quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A esquerda é apaixonada pelo crime

Imagina viver nesse mundo em que esses justiceiros sociais, "especialistas", políticos de esquerda e ongueiros vivem?
Abrem a porta do banheiro para escovar os dentes de manhã e encontram um fascista lá dentro. Entram no elevador e o ascensorista é um supremacista branco. Um cachorro late na rua, eles olham e o bicho é a cara do Hitley.
Zombavam tanto da direita que "via comunistas debaixo da cama" que agora eles vêem forças de ocupação onde simplesmente existem soldados levando a lei e a ordem para pardieiros que eles mesmos criaram com sua política leniente em relação à ocupação irregular, ao combate ao crime, à punição de bandidos e às reais soluções para a zona de baixo meretrício que virou a sociedade brasileira.
Não existe mais o menor respeito pela lei, imensas zonas das grandes cidades são zonas liberadas para o crime, jovens cada vez mais novos são cooptados, a educação produz somente militantes e analfabetos funcionais, a justiça - com sua morosidade, suas mordomias absurdas e sua leniência com bandidos endinheirados - envia mensagens à toda a sociedade de que o crime compensa, a classe política se entrega à rapinagem e à marquetagem, ou seja, quem pensa em resolver o problema de verdade?
Aí quando algo, qualquer coisa, ainda que mal planejada, é feita, chega a OAB, as ONGs, os militantes do ministério público e de toga, os políticos que vivem da administração da miséria e sabotam, criticam, inviabilizam, insuflam as massas contra a própria libertação do crime.
Para eles a solução não é permitir o porte de arma, a ocupação de favelas pela força da lei, o endurecimento de penas, reduzir a maioridade penal, urbanizar palafitas.
Não, solução é permanecer no eterno ciclo palestra de sociólogo, oficina de artesanato da ONG, vestir branco e abraçar a lagoa, deixar o cidadão desarmado, bater em lata, dizer que tudo é culpa da "desigualdade" e falta de "justiça social".
Como sempre, querem combater diarréia com purgante. E o resultado é a c* que nós já conhecemos.
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