Agora eles vão atacar sua religião. Ou você aceita que o que lhe é sagrado possa ser profanado - "bicha, travesti, transsexual, etc." - ou o criminoso será você.
Isso tudo é um exercício de tornar os padrões do que é aceitável elásticos. Se agora essas ofensas aos cristãos ainda causam indignação e algum debate, caso seja permitido em breve errado - "preconceituoso" - será quem se indignar.

sábado, 28 de julho de 2018

A obsessão da imprensa

A imprensa hoje: "Olha, ele é gay!", "Que lindo, ela tem mulher!", "Não, não, esquece o custo de vida, olha que coisa fofa esses dois homens se beijando!", "Veja as ultimas cenas gays no cinema!", "Curte tênis? Então, essa jogadora aqui é sapatão!", "Ouça que musicão esse homo fez!".

terça-feira, 24 de julho de 2018

Você só pode querer um tipo de país

É pra MUDAR o país e romper esse ciclo asfixiante de confisco, rapinagem e impunidade ou é para bancar o "equilibrado e sem paixões" e sentar no colo dos mesmos calhordas de sempre sob a explicação de que precisa haver "mais preparo" e "menos radicalismo"?
Os dois não cabem juntos.

Não existe diálogo possível com a esquerda

Se liga: um dia vc vai "dialogar" com a esquerda, se envaidece com meia dúzia de elogios sobre sua "maturidade" (estão prontos pra te calar no primeiro "ah", mas releva), no dia seguinte já está vendo racismo e misoginia em piada e meme, viciado em receber elogios dessa escória.
Não quero que a esquerda me veja jamais como alguém razoável e aberto ao diálogo. Não dialogo com defensor de genocida e liberticida, com gente que relativiza o Maduro. A única coisa que desejo da esquerda é a sua derrota total e a rendição. O resto dispenso.
Esquerdista para "dialogar" comigo tem que abrir mão de defender ou relativizar Cuba, Venezuela, Che Guevara, roubalheiras do PT, ideologia de gênero, politicamente correto, mas aí ele já terá deixado de ser esquerdista.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

A imprensa de esquerda está contra o grupo de Whatsapp da sua família

Se liga: é a mesma imprensa que trata como algo viável e plausível a candidatura de um PRESIDIÁRIO FICHA SUJA que está preocupada com as "fake news" que sua tia pode espalhar no grupo de Whatsapp da família.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Sugestão aos marqueteiros de Jair Bolsonaro

Em 8 segs você diz:

- Alckmin, cadê a merenda?
- Ciro, já tomou o remedinho?
- Tava sumida, Marina!
- Lula preso!
- Bandido tem que se foder e acabou.
- Vote 17 ou vai ter macho no banheiro com sua filha.
- Alô, Caê, acabou a Rouanet!
- Corre Boulos, uma carteira de trabalho vem ali!

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Ofende hoje, pede votos amanhã

Adoraria saber qual é o plano do PSDB para, caso o intento dê certo e tire o Bolsonaro de um eventual segundo turno, conquistar os votos de uns 20% do eleitorado que passou a sentir pelo partido um asco que só não é maior do que o sentido pelo PT.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

A diversidade do atraso

"Diversidade" = Pegar um país de primeiro mundo, dizimar sua cultura, descaracterizar seu povo, transformá-lo numa cloaca terceiro mundista e dizer que isso é lindo porque agora ele ganha competições de atletismo, partidas de futebol e tem carnaval.

O bom e velho mundo sem lacração

Saudade do tempo em que você ia, por exemplo, num show dos Pet Shop Boys, que tem um público cheio de gays, e aquilo queria dizer apenas que você curtia a música dos Pet Shop Boys e não tinha nada a ver com a vida pessoal do restante da platéia.
Hoje em dia gostar de um artista, uma franquia de filmes, uma novela, um livro, etc., é uma declaração política, um hasteamento de bandeira, uma subida num palanque.
Se ouve isso, lê aquilo, curte aquilo outro, então é a favor/contra o "casamento" gay, a ideologia de gênero, o desarmamento, a plantação de batatas na Casa da Mãe Joana, enfim, gosta-se (ou deixa-se de gostar) de algo não baseado na qualidade que aquilo possui para a pessoa, mas baseado no que dizer que gosta/não gosta daquilo dirá para ao resto da sociedade sobre esta pessoa.
É a era da afronta - "vai tocar isso sim" - e da lacração - "não curte música tal por que, 'amore', você é 'homofóbico'?".
Uma geração de gente chata e mimada que foi criada pensando que é o centro do mundo. Deu nisso: o mundo está sem centro.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

As faces da ruína do Rio de Janeiro



Ninguém se mete com Brizola, Garotinho, Sérgio Cabral, Saturnino Braga, Luiz Fernando Pezão, Rosinha, Benedita da Silva, entre outros, impunemente. O Rio de Janeiro é o retrato do rebotalho que o governa há décadas.
E o Marcelo Freixo talvez seja um dos personagens políticos mais hipócritas, desonestos intelectualmente e pilantras ideológicos do país. Não é coincidência que outro personagem deletério como ele, o Guilherme Boulos, seja do mesmo partido.
O PSOL é um PT para eleitores que não aprenderam nada e malandros de esquerda que são capazes de tudo.
Daí a falta total de pudor em dizer que o impeachment da mentirosa violadora de leis, porém filiada à nave mãe da qual o PSOL é linha auxiliar, Dilma Rousseff, era "golpe", enquanto o pedido de impeachment de Marcelo Crivella, desafeto que surrou o Marcelo Freixo nas urnas, não é.
A moral pastosa é comum a todos eles e a cara de pau em ostentá-la por aí sem o menor constrangimento, idem.
A diferença, neste momento, é que o prefeitinho dos playboys de federal e da Zona Sul ainda não possui acusações criminais como seus chefetes do PT, já que a única coisa que administra, além do seu apartamento num bairro abastado, é a própria equipe de PMs que lhe fazem segurança particular, enquanto ele mesmo defende por aí o desarmamento e o fim dessa mesma PM para o resto da macacada.
Resumidamente, a moral deste cretino funciona assim: político de esquerda que sofre impeachment, sofre um golpe. Não importa o crime que tenha cometido.
Político, por pior que seja, que não é da patota e aplica nele uma verdadeira surra no bubuti em eleições diretas e livres, pode sofrer impeachment tranquilamente, ainda que a maior acusação contra ele seja "a turma da Praça São Salvador não gosta".
Pobre da cidade que cai na conversa de um malandro desse e o leva até um segundo turno. Não é a toa a situação do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

A velha estratégia da esquerda

O Marcelo Crivella herdou uma cidade falida do aliado do PT, Eduardo Paes. Mas a imprensa, lacaia da esquerda, está ignorando este fato para fazer contra ele uma de suas guerras de baixa intensidade que minam a reputação de alguém até destruir. O objetivo? Viabilizar o Marcelo Freixo.
O roteiro é o MESMO usado para levar o Lula até a presidência. Nada que não fosse o eterno candidato prestava, até que em 2002 conseguiram eleger o sapo barbudo. Estão apenas repetindo a fórmula para tentar eleger a Libélula do Leblon para prefeito do Rio.

As instituições estão funcionando


 Pode confiar.

terça-feira, 10 de julho de 2018

A imprensa dá ao PSOL a relevância que as urnas negam

A Folha, Estadao, Veja, Istoé, Época, etc., deveriam publicar a opinião do Levy Fidelix e do Eymael toda vez que repercutissem as idiotices que o Boulos fala. Até por questão de isonomia em relação aos candidatos com traço nas pesquisas.

O cara é agiota de mendigo que não consegue nem 1% nas pesquisas e ficam esses militantes travestidos de jornalistas tratando-o como se fosse uma espécie de condestável da República que deve ser ouvido sobre todas as questões relevantes do país.

Haja paciência.

A imprensa é o verdadeiro partido do Lula

O PT e a imprensa que o partido traz na coleira estão querendo transformar esse ano eleitoral numa disputa entre um presidiário que não pode ser candidato e um juiz que não quer ser.
Tudo isso para não admitir que as chances do Bolsonaro ser eleito aumentam a cada dia.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Ameace um juiz, mas não xingue nos estádios

É petista ameaçando o Moro, é deputado petista incitando a invasão da PF, mas a PGR/MPF está ocupada demais fiscalizando quem faz piada ofensiva, manda quilombola trabalhar ou grita "bicha" nos estádios.

domingo, 8 de julho de 2018

Os valores de Geraldo Alckmin

O Alckmin é um candidato que possui um conjunto de valores tão sólidos quanto uma gelatina, defendidos com a coragem do Salsicha do Scooby Doo.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Trump é odiado pela extrema-esquerda pelos seus sucessos, não pelos seus fracassos

Até agora o Trump vem sendo criticado por fazer o que presidentes de todos os outros países supostamente também deveriam: cuidar dos interesses do seu país e do seu povo. Se os demais fizessem isso, talvez nem existisse imigração ilegal.

O lugar do comunismo é a margem da lei

A Manuela D'Ávila não deveria ser interrompida numa entrevista, mas impedida de sequer falar na TV. O lugar do comunismo é, ao lado do nazismo, a lata de lixo da história reservada aos genocidas, e qualquer defensor de ambos não é um interlocutor respeitável e não merece ter voz.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Existe racismo reverso sim

Uma DJ branca foi agredida porque tocou uma música de Dona Ivone Lara numa festa.
Segundo a afrodoida criminosa que a atacou, "branco não pode".
Afro-warrior e supremacista branco só muda a cor da bosta, porque o fedor é o mesmo. Mas devemos esquecer o choque e a indignação ppr um momento e dar os parabéns aos militantes do sistema educacional brasileiro: sua bela obra está quase completa! Mais um pouco e o outro lado, de saco cheio, vai começar a responder e teremos uma guerra étnica no Brasil.
Viva a pedagogia do oprimido.
Aliás, errei. Preto racialista maluco não é totalmente igual branco racialista maluco, já que é notório o fato de afro-warrior nunca ser repudiado, esculachado, combatido, processado ou preso por isso, como deveria, pelo contrário, esses psicopatas que sofrem pelo que não viveram - afinal, a escravidão acabou há mais de cem anos - são incentivados por pilantras, covardes e idiotas úteis.


sábado, 23 de junho de 2018

Privado x Público


Por que diminuir o tamanho do Estado? Brincadeiras à parte, porque o Estado é, na maioria das vezes, inchado, lento, corrupto, caro e incompetente. O Estado é o Messi na seleção argentina.

terça-feira, 12 de junho de 2018

O presidente do mundo

O Trump não vencer o Nobel da paz este ano irá desmerecer todos os que já ganharam o Nobel da paz antes. Menos o Obama, que ganhou sem merecer mesmo.

sábado, 9 de junho de 2018

Saudades do jogo de comadres

É curioso observar muitos analistas e especialistas insistirem que o Bolsonaro não é novidade, como se novidade houvesse e como se, neste cenário formado, ele não fosse, de fato, uma quebra de continuidade no jogo de comadres entre tucanos e petistas.
Vai ver o problema é esse.

sábado, 26 de maio de 2018

Para refletir

Ontem a Colômbia anunciou que está entrando na OTAN e na OCDE. E o Brasil ainda debatendo se estatal paquidérmica, pantagruélica e coalhada de encostados e funças é "patrimônio nacional" ou não.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Governar é construir ferrovias

Se o Brasil tivesse vergonha na cara não esperaria nem pela segunda-feira, já começaria a construir ferrovias hoje.
Todo lugar do mundo quando se desenvolve chega o trem, no Brasil foram tirando. Há poucas décadas você viajava do Rio para Friburgo ou Vassouras de trem, hoje só de ônibus. É isso por todo o país.
Um baita litoral, rios navegáveis e nada disso é usado. Só transporte rodoviário, que é poluente, caro, complicado e sujeito a esse tipo de coisa como a atual greve/locaute dos caminhoneiros.
Um país em guerra com o Brasil já até sabe: basta bombardear meia dúzia de estradas que a brasileirada volta para a idade da pedra.
Não tem como dar certo.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Democracia boa é democracia chata

Sabe qual é a eleição legal? uma tipo essa, só cara voluntarioso, gente maluca que nem o Ciro, uns manés para serem zoados como a Manuela e o Boulos, briga na rua, bate boca, candidato sendo preso, torcida igual de futebol.
Sabe qual é a eleição excelente para o país e para o bem estar das pessoas do país? Uma eleição chata, com candidatos insossos, com pautas coerentes e equilibradas, debate de idéias e aquela monotonia que só uma democracia sólida pode ter.
É isso.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

O que a Petrobras te dá além de despesa e desgosto?

A Petrobras é igual filho comunista ou feminista: não te dá nada além de despesa e desgosto.

Pouca coisa é tão urgente quanto a privatização da Petrobras. Manter a pirâmide petrolífera é como não ter dinheiro para comprar pão com manteiga, mas querer criar um tigre dentro de casa.

terça-feira, 15 de maio de 2018

"Seriam os negros héteros os brancos da raça negra"?


Sempre que você acha que a esquerda disse a coisa mais estúpida possível, a esquerda se supera.






A senha para entrar no clube dos panacas

"Fora Temer" é o mesmo que "Não Vai Ter Golpe", "Fascistas Não Passarão" ou "Vai Ter Luta", frases que não querem dizer nada de fato, mas servem como senha para um esquerdista cheirar a bunda do outro e se reconhecer que nem cachorro.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Pode apoiar a PM que não dói

Dica para a direita casaquinho: apoiar a PM não te transforma automaticamente em apoiador do Bolsonaro, tá? Ainda que a PM em peso o apoie. Pode parar de relativizar bandidagem.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Os ataques da imprensa aos militares

O Exército enquadrou a Operação Salva-Lula em curso no STF. Como manda quem pode, obedece quem tem juízo, a virada de mesa da segunda instância foi engavetada. Pouco tempo depois a imprensa - lacaia do PT - começa com esse papo de "assassinatos do Geisel".

quinta-feira, 10 de maio de 2018

A esquerda e as estatais

A esquerda acaba com as empresas públicas entupindo-as de funças e encostados de sindicato cheios de direitos e sem nenhum dever, mas é a direita que as "sucateia" para depois privatizar.

A esquerda que emburrece e embrutece

Eu sou "anti-ciência" se questionar aspectos da teoria do aquecimento global, mas eles não são por afirmarem categoricamente que um sujeito que se veste de mulher "não tem nenhum problema psicológico".
A esquerda, não satisfeita em emburrecer e embrutecer os jovens, agora usa a ideologia de gênero para enlouquecê-los também.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Sobre o prédio desabado

Sabem o que acontece? Se a defesa civil for num prédio desses, condenar a construção e mandar evacuar, aparece a esquerda com seus movimentos sociais, ONGs, OAB, MP, defensoria, etc., falando em higienismo, nazismo, o escambau. Daí por MEDO não fazem nada e no final dá nisso aí.

Azar do PT, sorte sua

Aí você me diz: sob a ótica petista, não era melhor o Serra ter vencido em 2010, passar 4 anos apanhando que nem o Temer e o chefe de quadrilha voltava em 2014? Mas a fome de poder e o bico grande para comer recursos não quiseram esperar. Sorte do país.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

A República da Pilhagem

As pessoas estão nas ruas, nos escritórios, nas empresas, nas indústrias, trabalhando para garantir seu sustento e para ficar em dia com o peso do estado sobre seus ombros, enquanto o STF trama dia e noite contra elas e a favor dos bandidos de terno que as assaltam.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

É bom sempre lembrar: Demóstenes Torres não é Lula

A grande imprensa sente, por razões econômicas e ideológicas, a necessidade de sempre pagar pedágio ao PT. Por este motivo é que, para falar mal de um petista, ela precisa encontrar alguém do outro lado para estabelecer uma equivalência, ainda que falsa. E no passado recente do Brasil, poucas pessoas representaram tão bem esse “outro lado” oposto ao PT quanto o ex-senador Demóstenes Torres, que se declarava “de direita” antes de estar na moda e que lutou contra políticas divisionistas da esquerda como, por exemplo, as cotas raciais.
Quando subia à tribuna, desancava petistas sem ressalvas, assim como chegou a colocar o dedo na cara do grande aliado e avalista do PT junto às velhas oligarquias, José Sarney. Acumulou, portanto, poderosos inimigos, que se aproveitaram de uma conversa baldia sua com o contraventor Carlinhos Cachoeira, pega num grampo não autorizado da PF e vazado, para cassar seu mandato e tentar enterrar sua carreira política de forma sumária. Note, não defendo aqui sua relação com o contraventor que, diga-se de passagem, começou quando este detinha a exclusividade da exploração legal das máquinas de caça-níquel concedida pelo governo de Goiás.
Desde 1995, no governo de Maguito Vilela, concessão depois renovada em 1999 pelo governador Marconi Perillo, até 2006, quando o STF proibiu que os estados legislassem sobre jogos, sua atividade era legal, autorizada, recolhia impostos e recorria à secretaria de segurança, ocupada então por Demóstenes, para coibir os operadores clandestinos. Mas era uma relação institucional, tanto que em 2001, Demóstenes prendeu o irmão de Cachoeira, durante uma operação de Secretaria de Segurança.
É líquido e certo que um senador não deveria manter qualquer tipo de relação – e muito menos aquele tipo de conversa – com um homem como Carlinhos Cachoeira, mas são raros os políticos goianos, geralmente os mais inexpressivos, que não o conhecem ou sequer o viram.
Como senador, Demóstenes foi relator da Lei da Ficha Limpa e também das medidas cautelares (monitoramento eletrônico, entrega de passaportes, etc.), que mais tarde possibilitaram o sucesso da Operação Lava-Jato. Era, portanto, uma voz ativa em defesa da ética e como diz o ditado, não cabe à mulher de César apenas ser honesta, ela precisa parecer honesta. E os indícios apontavam para algo grave em relação à sua conduta. Assim foi apresentada contra ele uma denúncia ao Senado, que geralmente leva dois anos para analisar um processo, mas que, no seu caso, concluiu tudo em três meses, entregando a relatoria ao senador petista Humberto Costa, que exerceu seu papel de verdugo com gosto e aplicação. Foi cassado e perdeu seu mandato, ficando inelegível, de acordo a mesma Lei da Ficha Limpa da qual fora relator.
No rastro da operação Monte Carlo, Demóstenes foi investigado pela polícia federal, pela Interpol e pelo Ministério Público. Seus dados e de toda sua família foram levantados junto a órgãos como o Banco Central, o COAF e cartórios variados. Contas e declarações foram verificadas, seu sigilo bancário e o de seus familiares foi quebrado e até mesmo uma neta foi investigada. Ao fim, todas as investigações concluíram que inexistiam provas que o ligassem a qualquer atividade ilícita, seja na forma de desvio, corrupção, prevaricação, formação de quadrilha ou qualquer outra denúncia que havia sido feita. Em 2014, o Ministério Público atestou que seus bens eram compatíveis com seus rendimentos (salários de procurador e senador) e concluiu que ele não havia se beneficiado de nenhum esquema relativo a jogos de azar. Mas o estrago estava feito.
Para a “opinião pública” e, principalmente, para a imprensa petista, Demóstenes Torres era um corrupto que deveria ser alijado da vida pública.
Por esta razão é que agora, quando conseguiu uma liminar no STF autorizando sua candidatura, a imprensa correu para decretar: estão livrando a cara de um ficha suja. Só que a lei, que prevê a inelegibilidade decorrente da cassação, teve seu efeito anulado a partir do momento em que o processo o inocentou. Isso se deu para evitar a perseguição política pura e simples. Mas o que ainda se ouve por aí? Que ele só “se livrou” porque anularam as provas, quando na verdade apenas um dos processos foi anulado por uma escuta ilegal. Demóstenes, porém, não foi inocentado em apenas um processo, mas em 9 processos ao todo. E não foi inocentado por um, dois ou por uma turma de juízes, mas pelo próprio Ministério Público, a quem cabia a tarefa de acusá-lo, e pediu o arquivamento, no mérito, de todas as acusações.
Você pode gostar dele ou não, pode achar que tudo isso não passa do “sistema” beneficiando um “poderoso”, mas dizer, sem corar a face, que seu caso é parecido com o do Lula? É mau-caratismo e desconhecimento da realidade. Lula é um criminoso condenado em duas instâncias, que responde a mais sete processos na justiça. Provas contra ele são fartas – fotos, documentos supostamente forjados, delações, testemunhos, renda incompatível – e ele só não estará solto hoje caso tivermos um STF aparelhado e de chicanas jurídicas utilizadas por sua turma de advogados. O MP não pediu a anulação do seu processo, a PF não o inocentou, ele não foi exonerado de todas as acusações contra si por falta de provas, ou seja, há uma diferença gigantesca entre a situação jurídica – e policial – de Demóstenes Torres para a de Luís Inácio Lula da Silva.
Comparar o incomparável só interessa para quem deseja – aí sim o termo se aplica – livrar a cara de um e livrar-se do incômodo (político) que o outro pode representar.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Faz assim, ó

quando a turma que votou no Aécio em 2014 o tratar como herói e cercar a sede do PSDB para impedir que ele seja preso, a gente conversa.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Não existe democracia com impunidade

Vejo muita gente preocupada com as palavras do comandante do exército, general Villas Boas, dizendo que a instituição está ao lado do cidadão contra a impunidade.

Alguns chamaram de ameaça, outros mais exaltados o trataram por "generaleco", petistas falam em golpe militar e fascismo e entusiastas de uma intervenção comemoram como se esta fosse algo iminente.

Não é, mas uma comoção ou caos social podem levar a isso. Mas comoção e caos não brotam do chão, são construções erguidas com esmero.

Quando algum especialista, político morno, jornalista de esquerda, militante profissional, analista de diagnóstico pronto, etc., fala em "instituições", estas não são - ao contrário do que fazem parecer - coisas dadas, quase divinas.

A crença nas instituições é uma adesão voluntária e pessoal de cada cidadão, que entende, se for o caso, que fazer isso é melhor para a sua vida e para o lugar onde vive.

Num país onde a punição só atinge até um determinado padrão de renda e poder, onde a única coisa que funciona como um relógio suíço é a cobrança de impostos, onde o deboche, o escárnio e o teatro barato são a tônica da atuação política, com um supremo tribunal que age como escritório de advocacia para quem tem influência, essa crença nas instituições torna-se quase impossível.

Que cidadão pode respeitar um sujeito que solta - por três vezes seguidas - seu compadre? Um advogado do PT instalado no STF? Um ministério repleto de nulidades e prontuários? Pronunciamentos que terminam com frases como "vossa excelência é um marginal"? Um parlamento no qual a imensa maioria pode chamar um ao outro de "ladrão" e todos terão razão?

Não são as pessoas desesperadas que pedem intervenção militar ou esperam um "salvador da pátria" que ameaçam a democracia. É o estado de caos e esculhambação que as tais instituições jogaram o país, e que causaram esse desespero, que a estão matando. 

Não existe democracia com impunidade. E a democracia brasileira hoje, na forma como é exercida, é um cadáver insepulto, um zumbi pedindo para levar um tiro ou uma espadada na cabeça.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Se preocupe agora, para não se arrepender depois

Se você ainda não está preocupado com o que pode acontecer com o Brasil, é melhor começar a ficar. A menos que more no exterior e não tenha planos de retornar.

O colapso da narrativa esquerdista junto aos cidadãos provocou uma exacerbação das suas posições em todos os níveis da sociedade. Não é segredo que jornais, TVs, artistas variados, professores, sindicalistas, ONGs, são todos de esquerda. De uns, sustentados pelos partidos esquerdistas, nem se espera isenção, de outros caberia ao menos fingir.

Mas não estamos em tempo de fingimento, eles precisam salvar sua ideologia falida e sua seita, o PT e seus satélites, do iminente desastre eleitoral. Ligue a TV e assista um noticiário ou programa de entrevistas, abra um dos grandes jornais, acesse um portal e o que verá é pura e simplesmente propaganda e desinformação.

Até comediantes e comentaristas esportivos entraram na onda.

Caso você não seja petista ou militante do PSOL, você é um branco, insensível, golpista, fascista, espalhador de fake news que não merece respeito, dignidade ou qualquer liberdade, seja de expressão, associação ou mesmo de defesa.

Nos últimos dias a obsessão é transformar a vereadora assassinada Marielle Franco numa espécie de Che Guevara dos Arcos da Lapa. É a companheira da Marielle, a ligação do Papa para a família da Marielle, o grafite em homenagem à Marielle, o rap sobre a Marielle, o programa de debates falando da Marielle, o documentário contando a vida da Marielle. Em breve aguardo o álbum de figurinhas da Marielle.

A tragédia, que serviu de palanque, agora serve para setores esquerdistas na imprensa promoverem uma agenda política sem pudor. 

Gente muito preocupada com "empatia", mas que, por exemplo, deseja a morte do deputado Jair Bolsonaro diariamente.

Gente chocada com a chuva de ovos (sem trocadilhos) com a qual Lula é recebido nas cidades do Sul, mas que comemorou quando João Doria e o próprio Bolsonaro foram atacados com ovos por militantes de esquerda.

Gente que não aceita que alguém além dos terroristas do MST feche estradas para impedir que um desafeto passe.

Gente que agora acusa todo mundo de ser "robô", mas esquece que a campanha de Dilma Rousseff pagou, em 2014, com dinheiro sujo, empresas para infestarem as redes com robôs e atacar desafetos.

Gente que está inconformada com "milícias de fascistas" que os vaiam nas ruas, mas pagam, novamente com dinheiro sujo, leões de chácara e capangas para espancar opositores nas ruas. Leões de chácara e capangas que não sabemos nem se são brasileiros ou cubanos e venezuelanos importados para aplicar no Brasil os mesmos métodos de Nicolás Maduro na Venezuela.

Gente que fala mal de juízes de primeira e segunda instância, que condenam e prendem criminosos independente de partido, mas que comemoram quando togas companheiras no STF se ajoelham e beijam os pés de um condenado, chefe do maior esquema de roubalheira da história, porque este é líder do seu partido, da sua seita de degenerados.

Gente que anda promovendo boicote à Netflix por causa de uma série que desagrada seus chefões, mas que chamou de "fascismo" quando cidadãos boicotaram uma exposição com cenas de pedofilia e zoofilia.

O que a esquerda mais quer é isso. Eles podem atirar ovos, agredir, cercear, censurar, condenar, prender, cassar, boicotar, banir, proibir. Os demais só podem se calar ou fugir.

É por isso que você deve se preocupar. 

O país está numa encruzilhada: eles não são mais o que eram, mas ainda não foram totalmente derrotados. Se voltarem, não terão o mesmo pudor em tomar de você qualquer direito que eles achem que você não merece.

Sim, esta é uma guerra. E sim, você não pode nem pensar em perdê-la.

sexta-feira, 16 de março de 2018

A esquerda não respeita nem os seus

Por questão de respeito resolvi esperar pelo menos um dia para dizer qualquer coisa sobre a vereadora do Rio de Janeiro, morta  por bandidos na quarta-feira, 14 de março. 

Respeito que, aliás, seus próprios companheiros de partido não tiveram, correndo para montar um showmício onde seria o velório e um palanque sobre o seu ataúde.

A moça nem bem tinha sido executada barbaramente e já pululavam nas redes sociais manifestações de políticos, militantes, artistas, jornalistas e sub-celebridades de esquerda, todos acusando os "coxinhas paneleiros", o "golpe" ou a "intervenção" por terem assassinado uma "mulher, negra, favelada, etc.", como se o sexo, a cor da pele ou o local de origem fizessem diferença.

Mas, pensando bem, fazem sim. Policiais vem sendo mortos no Rio de Janeiro como se estivessem na Síria, pessoas são vitimadas diariamente pelos mais variados e aterradores tipos de crimes. Nessa semana mesmo, em que morreu a vereadora, um vídeo mostra o desespero de uma criança de 5 anos ao ver seu pai sendo assassinado na sua frente.

Não houve por eles nenhum pranto da imprensa, da UNICEF, da OAB, de presidentes e ministros de tribunais, de celebridades ou qualquer outro membro desta récua que habita o assim chamado "andar de cima" do país.

Partidos e jornais que chamam um estuprador pego no ato, em cima da vítima, de "suspeito", prontamente apontam dedos e concluem o que houve com a política do PSOL. Políticos de esquerda, sempre contra penas mais severas, contra a redução da maioridade penal, contra um endurecimento no combate ao crime, agora pedem "punição exemplar".

Nenhum "suposto", tudo muito definitivo. Em menos de 24 horas.

Quem dera essa justa indignação investigatória e punitiva estivesse aqui para desvendar o assassinato dos prefeitos Celso Daniel e Toninho do PT ou para lidar com os monstros que mataram Liana Friedenbach e Felipe Caffé.

Quem dera essa disposição para tratar criminoso como tal já existisse horas antes do crime que matou a vereadora do PSOL, quando o jornal El País estampou em suas páginas uma entrevista na qual o traficante e assassino Nem da Rocinha, com pose de especialista, oferecia conselhos à sociedade sobre como lidar com a bandidagem e a política em relação às drogas.

Quem quiser investigar mesmo o que aconteceu, deve ficar ciente de que não se faz campanha em nenhuma favela do Rio de Janeiro sem a autorização dos traficantes. Investiguem a polícia sim, mas verifiquem também, só para não dizer que já tem um culpado escolhido previamente, de onde vinham autorizações e financiamentos para a campanha do PSOL na Maré. Não custa aparar todas as arestas.

Finalizando, a esquerda, já combalida eleitoralmente, precisava de um cadáver. Ninguém é tão especialista em subir nos mortos para olhar o mundo de cima quanto eles.

O que fizeram com essa moça, transformando sua tragédia e a da sua família em comício, não é só lamentável, mas asqueroso.

Esse caso prova que estamos lidando com psicopatas. A esquerda não foi capaz de conceder 24 horas de respeito antes de fazer proselitismo político. Não conseguiram respeitar nem um dos seus, já que não respeitam e nem se importam com mais ninguém. Essa gente é perigosa e ruim na sua essência.

Esta é a nossa maior tragédia.

segunda-feira, 5 de março de 2018

2018 pode fazer muita gente quebrar a cara

Tempo de TV, apoio partidário, capilaridade e alianças são importantes? São. Resolvem o problema sozinhas? Não mesmo.

A afirmação que tomou conta da análise política nesse início de 2018 decreta que, uma vez iniciada a campanha de verdade e a máquina governamental e partidária for colocada em movimento, a candidatura de Jair Bolsonaro será moída e triturada.

A experiência mostra que os que acreditam nessa tese não estão totalmente errados e nem são necessariamente mal intencionados - ainda que muitos sejam ambos - porém convém lembrar que este não é um ano como qualquer outro.

O sistema político está falido, as instituições desacreditadas, os partidos nunca estiveram tão desacreditados, mesmo para níveis brasileiros, e as maiores lideranças políticas do país são investigações criminais, denúncias, inquéritos e condenações ambulantes.

O PSDB, que sempre herdou por inércia os votos anti-PT, perdeu o protagonismo e se vê às voltas com líderes encrencados nas páginas policiais ou então sem carisma e arrastando as correntes de décadas em cargos eletivos.

O PMDB é o que sempre foi: um condomínio de políticos de matizes ideológicas e éticas completamente díspares, que se dedica a comercializar tempo de TV, controlar prefeituras e governos estaduais, além de montar uma base no Congresso que o coloque na condição de atacadista no mercado de votos.

A esquerda se divide em criminosos condenados, lunáticos irrecuperáveis e chefes de bandos proto-terroristas que assustam qualquer um que não considere a Marilena Chauí uma reencarnação feminina de Aristóteles.

Dito isto, e passando aos nomes, muita gente boa acha que uma chapa Alckmin-Meirelles, com o apoio do PMDB e do DEM seria imbatível, pois uniria experiência, um aceno ao mercado e uma estrutura partidária que, para quem vê de fora, parece um Bulldozer.

Mas para quem anda animadinho achando que tempo de TV e estrutura partidária são tudo (são muito, mas não tudo), trago más notícias.

Na primeira eleição pós-redemocratização, o candidato do PMDB, Ulysses Guimarães, contava com nada menos do que 22 minutos diários na TV. Seu partido possuía maioria nas duas casas do Congresso, 22 dos 23 governadores de então e uma infinidade de prefeituras.

Com tudo isso conseguiu apenas 4,73% dos votos, ficando na sétima colocação.

O país também tinha um governo altamente impopular e o espírito das ruas era o mesmo de 2018: mudança. É por isso que as chaves analíticas aplicadas de 1994 até aqui podem fazer muita gente quebrar a cara. 

Se tem um ano perigoso para quem planeja montar alianças heterodoxas, expor prontuários num palanque e apelar para marqueteiros que convençam o eleitor de que "mais do mesmo" é melhor do que qualquer outra coisa, esse ano é 2018.

Está tudo muito no início, mas tem muita gente que pode estar perto do fim.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Saldo da justiçagem social: o apartheid volta para a África do Sul

Fazendeiros brancos da África do Sul correm o risco de perder suas terras sem indenização por conta de um confisco baseado exclusivamente na cor das suas peles.

Esse é o "empoderamento" que todo afro-warrior parece sonhar aplicar no resto do mundo.

Uma corrente marxista-leninista, composta por racistas, chegou ao poder no país recentemente e a primeira providência que tomou foi realizar uma votação no parlamento determinando o confisco de "terras brancas".

Julius Malema, político radical e propositor da emenda constitucional, declarou: "a reconciliação acabou, agora é a hora do justiçamento". 

E todos nós sabemos do que essa gente é capaz.

Este é o mesmo político que declarou, em 2016, que não estava pedindo "o massacre de brancos" e emendou "pelo menos não agora".

Caso essa medida seja mesmo posta em prática, é grande a chance de acontecer na África do Sul o mesmo que aconteceu no Zimbábue, onde fazendeiros brancos perderam suas terras apenas para vê-las incendiadas e tornadas improdutivas na sanha vingativa dos "reparadores".

O resultado foi que o país, que era o mais produtivo na agricultura no continente, viu sua produção cair drasticamente e a polêmica reforma agrária, iniciada em 2002, mergulhou o Zimbábue num colapso econômico e político.

Para se ter uma idéia, o relatório do Programa Alimentar Mundial (PAM) de 2012, estimou que cerca de 1,6 milhões de zimbabueanos  iriam necessitar  de  ajuda  alimentar durante a  última estação seca, de Janeiro a Março de 2013.

É por isso que tudo tem limite. Igualdade não é o direito de um ofender enquanto o outro é obrigado a se calar. Reparação não é repetir erros do passado num ciclo de vingança que, se perpetuado, voltará a atingir todos no futuro.

Toda vez que você ouve, sem reagir, um negro que namora uma branca ser chamado de "palmiteiro", alguma mulher de cabelo encarapinhado tentar "ofender" uma branca como forma de se auto-afirmar, algum militante de movimento negro dizer que "branco tem que morrer", "branco fazendo está branquisse" ou "isso não é para branco", cada vez que você cede ao radicalismo racial por pena ou por uma culpa que você nem deveria ter, é esse tipo de sectarismo que você está alimentando.

Quanto aos fazendeiros da África do Sul, quem os ajudará? 

Já que o mundo está ocupado demais cedendo a todo tipo de maluquice e radicalismo causados pela culpa que malucos e radicais impuseram sobre ele com a chantagem emocional promovida pela imprensa, formadores de opinião e pelo sistema educacional ideologicamente aparelhado?

Ser solidário e alertar as pessoas é uma opção, mas só isso já não basta.