sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Que raios de "empoderamento" é esse?

Uma "jogadora" de vôlei transsexual se disse "atingida como ser-humano" por aqueles que afirmam que um homem, ainda que usando roupas de mulher, não deve participar de esportes de competição na categoria feminina.
Vejamos, trata-se real e inegavelmente de um ser-humano. Creio que todos com um cérebro funcional e um mínimo de decência não negariam que homem, mulher ou transsexual são seres-humanos dignos e credores do tratamento respeitoso que todo ser humano merece.
Dito isto, fica a pergunta: uma pessoa com ossatura masculina, musculatura masculina, compleição física totalmente masculina, vira mulher apenas porque "se identifica" como tal e recorre a transformações meramente estéticas e cosméticas para ficar parecido com uma mulher?

Eu respondo sem a menor dúvida: não.

O que este cidadão obtém ao se imiscuir num esporte feminino é toda a vantagem que seu corpo masculino confere. Basta ver qualquer resultado de esportes de alto nível: atletismo, tênis, vôlei, basquete, natação. Os tempos e marcas dos homens sempre são superiores ao das mulheres, porque - e quem não gostar brigue com a biologia - homens são mais fortes do que mulheres.
Em alguns esportes a discrepância é tanta que ou nem tem versão feminina digna de nota (futebol americano, por exemplo) ou a categoria feminina é tão defasada tecnicamente que fica impossível de assistir de tão chato(futebol, por exemplo).
Já em outros esportes como, na minha opinião, o tênis, o jogo feminino é muito mais legal de ver - isso não tem nada a ver com as pernas das jogadoras - porque os pontos são mais longos, as jogadas mais suaves e as bolas mais disputadas.
E como se não bastassem essas comparações, uma única constatação basta para acabar com essa história de "diversidade" nos esportes: alguma mulher que se veste como homem pede para lutar boxe contra homens? Jogar basquete ou vôlei contra homens? E se pedir, será que fica no time mais do que uma partida?
Logicamente que não, porque o normal é que seus resultados sejam dignos de uma segunda ou até terceira divisão masculinas.
O politicamente correto colocou na cabeça das pessoas que basta que elas se identifiquem com qualquer coisa, que elas se tornam aquilo. Assim uma condição psicológica que se desvia do normal é imposta a toda a sociedade.
Eu acho isso estapafúrdio, mas se alguém quiser se dizer um Fusca ou uma foca, problema dela. Só não dá para querer chegar num posto de gasolina e completar o bucho de combustível ou chegar num oceanário e pular no tanque.
Não é justo com as mulheres, que lutam por espaço nos esportes e em outros setores da sociedade, que passem a competir com homens até nas suas próprias categorias, em clara desvantagem e ainda por cima proibidas de reclamar, senão são acusadas de "intolerância".
Que raios de "empoderamento" é esse?
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