sexta-feira, 5 de outubro de 2018

A fatura chegou

O PT é um partido tão canalha,  tão tomado pelo sentimento de que pode tudo, que não é capaz nem de encenar um pedido de desculpas pela roubalheira que promoveu e quebrou o país. Nem de mentirinha.


Se vencerem, dirão que a urna absolveu tudo. Se perderem, como tudo indica, colocarão a culpa no Moro, no fascismo, na lava-jato, nas fake news, na prisão do Lula "sem provas", na tiazinha que compartilha corrente no Whatsapp.

Nunca a culpa é deles, nunca estão errados, vieram ao mundo com o direito de roubar, mentir, distorcer, perseguir, acossar, patrulhar, censurar e jamais precisar responder por nada do que fazem.

Uma mistura de seita com quadrilha que em nenhum país sério ainda teria o registro partidário, mas que na terra de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandoski, precisa ser combatido ferozmente pelo cidadão de bem, de 2 em 2 anos, quando aparece com seus marqueteiros e seu dinheiro sujo para assombrar o país. 

O Bolsonaro é o resultado final de algo chamado "saco cheio do PT". Mas a elite intelectual, financeira, artística, política do país ainda está preocupada com "ditaduras" que acabaram há 30 anos, com políticas identitárias que afrontam o cidadão médio,  com questões que soariam ridículas até na Suécia,  imagine então num país que não tem nem saneamento básico. 

Uma total desconexão da vida de quem sua no dia a dia das ruas. Sem mudanças de rumo, sem desculpas, sem explicações. 

Apenas deboche, condescendência e desprezo pela "gente pequena" que precisa ser admoestada e adestrada na sua  "xucrice".

Assim chegamos aqui. Vamos ver para onde iremos.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Mercado de trabalho nos EUA

Foi noticiado pelo site americano Breitbart que as políticas econômicas do Trump obrigaram a Amazon a aumentar o salário mínimo pago aos seus funcionários para 15 dólares/hora. Caso contrário perderiam funcionários para quem paga melhor.

15 dólares/hora, ou seja, o empacotador de encomendas da Amazon nos EUA, aquele país horroroso governado por um monstro, ganha mais do que muito estagiário/advogado recém formado no Brasil.

Sabe como é, a direita faz mal aos pobres.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Como as feministas dizem?

"Jamais duvide da mulher".

MENOS se for a ex-mulher do Bolsonaro desmentindo a imprensa e dizendo que nunca foi ameaçada por ele.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Os "analistas"

Para quem destroçaria todos com "tempo" e "máquina", o Geraldinho terminar como pistoleiro do lulopetismo, fazendo o serviço sujo para este, em troca, quem sabe, de algum acordo pós-eleitoral, é bem aquém das análises iniciais. 

Risos.

Renda-se

A nova cartilha diz o seguinte: você é homem? Então é culpado seja do que for que te acusarem. Você pode ser um bom cidadão, pagar seus impostos, não machucar nem uma mosca, não interessa. Sua defesa não interessa. Não se deve duvidar da vítima. Nem que seja uma mentirosa ordinária.

Bom trabalho, senhoras e senhores brancos héteros

Isso, sacrifiquem a sanidade e a dignidade dos seus filhos no altar do culto do arco-íris em troca de RTs, likes e lacradas.

Seu legado será muito apreciado pelas futuras gerações.

Justiça para tolos

Dado fornecido pelo Diário do Poder: Lula já perdeu mais de 100 recursos nos tribunais superiores.

Enquanto isso tem presos há anos sem julgamento que não conseguem ter um único recurso analisado.

domingo, 23 de setembro de 2018

Chico e Caetano não são civilizados

Artistas e personalidades públicas, entre elas, claro, Chico Buarque e Caetano Veloso, assinaram um manifesto contra a candidatura de Jair Bolsonaro. O texto diz que o candidato é uma “ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial”.

Vamos ser bem claros: não existe "patrimônio civilizatório" num país que leva a sério o que o Chico Buarque e o Caetano Veloso dizem.


sábado, 22 de setembro de 2018

Os bestos e as bestas


Poucos cacoetes são tão toscos quanto esse negócio de "todos e todas", "os estudantes e as estudantes", mas "juntos e juntas" consegue dobrar a meta.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

O Twitter reinventou o degredo

Esse mês, curiosa e providencialmente antes da eleição, eu perdi minha conta no Twitter. Foram 10 anos, quase 70 mil seguidores, alguns milhares de mensagens, amizades, desavenças e uma longa convivência com quem me lia.

A justificativa da rede social foi que meu perfil era usado para "promover discurso de ódio". O teor do discurso? Durante um desses debates com essa geração que usa fotos de diva pop no perfil e abusa de memes da Gretchen, eu disse que o cantor Pablo Vitar não é e nem jamais será mulher e que lugar de homem de peruca não é o banheiro feminino.

Tentei recuperar a conta pelo menos oito vezes e em todas elas recebi uma mensagem automatizada dizendo que a conta não seria devolvida e que, caso eu tentasse retornar com outra conta, seria banido novamente, já que o banimento é "perpétuo".

Fim.

Como não sou nenhuma celebridade ou me considero importante demais, relutei em contar essa história, mas creio que é importante para mostrar alguns problemas com isso.

O primeiro é que alguém pode me dizer: ah, mas o Twitter é uma empresa particular, logo aceita quem quiser ali. Tenho que concordar, mas há diferenças entre uma gigante da internet e um restaurante ou uma loja de roupas. Sempre posso ir comer em outro lugar e comprar cuecas em outra freguesia, mas o Twitter hoje não é mais uma simples rede social.

Trata-se de uma plataforma onde órgãos do governo se comunicam com o cidadão, a imprensa utiliza para retratar a sociedade, serviços e atendimentos ao consumidor são concentrados, enfim, é muito mais do que mera troca de mensagens.

Por isso é que, ainda que isso cause pruridos em muita gente, algum tipo de lei ou carta de direitos deverá ser imposta às gigantes da tecnologia. Não se pode deixar um fluxo global de informações à mercê dos caprichos de justiceiros sociais.

O outro problema é o viés que isso causa. Infelizmente, o Twitter é usado para determinar o que "o brasileiro" ou "o americano" ou, em menor escala, "o europeu" pensa. Como "discurso de ódio" é um conceito muito abstrato - eu, por exemplo, acho que dizer que "Jesus era socialista" é uma afronta aos cristãos de todo mundo - esta desculpa esfarrapada acaba sendo usada como justificativa para que os psicopatas de esquerda do Vale do Silício suprimam a opinião de uma larga fatia da sociedade.

No fim, completado o expurgo, quem entrar ali vai achar que as maiores preocupações do brasileiro são o beijo gay na novela, o novo namorado gay do ator gay da novela, o último hit da cantora trans e qual seriado do Netflix "lacra" mais.

Desemprego, contas, formação das crianças, etc., isso é coisa de reacionário que merece ser banido.

Perpetuamente.

Isso nos séculos XV a XVIII se chamava degredo e é algo tão odioso que somente ditaduras, milícias e o tráfico de drogas aplica sob seus domínios. E agora o Twitter.

Percebem o tamanho do problema?

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Vocês erraram, admitam logo

Convencionou-se dizer que a facada que levou em Juiz de Fora "salvou" a candidatura de Jair Bolsonaro, que "já vinha caindo" em decorrência dos ataques que sofria. Mas a certeza que eu tenho é que aquela facada que o Bolsonaro levou, salvou a carreira e a reputação de muito analista político.

Desde o início do ano o que se dizia, de forma solene e definitiva, nesta ordem, é que Bolsonaro não conseguiria um partido, não conseguiria a candidatura, não conseguiria passar de um determinado teto e perderia para qualquer um num eventual segundo turno.

Um a um estes "argumentos" foram sendo derrubados e a teoria do teto, entre outras, desabou sobre as cabeças de seus arquitetos.

Hoje a realidade é que o deputado tem vaga no segundo turno e todos os que preconizaram sua queda desde janeiro erraram. Erraram feio porque, de suas torres de marfim, não conseguiram captar o movimento que acontecia nas ruas, no meio do populacho que pretendem guiar com suas mentes iluminadas.

Dito isto, alguns se dedicaram à campanha aberta, mentindo, espalhando fake news, repassando narrativas dos adversários, vale tudo. Não se iluda: a imprensa prefere o PT ao Bolsonaro, simplesmente porque o PT dá lucro.

Os demais, que ainda pretendem sustentar a máscara da isenção por algum tempo, dedicam-se à duas atividades: cuspir 20 teorias por minuto, para ver se acerta uma e "provocar" eleitores do Bolsonaro para caçar cliques e bater a meta.

Mas a verdade é apenas uma: vocês erraram, admitam.

Ainda que aquela facada tenha oferecido um excelente bote salva-vidas para tirar suas reputações desse Titanic.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

O fim do baile de máscaras

Falei aqui outro dia e repito: não existe análise política isenta. Simplesmente não existe.

É impossível despir-se de todos os conceitos na hora de falar sobre algo que diz respeito à sua vida e ao futuro dos seus filhos e netos. Quem afirma que faz isso é cínico, pilantra ou se engana.

A reta final de qualquer campanha eleitoral é frenética, mas neste curioso ano de 2018, frenético é tudo o que aqueles que desejam alguma paz gostariam que ela fosse. Este ano tudo é mais, tudo beira simplesmente o insuportável e, justamente por isso, máscaras vão caindo, como que seus portadores desejassem respirar melhor.

Começamos com o deputado Bolsonaro sem partido. Riam e o chamavam de "sem-teto", até que aplicou um passa-moleque num DCE metido a think-tank chamado "Livres" e aportou no PSL.

Em janeiro/fevereiro o deputado estava rondando os 15% nas pesquisas. "Vai cair assim que o carnaval passar e o povo começar a pensar política a sério", diziam nossos analistas embasados, estivados.

O reinado de Momo passou e Bolsonaro já roçava os 18%. Calma, diziam, menos para o público - que estava calmíssimo - e mais para si próprios, assim que a pré-campanha tomar corpo, ele desidrata.

Os meses passaram e os 20% já eram uma realidade. Mas nada disso importava, porque assim que as coligações se formassem, a realidade iria se impor e Bolsonaro encontraria seu "teto".

Seria a "máquina", a "estrutura", as prefeituras, os diretórios, a "capilaridade", qualquer coisa, mas fatalmente aquele aventureiro seria reduzido ao patamar de um Pastor Everaldo ou Cabo Daciolo, e o esquemão conduziria a eleição como sempre: o duelo de fancaria entre os azuis emplumados e os vermelhos enraivecidos.

Só tinha um porém: o eleitor.

O "teto" saiu dos 20% e começou a se aproximar dos 25%, quando a facada já histórica de um terrorista de esquerda embolou tudo.

A primeira "narrativa" dos sabes-tudo previa uma ascensão meteórica no rastro de uma onda de solidariedade e um tombo monumental, assim que a onda passasse. Não veio a "super-ascensão".

Opa! Aí está o teto que nem a facada furou!

Nada. Erraram de novo e, assim como vem ocorrendo desde janeiro, a candidatura de Bolsonaro vem crescendo de forma lenta, constante, impávida. Quem entra no seu "bonde" parece que não descer mais (78% de certeza entre seus eleitores comprova isso) e os que ainda observam tudo pelo caminho vão subindo aos poucos.

Chegamos a 20 dias do pleito com ele já ultrapassando os 30% e dois fatos curiosos: o Ibope resolveu só testar opções de segundo turno envolvendo o nome do Bolsonaro e consultorias começam a analisar uma ainda "improvável" vitória já no primeiro turno.

Convenhamos que para alguém que seria "devolvido à sua merecida insignificância" pelos "profissionais" (Alckmin, Dias, Ciro, Lula), ele foi até longe demais. E não é só isso: seja qual for o resultado, um deputado de "baixo clero" sairá dessa eleição com um partido, uma boa bancada, estrutura e um movimento nacional jamais antes visto no Brasil. 

Só que o eleitor, cansado do esquemão e seus "cientistas políticos" o dizendo o que fazer, quer mais.

E Bolsonaro segue crescendo. Daí que a "análise isenta e imparcial" virou torcida, conselho aos seus adversários, pedidos encarecidos para que o eleitor mude de ideia, fake news variadas e uma constante hostilidade contra essa "gentalha" que cisma em "não ouvir quem entende".

"Os xucros, burros, fascistas, mal educados, fofoqueiros, etc.". Essa gente que, ao que parece, vai eleger o Bolsonaro presidente caso nenhuma fraude ou armação atrapalhe o que parece ser o curso dessa história.

Por isso vocês até podem achar ruim, mas eu acho auspicioso que vários "analistas independentes" que apenas "listam fatos e analisam conjunturas", sempre "sem paixão", estejam se entregando de corpo e alma ao coscuvilho politiqueiro nestes dias.

Ninguém está traindo nada, eles nunca foram isentos porcaria nenhuma, isso não existe, apenas as máscaras estão caindo.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Esquinas que desaparecem


Um dos muitos marcos do Rio de Janeiro, assim como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar  ou a praia de Copacabana, é a esquina.

Carioca adora uma esquina, essa curva urbanística onde ruas e pessoas se encontram.

Bares, padarias, lojas, lanchonetes ou apenas pontos de referência, uma a uma estão sumindo no meio da crise que dissolve a cidade como sal de fruta jogado num copo d'água para tratar a ressaca de anos de festa desregrada, gastança inconsequente e desprezo pelo futuro. 

E no lugar de vibrantes esquinas, com o vai-e-vem e o burburinho característico das cidades que vivem, calçadas cheias de moradores de rua, janelas escondidas por tapumes, marquises abandonadas e a melancolia de ajuntamentos urbanos que apenas existem. 

Menos uma butique aqui, uma sorveteria ali, um restaurante mais adiante, um cinema de rua lá longe, e o Rio de Janeiro vai se tornando o retrato exato das suas próprias escolhas. 

domingo, 16 de setembro de 2018

O isentão é um desonesto

Não existe análise política isenta. Ponto.

Quem te disser que faz isso não é necessariamente um pilantra, mas está se enganando e te enganando.

Toda análise política tem lado e o quanto antes o cidadão entenda e assuma isso, menos ele faz papel de ridículo e precisa viver se explicando.

O que diferencia um analista sério de um malandro é a admissão de seu lado, até para que o leitor possa dar o peso que preferir ao que está dito.

E o que diferencia um analista sério que admite seu lado, de um mero cabo eleitoral ou fanboy, é saber criticar o que deve.

Isenção de fato em relação ao que você diz sobre o grupo político que apoia é isso: quando erram, diga que erraram, muito porque você vai preferir que acertem logo.

Quando acertarem, esmiúce os acertos, para que aprenda com eles e acumule bagagem para o futuro.

Mas não banque o isento, falando coisas "sem paixão", porque isso não existe.

Você apenas fica ridículo interpretando esse papel que nem um canastrão de novela.

Não se iluda: todos percebem, só você acha que engana alguém.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

É proibido, mas se quiser pode

O Congresso se reúne e decide que condenado em 2ª instância não pode ser candidato. O presidente sanciona e lá está a lei: condenado em 2ª instância não pode ser candidato. O que acontece em qualquer país normal? Simples: condenado em 2ª instância não pode ser candidato. No Brasil o STF precisa se reunir para decidir se vale.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Ainda sobre o Museu Nacional


Reitor: filiado ao PSOL.
Vice: ao PSOL.
Pró-reitor de graduação: ao PCB.
Pró-reitor de planejamento: ao PCdoB.
Pró-reitora de extensão: ao PSOL.
Pró-reitor de pessoal: ao PSOL.
Decano do CCJE: ao PSOL.
Parabéns pelo excelente trabalho!


Duas tragédias do Museu Nacional (e do Brasil)



Como toda boa federal, o aluno já fica para o mestrado, doutorado, passa no concursinho e só sai dali aposentado. A tragédia do museu é uma coisa, a tragédia dessa usina de funças é outra.

domingo, 2 de setembro de 2018

Observem bem estas três fotos




São do Palácio Universitário, do Canecão e doMuseu Nacional. O que os três tem em comum? Todos administrados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mas as federais são muito importantes e não podemos privatizar, tá?

O ex-Doria

Situação cabulosa é a do Doria. De prefeito popular em 2017 para alguém que pode se afogar abraçado ao Alckmin, ficando sem prefeitura e nem governo do Estado. Entrou no foguetinho do Sílvio Santos com uma Monark e vai sair com uma esponja de lavar loucas.

O ex-Aécio

Há quatro anos o cara quase foi eleito Presidente da República, saiu como líder de uma oposição energizada. Hoje corre, em eventos quase clandestinos, atrás de imunidade parlamentar, que é a maior ambição que pode ter.

A presidência-presídio

Imaginem a situação: por uma miséria total da história o Haddad se elege. O Brasil teria 2 situações: - Um presidente que só foi eleito para servir de serrote escondido no pão para soltar um presidiário. - Um presidente que tem que ir de 2 em 2 dias na cadeia encontrar o chefe.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Os afrodoidos

O jovem africano está lá querendo emprego, saúde, grana no bolso, namorar, viajar, ouvir uns rock. Enquanto isso o jovem "afro-descendente" no Brasil fica por aí achando que é um baita guerreiro zulu com lanças na mão.

domingo, 26 de agosto de 2018

A educação aparelhada


Dizem que o Escola sem Partido não é necessário. Pois bem, o que acham desse trabalho de casa da quinta série de um colégio em Goiânia que afirma que havia situação análoga à ESCRAVIDÃO no governo militar? Ou acabamos com isso JÁ ou as futuras gerações estão perdidas.

Estratégia eleitoral

Só quem está mesmo buscando indecisos nessa eleição é o Bolsonaro via Paulo Guedes. O PSDB contratou gente na internet e na imprensa para ofender seus ex-eleitores, o PT só prega para convertidos de uma seita, Marina e Ciro ficam como namorada enjeitada do PT e o resto não conta.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

A rendição dos bons através dos covardes

O problema nos EUA é bem parecido com o do Brasil. Enquanto a direita de verdade ficou preocupada demais em trabalhar para se sustentar e carregar o peso morto do Estado nas costas, os psicopatas de esquerda dominaram a universidade e as artes, envenenaram a cabeça dos jovens e os frescos metidos a liberais estavam muito ocupados "dialogando" para tomar uma atitude.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Reagan e a "direita xucra"

Reagan falava mal de comunistas o tempo todo, fazia piadas debochando de Cuba, nunca escondeu que seu objetivo era DERROTAR o comunismo e disse "derrubem esse muro", não "vamos fazer um debate sobre o muro". Hoje seria chamado de "xucro" pela direita cordial ou, como apelidei, a "Meucarolândia".

domingo, 19 de agosto de 2018

O vice-presidente do churrasco

O Eduardo Jorge é legal para tirar uma chinfra, trocar idéia que nem fazemos com o tiozão do boteco que fala 99% de maluquices mas de vez em quando manda uma real maneira, mas só, né? Vice-presidente só se for de alguma comissão do churrasco.

sábado, 18 de agosto de 2018

O Partido da Imprensa

Entenda de uma vez por todas: a imprensa é um partido. De esquerda. Que detesta todos os valores que você preza. Pare de esperar honestidade ou seriedade. Trate-os como o que são: um partido. Um partido que é contra você.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

A internet amordaçada


Para você entender a razão do desespero da turma do esquemão para censurar a internet.

O Rio é um deserto

A eleição para o governo do Rio de Janeiro é um deserto moral. E onde não é um deserto moral, é um deserto intelectual. E onde não é um deserto nem moral e nem intelectual, é um deserto mental.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

A bolha da imprensa

Ontem consegui assistir 2 minutos da GloboNews: uma apresentadora concordando com o Guga Chacra que concordava com a apresentadora sobre alguma visão de mundo totalmente da bolha jornalística e sem o menor respaldo no mundo real.

Na hora pensei: passam o dia falando para eles mesmos.

A união da esquerda brasileira

Uma seita que idolatra um presidiário, um Napoleão de hospício, um cafetão de mendigo de meia idade que pensa ser um estudante rebelde da Cefet e uma comunista quase quarentona com a idade mental de uma fã de banda coreana que gosta de passear na Disney.
É a isto que a esquerda brasileira ficou reduzida.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

A esquerda não quer combater o crime, mas cafetinar as vítimas

- Sou contra assalto.
- Beleza, vamos punir o assaltante.
- NÃÃÃOOO ISSO NÃO RESOOOOLVE!
- Sou contra o estupro.
- Beleza, vemos punir o estuprador.
- NÃÃÃOOO ISSO NÃO RESOOOOLVE!

De um lado pessoas defendendo punição severa e imediata para estupradores. De outro, pessoas que preferem debater um pouco mais e lançar hashtag.

Não é difícil descobrir quem realmente quer fazer algo a respeito e quem está afim de lucrar em cima da miséria alheia (para variar).

A esquerda não é só canalha, é burra mesmo. Não necessariamente nesta ordem.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Redes sociais: o jornalista, o confeiteiro e o ativista


O jornalista americano Glenn Greenwald é uma espécie de Dr Jekyll and Mr Hyde da imprensa. Sua atuação nos EUA é realmente isenta. Ainda que de quase clara preferência pessoal pelos democratas, já o vi escrevendo artigos e tuítes onde desanca o partido de Hillary Clinton e reconhece méritos nos republicanos.
Ele demonstra, com rara percepção, hipocrisias e incoerências de parte a parte. Isso no seu país. Quando chegamos ao Brasil, onde reside com um parceiro que não por acaso é um vereador do PSOL ligado ao movimento gay, sua atuação deixa de ser a de jornalista e passa a ser de militante. Todos os clichês da esquerda tupiniquim - desde chamar o impeachment de Dilma Rousseff de "golpe" até considerar Lula um "preso político" - estão presentes em sua atuação, o que, na minha opinião, o desqualifica como alguém isento o bastante para ser levado a sério. Recentemente, nos episódios de expurgo que a esquerda que domina as grandes empresas de tecnologia como o Google, Facebook e Twitter, praticou contra personalidades e agências de direita, Glenn demonstrou claramente seu lado Dr Jekyll and Mr Hyde. Ao passo em que, corretamente, alertou para os perigos de permitirmos que companhias com suas pessoas e algorítimos decidam o que é ou não "discurso de ódio", e que seja tolerado que estas possam anular a existência digital de alguém, o americano comparou tal prática à dos confeiteiros americanos que se recusam a fazer bolos para "casamentos" gays. Segundo Greenwald, se alguém acha que é direito de um confeiteiro, por razões pessoais, se negar a fazer um bolo, também deve achar normal que o Facebook, o YouTube, o Twitter ou o Google censure pessoas por razões políticas. É um absurdo tão grande que dispensa explicações mais longas. Então o cara compara gigantes da tecnologia que influenciam a percepção de milhões de pessoas, podendo manipular eleições e determinar narrativas que impactarão toda a sociedade, com um sujeito que não quer fazer um bolo? Como se, tal qual uma confeitaria, tivesse um pequeno Facebook em cada esquina? Convenhamos, só mesmo uma mente militante pode achar que tal comparação não é estapafúrdia e falaciosa. Ninguém necessita de um bolo daquela exata confeitaria. Mas uma pessoa ou grupo que tem sua existência suprimida da rede mundial de computadores por parte de empresas que se tornaram tão grandes, que passam a ter interesse público, simplesmente desaparece caso nada seja feito para protegê-lo de tal morte ou degredo virtual. Isso nada mais é do que (mais) uma tentativa de contrabandear pautas do politicamente correto para debates sérios sobre a liberdade de expressão - e dos limites que empresas de tecnologia terão ao lidar com a existência virtual das pessoas - que deverão ser enfrentados mais cedo do que se pensa. E é esse pessoal que adora falar em "falsa equivalência".

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Todos contra Bolsonaro

Tá bonito ver a imprensa TODA bancando coach de debate dos adversários do Bolsonaro, especialmente o Alckmin. Deixou de ser uma torcida aberta, passou a ser uma colaboração disfarçada e agora virou coisa de cabo eleitoral e marqueteiro mesmo. Todos contra um.

Para acabar de vez com a censura dos esquerdistas que dominam as redes sociais

Imagine essa situação: um juiz aplica lei mandando o Facebook restabelecer página tal até que haja ampla defesa. Estabelece multa diária e retirada do site do ar em todo o país até que se cumpra. Vamos ver quantos dias de prejuízo sem impulsionamento eles e os acionistas suportam.
Quem detém mais poder hoje? A Apple, o Facebook ou o governo de Tuvalu? Quem pode atingir mais diretamente a vida das pessoas? O Google, o Twitter ou a prefeitura de Nice? Essas empresas precisam se submeter a leis sim. Quem não quiser que vá montar uma barraca de fruta na praça.

Uma historinha para sua reflexão

Um rapaz que conheço e trabalha de office-boy estava presente numa briga na qual um indivíduo foi morto. O assassino confesso o inocentou, duas testemunhas o inocentaram, outros dois envolvidos já morreram (estavam metidos com o crime) e esse rapaz é pai de três filhos.
Pois bem, com tudo isso, algum juizão zeloso resolveu emitir um mandado de prisão preventiva contra ele. Está há mais de mês no sistema penitenciário do RJ. Já levou uma surra dos agentes, ficou sem andar, tiveram que contrabandear antibióticos para que não morresse, mas piora.

O julgamento, no qual o advogado diz que ele muito provavelmente será exonerado imediatamente, dado o que consta nos autos, vem sendo adiado e o rapaz está desesperado. Sem contato com a sua família e misturado no meio dos marginais de verdade, que chegaram a ficar com pena dele.
Finalizo com uma informação que todos sabemos, mas não custa lembrar: José Dirceu, marginal condenado, está livre e permanece articulando maneiras de interferir numa eleição presidencial.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

A extrema-esquerda censura as redes sociais, o que fazer?

Depois de perfis do MBL e de quase todo o conteúdo online do site americano de direita InfoWars ser eliminado, o Twitter iniciou um expurgo contra perfis conservadores alegando "atividade suspeita".

Lembre-se que estas mesmas redes sociais, dominadas por radicais de extrema-esquerda, abrigam normalmente perfis do Comando Vermelho, do PCC e de psicopatas e marginais petistas que pedem abertamente, inclusive, o assassinato de juízes. 

Um lado pode tudo e o outro não pode nada. Esse é o sonho da esquerda, essa doença moral que se abate sobre a civilização humana.

Você queria uma distopia? Pronto, está aí o belo ensaio geral de uma. O mundo foi transferindo sua existência para uma extensão do mundo online. Suprima a existência online e pessoas virtualmente somem. Entregue esse poder para justiceiros sociais da extrema-esquerda e observe.

Se nada for feito, sem pudorzinho ou meio termo, mas com a rapidez e a força que a situação exige, o pensamento único que lentamente ia sendo minado não será apenas um pensamento único, mas a lei. o pensamento único que lentamente ia sendo minado não será apenas um pensamento único, mas a lei.


Eles não adoram Estado? Então, vamos dar Estado pra eles: leis regulamentando tecnologia/redes sociais e critérios para censura/direito de defesa/de resposta. A zombaria contida em afirmações como "ué, não gosta do mercado?", pode ser revertida para "ué, não queria mais Estado?".

A palhaçada precisa terminar já.

A imprensa esquerdista é desonesta e burra


Manchete Chamativa: MULHERES TRABALHAM MAIS HORAS QUE HOMENS. Corpo da notícia: mulheres passaram a trabalhar 34 horas, contra 30 horas antes. Homens passaram a trabalhar 44.8 horas contra 45.5 antes. O requisito pra trabalhar na imprensa esquerdista é ser desonesto E estúpido.

Entre o pedágio ideológico e a "simonalização"


A Rede Lacre

Em breve nas manhãs da Globo: "O excessivo preconceito contra cenas de sadomasoquismo no almoço do Dia das Crianças - Entenda e se eduque mais hoje, às 10:00, no Programa Lacre Matinal".

Pelo fim da gourmetização




O ser humano gosta de ser enganado. Outro dia vi uma "pipoca artesanal e orgânica" embalada a vácuo. Agora o bom e velho FILTRO DE BARRO virou um "Fresh Vittro", que "introduz vibrações positivas na água por meio das palavras Amor e Gratidão gravadas no barro". A diferença de um filtro de barro para um "Fresh Vittro" (assim mesmo, com dois Ts, igual Pablo Vittar)? Dois mil, setecentos e quarenta e seis reais. Não me entenda mal: a pessoa gasta o dinheiro dela com a porcaria inútil que quiser, até mesmo shows do Chico Buarque, mas vão gostar de ser enganados assim lá na China. A gourmetização vai acabar com a sociedade ocidental. 😛😜

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Como lidar com aproveitadores

Sabe essa turminha que se fez como profissional do anti-petismo, travestindo-se de "direita" para vender livros, palestras, artigos e assinaturas, mas que hoje é contra Jair Bolsonaro, o único candidato de direita a concorrer na eleição de 2018?

Então, faça o seguinte:

Votou/fez campanha/propagou narrativa do Alckmin, Marina, Amoedo? Respeite. É direito da pessoa. Mas depois da eleição, quando vier te pedir para assinar o bloguinho, a coluninha ou comprar o livrinho, exerça o SEU direito e mande o (a) malandro (a) oferecer lá no Brasil 247 ou na Carta Capital. 

Resolvido.

domingo, 5 de agosto de 2018

Erre, erre mais, PT

Insistir na candidatura do Lula é um erro? Sim. mas do ponto de vista imediato catalisa o que sobrou do petismo e reúne, num bunker imaginário, quem, por interesses escusos ou burrice, ainda se dispõe a defender este condomínio de pilantras e cretinos.
Só que essa insistência em se amarrar ao destino do presidiário irá prejudicar bastante o PT e a esquerda no longo prazo. Lideranças, que já eram poucas, estão presas ou são fracas demais para enfrentar o "nhonhô" que traz todos na rédea curta. Impede-se assim uma renovação.
Do meu ponto de vista isso é maravilhoso. Espero que o PT erre bastante, erre muito, até, de preferência, acabar. Nada seria melhor para o Brasil do que o PT ser reduzido ao que sobrou do comunismo na Europa.
Nada seria tão salutar para o resgate de alguma civilização no Brasil do que ver desmontada toda essa estrutura partidária, sindical, social, que sustenta e se alimenta do lulopetismo e e que esses cafetões de mendigo fossem assombrar outra freguesia.

sábado, 4 de agosto de 2018

Terrorista não tem "lugar de fala"

Não acredito sinceramente que assaltante de banco e gente que explodia bomba em aeroporto tenha a menor moral para falar em democracia, cidadania ou direitos humanos.

Por que querem matar o Paulo Guedes?

Em 2010 e 2014, quando a petista Dilma Rousseff foi candidata a Presidência da República, nenhum jornalista parecia se importar com o fato de que um voto nela significaria também um voto em Michel Temer, velho conhecido do velho PMDB. O vice foi tão ignorado durante as campanhas, que os militantes de esquerda aparentemente foram pegos de surpresa quando o pedido de impeachment da presidente foi aceito e eles descobriram que tinham votado nele também.

Digo isso porque é bastante estranha essa obsessão pela saúde – tanto política quanto física – do já apontado Ministro da Economia de um eventual governo Jair Bolsonaro, o economista Paulo Guedes.

Tanto na entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, quando na sabatina da GloboNews, não foi apenas uma pergunta desinteressada, dessas para “encher linguiça”, mas várias e insistentes inquirições sobre “qual é o plano B para o caso do Paulo Guedes adoecer?” ou “O que o presidente Bolsonaro fará caso o Paulo Guedes não esteja mais no governo?”.

Fica a pergunta: o que acontecerá com o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, caso o time de economistas do mercado financeiro reunidos por ele numa equipe resolva que é melhor recolher os dividendos e passar férias num resort no Caribe, ao invés de lidar com contas como, digamos, do dinheiro da merenda escolar? O que aconteceria caso o Ciro Gomes fosse finalmente recolhido a uma instituição e seja lá quem for seu vice assumisse? E se a Marina Silva terminasse a fotossíntese e virasse uma libélula? O Eduardo Jorge seria um bom nome para fumar, quer dizer, conduzir a Presidência? Poderia continuar aqui oferecendo exemplos indefinidamente, mas a idéia não é essa.

A idéia é chamar a atenção para este comportamento cada vez mais bizarro da imprensa, sempre perguntando para o candidato Jair Bolsonaro quais são seus planos A, B e C para o caso do seu ministro da economia “faltar”, enquanto os demais apenas desfiam platitudes formuladas em grupos de foco de pesquisas de mercado e deixam de explicar seus imensos passivos, inclusive criminais, por exemplo.

E agora que parece cada vez mais encaminhado o nome do príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança para vice na chapa de Bolsonaro, me pergunto qual será a próxima dúvida relevante da imprensa militante do Brasil. Se Jair Bolsonaro renunciar ou sofrer impeachment o vice assume e o país retorna à monarquia? Não ria, eles não conhecem o senso do ridículo.

Deixem o Paulo Guedes viver, minha gente. Façam-me o favor.

Gilmar, Toffoli e a imprensa

Se o jornalismo brasileiro fosse mesmo investigativo e confrontador, doa a quem doer, a mesada do Toffoli e o contubérnio do Gilmar Mendes com empresários e investigados estaria nas primeiras páginas todos os dias até ambos caírem.

O jornalismo é um cadáver em decomposição

O jornalismo mundial morreu durante a idolatria subserviente de fanboy nos pavorosos anos Obama. O que presenciamos hoje é apenas o seu cadáver em decomposição.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

O voto em Alckmin

amos ser bem claros: quer votar no Alckmin? Vote. Direito seu. Mas não diga que é por decência ou "gestão". Esse cara se juntou mais ou menos com o mesmo entulho que só pulou fora da Dilma quando o Titanic já estava de bunda pro alto.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Pela extinção de certas faculdades públicas

O governo deveria cortar todas as bolsas e a grande maioria das verbas federais para faculdades de humanas e concentrar os parcos recursos dos combalidos cofres nacionais para cursos que sejam realmente úteis para a sociedade.
Faculdade de humanas primeiro derrete os circuitos do cérebro capazes de fazer pensar e depois instala um chip de militante que transforma o sujeito num inútil quase perpétuo.
Pode cursar, longe de mim querer proibir, mas faça-o com o seu dinheiro.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Homens do povo

Na imprensa: "Um jantar reuniu anteontem 250 convidados — 5 mil reais por cabeça — na Casa Fasano, em São Paulo. Foram ouvir Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e João Amoêdo."
Com certeza três cidadãos que estão preocupados com as prestações, as férias e o vale refeição do brasileiro comum.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Dívida histórica? Hein?

Ainda sobre o Roda Viva com o Bolsonaro: os entrevistadores falando em "dívida histórica" (conceito e linguagem pateta de militante) como se fosse algo dado, pronto e acabado, apenas para ser aceito, mostra, mais uma vez, a desconexão dessa imprensa com o país real.

A imprensa militante e decadente

Entendem agora o desespero e a campanha histérica da imprensa militante para censurar a internet sob a desculpa de "combate às fake news"? Os mestres das fake news que sempre manipularam a audiência estão apavorados com a concorrência da internet. Aliás, concorrência não, surra.



segunda-feira, 30 de julho de 2018

A esquerda (des)animada

Hoje fui ver a premiação do Anima Mundi e confesso que o público conseguiu me chocar. Parecia uma plenária do PSOL misturada com distribuição de butim do PT. Sempre foi assim? O domínio da esquerda sim. Mas nunca com tamanha ostentação de símbolos e posturas. 

A impressão que passa é que conforme vão perdendo espaços na sociedade, seja no mundo virtual ou no chamado "mundo real", vão radicalizando o agir, assumindo uma postura de gueto mesmo. Fechando a bolha quase hermeticamente. 

Ninguém me destratou, não houve nenhum episódio específico, mas 90% do público tinha a indumentária, postura e conversa de quem voaria no meu pescoço caso eu respondesse honestamente a pergunta "o impeachment da Dilma foi golpe?". 

Não é reclamação ou desabafo ou brado, nada disso. É quase uma comemoração: apesar de ter que me sentir um espião da CIA na sede da KGB para ver uns desenhos animados, constatei que eles estão perdendo. Estão presos num bunker.

P.S.: Havia camisetas "Mirabelle Presente" e "Lula Livre", mas será que alguém com uma camiseta assim:

"Meu Voto é Secreto 😎👉🏻👉🏻"

Circularia de boa no local? Tenho minhas dúvidas.

Inversão total de valores

A TV com lacração em programa matutino e os psicopatas doutrinadores nas salas de aulas já se encarregaram da família. Agora eles vão atacar sua religião. Ou você aceita que o que lhe é sagrado possa ser profanado - "bicha, travesti, transsexual, etc." - ou o criminoso será você.
Isso tudo é um exercício de tornar os padrões do que é aceitável elásticos. Se agora essas ofensas aos cristãos ainda causam indignação e algum debate, caso seja permitido em breve errado - "preconceituoso" - será quem se indignar.

sábado, 28 de julho de 2018

A obsessão da imprensa

A imprensa hoje: "Olha, ele é gay!", "Que lindo, ela tem mulher!", "Não, não, esquece o custo de vida, olha que coisa fofa esses dois homens se beijando!", "Veja as ultimas cenas gays no cinema!", "Curte tênis? Então, essa jogadora aqui é sapatão!", "Ouça que musicão esse homo fez!".

terça-feira, 24 de julho de 2018

Você só pode querer um tipo de país

É pra MUDAR o país e romper esse ciclo asfixiante de confisco, rapinagem e impunidade ou é para bancar o "equilibrado e sem paixões" e sentar no colo dos mesmos calhordas de sempre sob a explicação de que precisa haver "mais preparo" e "menos radicalismo"?
Os dois não cabem juntos.

Não existe diálogo possível com a esquerda

Se liga: um dia vc vai "dialogar" com a esquerda, se envaidece com meia dúzia de elogios sobre sua "maturidade" (estão prontos pra te calar no primeiro "ah", mas releva), no dia seguinte já está vendo racismo e misoginia em piada e meme, viciado em receber elogios dessa escória.
Não quero que a esquerda me veja jamais como alguém razoável e aberto ao diálogo. Não dialogo com defensor de genocida e liberticida, com gente que relativiza o Maduro. A única coisa que desejo da esquerda é a sua derrota total e a rendição. O resto dispenso.
Esquerdista para "dialogar" comigo tem que abrir mão de defender ou relativizar Cuba, Venezuela, Che Guevara, roubalheiras do PT, ideologia de gênero, politicamente correto, mas aí ele já terá deixado de ser esquerdista.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

A imprensa de esquerda está contra o grupo de Whatsapp da sua família

Se liga: é a mesma imprensa que trata como algo viável e plausível a candidatura de um PRESIDIÁRIO FICHA SUJA que está preocupada com as "fake news" que sua tia pode espalhar no grupo de Whatsapp da família.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Sugestão aos marqueteiros de Jair Bolsonaro

Em 8 segs você diz:

- Alckmin, cadê a merenda?
- Ciro, já tomou o remedinho?
- Tava sumida, Marina!
- Lula preso!
- Bandido tem que se foder e acabou.
- Vote 17 ou vai ter macho no banheiro com sua filha.
- Alô, Caê, acabou a Rouanet!
- Corre Boulos, uma carteira de trabalho vem ali!

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Ofende hoje, pede votos amanhã

Adoraria saber qual é o plano do PSDB para, caso o intento dê certo e tire o Bolsonaro de um eventual segundo turno, conquistar os votos de uns 20% do eleitorado que passou a sentir pelo partido um asco que só não é maior do que o sentido pelo PT.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

A diversidade do atraso

"Diversidade" = Pegar um país de primeiro mundo, dizimar sua cultura, descaracterizar seu povo, transformá-lo numa cloaca terceiro mundista e dizer que isso é lindo porque agora ele ganha competições de atletismo, partidas de futebol e tem carnaval.

O bom e velho mundo sem lacração

Saudade do tempo em que você ia, por exemplo, num show dos Pet Shop Boys, que tem um público cheio de gays, e aquilo queria dizer apenas que você curtia a música dos Pet Shop Boys e não tinha nada a ver com a vida pessoal do restante da platéia.
Hoje em dia gostar de um artista, uma franquia de filmes, uma novela, um livro, etc., é uma declaração política, um hasteamento de bandeira, uma subida num palanque.
Se ouve isso, lê aquilo, curte aquilo outro, então é a favor/contra o "casamento" gay, a ideologia de gênero, o desarmamento, a plantação de batatas na Casa da Mãe Joana, enfim, gosta-se (ou deixa-se de gostar) de algo não baseado na qualidade que aquilo possui para a pessoa, mas baseado no que dizer que gosta/não gosta daquilo dirá para ao resto da sociedade sobre esta pessoa.
É a era da afronta - "vai tocar isso sim" - e da lacração - "não curte música tal por que, 'amore', você é 'homofóbico'?".
Uma geração de gente chata e mimada que foi criada pensando que é o centro do mundo. Deu nisso: o mundo está sem centro.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

As faces da ruína do Rio de Janeiro



Ninguém se mete com Brizola, Garotinho, Sérgio Cabral, Saturnino Braga, Luiz Fernando Pezão, Rosinha, Benedita da Silva, entre outros, impunemente. O Rio de Janeiro é o retrato do rebotalho que o governa há décadas.
E o Marcelo Freixo talvez seja um dos personagens políticos mais hipócritas, desonestos intelectualmente e pilantras ideológicos do país. Não é coincidência que outro personagem deletério como ele, o Guilherme Boulos, seja do mesmo partido.
O PSOL é um PT para eleitores que não aprenderam nada e malandros de esquerda que são capazes de tudo.
Daí a falta total de pudor em dizer que o impeachment da mentirosa violadora de leis, porém filiada à nave mãe da qual o PSOL é linha auxiliar, Dilma Rousseff, era "golpe", enquanto o pedido de impeachment de Marcelo Crivella, desafeto que surrou o Marcelo Freixo nas urnas, não é.
A moral pastosa é comum a todos eles e a cara de pau em ostentá-la por aí sem o menor constrangimento, idem.
A diferença, neste momento, é que o prefeitinho dos playboys de federal e da Zona Sul ainda não possui acusações criminais como seus chefetes do PT, já que a única coisa que administra, além do seu apartamento num bairro abastado, é a própria equipe de PMs que lhe fazem segurança particular, enquanto ele mesmo defende por aí o desarmamento e o fim dessa mesma PM para o resto da macacada.
Resumidamente, a moral deste cretino funciona assim: político de esquerda que sofre impeachment, sofre um golpe. Não importa o crime que tenha cometido.
Político, por pior que seja, que não é da patota e aplica nele uma verdadeira surra no bubuti em eleições diretas e livres, pode sofrer impeachment tranquilamente, ainda que a maior acusação contra ele seja "a turma da Praça São Salvador não gosta".
Pobre da cidade que cai na conversa de um malandro desse e o leva até um segundo turno. Não é a toa a situação do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

A velha estratégia da esquerda

O Marcelo Crivella herdou uma cidade falida do aliado do PT, Eduardo Paes. Mas a imprensa, lacaia da esquerda, está ignorando este fato para fazer contra ele uma de suas guerras de baixa intensidade que minam a reputação de alguém até destruir. O objetivo? Viabilizar o Marcelo Freixo.
O roteiro é o MESMO usado para levar o Lula até a presidência. Nada que não fosse o eterno candidato prestava, até que em 2002 conseguiram eleger o sapo barbudo. Estão apenas repetindo a fórmula para tentar eleger a Libélula do Leblon para prefeito do Rio.

As instituições estão funcionando


 Pode confiar.

terça-feira, 10 de julho de 2018

A imprensa dá ao PSOL a relevância que as urnas negam

A Folha, Estadao, Veja, Istoé, Época, etc., deveriam publicar a opinião do Levy Fidelix e do Eymael toda vez que repercutissem as idiotices que o Boulos fala. Até por questão de isonomia em relação aos candidatos com traço nas pesquisas.

O cara é agiota de mendigo que não consegue nem 1% nas pesquisas e ficam esses militantes travestidos de jornalistas tratando-o como se fosse uma espécie de condestável da República que deve ser ouvido sobre todas as questões relevantes do país.

Haja paciência.

A imprensa é o verdadeiro partido do Lula

O PT e a imprensa que o partido traz na coleira estão querendo transformar esse ano eleitoral numa disputa entre um presidiário que não pode ser candidato e um juiz que não quer ser.
Tudo isso para não admitir que as chances do Bolsonaro ser eleito aumentam a cada dia.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Ameace um juiz, mas não xingue nos estádios

É petista ameaçando o Moro, é deputado petista incitando a invasão da PF, mas a PGR/MPF está ocupada demais fiscalizando quem faz piada ofensiva, manda quilombola trabalhar ou grita "bicha" nos estádios.

domingo, 8 de julho de 2018

Os valores de Geraldo Alckmin

O Alckmin é um candidato que possui um conjunto de valores tão sólidos quanto uma gelatina, defendidos com a coragem do Salsicha do Scooby Doo.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Trump é odiado pela extrema-esquerda pelos seus sucessos, não pelos seus fracassos

Até agora o Trump vem sendo criticado por fazer o que presidentes de todos os outros países supostamente também deveriam: cuidar dos interesses do seu país e do seu povo. Se os demais fizessem isso, talvez nem existisse imigração ilegal.

O lugar do comunismo é a margem da lei

A Manuela D'Ávila não deveria ser interrompida numa entrevista, mas impedida de sequer falar na TV. O lugar do comunismo é, ao lado do nazismo, a lata de lixo da história reservada aos genocidas, e qualquer defensor de ambos não é um interlocutor respeitável e não merece ter voz.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Existe racismo reverso sim

Uma DJ branca foi agredida porque tocou uma música de Dona Ivone Lara numa festa.
Segundo a afrodoida criminosa que a atacou, "branco não pode".
Afro-warrior e supremacista branco só muda a cor da bosta, porque o fedor é o mesmo. Mas devemos esquecer o choque e a indignação ppr um momento e dar os parabéns aos militantes do sistema educacional brasileiro: sua bela obra está quase completa! Mais um pouco e o outro lado, de saco cheio, vai começar a responder e teremos uma guerra étnica no Brasil.
Viva a pedagogia do oprimido.
Aliás, errei. Preto racialista maluco não é totalmente igual branco racialista maluco, já que é notório o fato de afro-warrior nunca ser repudiado, esculachado, combatido, processado ou preso por isso, como deveria, pelo contrário, esses psicopatas que sofrem pelo que não viveram - afinal, a escravidão acabou há mais de cem anos - são incentivados por pilantras, covardes e idiotas úteis.


sábado, 23 de junho de 2018

Privado x Público


Por que diminuir o tamanho do Estado? Brincadeiras à parte, porque o Estado é, na maioria das vezes, inchado, lento, corrupto, caro e incompetente. O Estado é o Messi na seleção argentina.

terça-feira, 12 de junho de 2018

O presidente do mundo

O Trump não vencer o Nobel da paz este ano irá desmerecer todos os que já ganharam o Nobel da paz antes. Menos o Obama, que ganhou sem merecer mesmo.

sábado, 9 de junho de 2018

Saudades do jogo de comadres

É curioso observar muitos analistas e especialistas insistirem que o Bolsonaro não é novidade, como se novidade houvesse e como se, neste cenário formado, ele não fosse, de fato, uma quebra de continuidade no jogo de comadres entre tucanos e petistas.
Vai ver o problema é esse.