segunda-feira, 26 de março de 2018

Se preocupe agora, para não se arrepender depois

Se você ainda não está preocupado com o que pode acontecer com o Brasil, é melhor começar a ficar. A menos que more no exterior e não tenha planos de retornar.

O colapso da narrativa esquerdista junto aos cidadãos provocou uma exacerbação das suas posições em todos os níveis da sociedade. Não é segredo que jornais, TVs, artistas variados, professores, sindicalistas, ONGs, são todos de esquerda. De uns, sustentados pelos partidos esquerdistas, nem se espera isenção, de outros caberia ao menos fingir.

Mas não estamos em tempo de fingimento, eles precisam salvar sua ideologia falida e sua seita, o PT e seus satélites, do iminente desastre eleitoral. Ligue a TV e assista um noticiário ou programa de entrevistas, abra um dos grandes jornais, acesse um portal e o que verá é pura e simplesmente propaganda e desinformação.

Até comediantes e comentaristas esportivos entraram na onda.

Caso você não seja petista ou militante do PSOL, você é um branco, insensível, golpista, fascista, espalhador de fake news que não merece respeito, dignidade ou qualquer liberdade, seja de expressão, associação ou mesmo de defesa.

Nos últimos dias a obsessão é transformar a vereadora assassinada Marielle Franco numa espécie de Che Guevara dos Arcos da Lapa. É a companheira da Marielle, a ligação do Papa para a família da Marielle, o grafite em homenagem à Marielle, o rap sobre a Marielle, o programa de debates falando da Marielle, o documentário contando a vida da Marielle. Em breve aguardo o álbum de figurinhas da Marielle.

A tragédia, que serviu de palanque, agora serve para setores esquerdistas na imprensa promoverem uma agenda política sem pudor. 

Gente muito preocupada com "empatia", mas que, por exemplo, deseja a morte do deputado Jair Bolsonaro diariamente.

Gente chocada com a chuva de ovos (sem trocadilhos) com a qual Lula é recebido nas cidades do Sul, mas que comemorou quando João Doria e o próprio Bolsonaro foram atacados com ovos por militantes de esquerda.

Gente que não aceita que alguém além dos terroristas do MST feche estradas para impedir que um desafeto passe.

Gente que agora acusa todo mundo de ser "robô", mas esquece que a campanha de Dilma Rousseff pagou, em 2014, com dinheiro sujo, empresas para infestarem as redes com robôs e atacar desafetos.

Gente que está inconformada com "milícias de fascistas" que os vaiam nas ruas, mas pagam, novamente com dinheiro sujo, leões de chácara e capangas para espancar opositores nas ruas. Leões de chácara e capangas que não sabemos nem se são brasileiros ou cubanos e venezuelanos importados para aplicar no Brasil os mesmos métodos de Nicolás Maduro na Venezuela.

Gente que fala mal de juízes de primeira e segunda instância, que condenam e prendem criminosos independente de partido, mas que comemoram quando togas companheiras no STF se ajoelham e beijam os pés de um condenado, chefe do maior esquema de roubalheira da história, porque este é líder do seu partido, da sua seita de degenerados.

Gente que anda promovendo boicote à Netflix por causa de uma série que desagrada seus chefões, mas que chamou de "fascismo" quando cidadãos boicotaram uma exposição com cenas de pedofilia e zoofilia.

O que a esquerda mais quer é isso. Eles podem atirar ovos, agredir, cercear, censurar, condenar, prender, cassar, boicotar, banir, proibir. Os demais só podem se calar ou fugir.

É por isso que você deve se preocupar. 

O país está numa encruzilhada: eles não são mais o que eram, mas ainda não foram totalmente derrotados. Se voltarem, não terão o mesmo pudor em tomar de você qualquer direito que eles achem que você não merece.

Sim, esta é uma guerra. E sim, você não pode nem pensar em perdê-la.

sexta-feira, 16 de março de 2018

A esquerda não respeita nem os seus

Por questão de respeito resolvi esperar pelo menos um dia para dizer qualquer coisa sobre a vereadora do Rio de Janeiro, morta  por bandidos na quarta-feira, 14 de março. 

Respeito que, aliás, seus próprios companheiros de partido não tiveram, correndo para montar um showmício onde seria o velório e um palanque sobre o seu ataúde.

A moça nem bem tinha sido executada barbaramente e já pululavam nas redes sociais manifestações de políticos, militantes, artistas, jornalistas e sub-celebridades de esquerda, todos acusando os "coxinhas paneleiros", o "golpe" ou a "intervenção" por terem assassinado uma "mulher, negra, favelada, etc.", como se o sexo, a cor da pele ou o local de origem fizessem diferença.

Mas, pensando bem, fazem sim. Policiais vem sendo mortos no Rio de Janeiro como se estivessem na Síria, pessoas são vitimadas diariamente pelos mais variados e aterradores tipos de crimes. Nessa semana mesmo, em que morreu a vereadora, um vídeo mostra o desespero de uma criança de 5 anos ao ver seu pai sendo assassinado na sua frente.

Não houve por eles nenhum pranto da imprensa, da UNICEF, da OAB, de presidentes e ministros de tribunais, de celebridades ou qualquer outro membro desta récua que habita o assim chamado "andar de cima" do país.

Partidos e jornais que chamam um estuprador pego no ato, em cima da vítima, de "suspeito", prontamente apontam dedos e concluem o que houve com a política do PSOL. Políticos de esquerda, sempre contra penas mais severas, contra a redução da maioridade penal, contra um endurecimento no combate ao crime, agora pedem "punição exemplar".

Nenhum "suposto", tudo muito definitivo. Em menos de 24 horas.

Quem dera essa justa indignação investigatória e punitiva estivesse aqui para desvendar o assassinato dos prefeitos Celso Daniel e Toninho do PT ou para lidar com os monstros que mataram Liana Friedenbach e Felipe Caffé.

Quem dera essa disposição para tratar criminoso como tal já existisse horas antes do crime que matou a vereadora do PSOL, quando o jornal El País estampou em suas páginas uma entrevista na qual o traficante e assassino Nem da Rocinha, com pose de especialista, oferecia conselhos à sociedade sobre como lidar com a bandidagem e a política em relação às drogas.

Quem quiser investigar mesmo o que aconteceu, deve ficar ciente de que não se faz campanha em nenhuma favela do Rio de Janeiro sem a autorização dos traficantes. Investiguem a polícia sim, mas verifiquem também, só para não dizer que já tem um culpado escolhido previamente, de onde vinham autorizações e financiamentos para a campanha do PSOL na Maré. Não custa aparar todas as arestas.

Finalizando, a esquerda, já combalida eleitoralmente, precisava de um cadáver. Ninguém é tão especialista em subir nos mortos para olhar o mundo de cima quanto eles.

O que fizeram com essa moça, transformando sua tragédia e a da sua família em comício, não é só lamentável, mas asqueroso.

Esse caso prova que estamos lidando com psicopatas. A esquerda não foi capaz de conceder 24 horas de respeito antes de fazer proselitismo político. Não conseguiram respeitar nem um dos seus, já que não respeitam e nem se importam com mais ninguém. Essa gente é perigosa e ruim na sua essência.

Esta é a nossa maior tragédia.

segunda-feira, 5 de março de 2018

2018 pode fazer muita gente quebrar a cara

Tempo de TV, apoio partidário, capilaridade e alianças são importantes? São. Resolvem o problema sozinhas? Não mesmo.

A afirmação que tomou conta da análise política nesse início de 2018 decreta que, uma vez iniciada a campanha de verdade e a máquina governamental e partidária for colocada em movimento, a candidatura de Jair Bolsonaro será moída e triturada.

A experiência mostra que os que acreditam nessa tese não estão totalmente errados e nem são necessariamente mal intencionados - ainda que muitos sejam ambos - porém convém lembrar que este não é um ano como qualquer outro.

O sistema político está falido, as instituições desacreditadas, os partidos nunca estiveram tão desacreditados, mesmo para níveis brasileiros, e as maiores lideranças políticas do país são investigações criminais, denúncias, inquéritos e condenações ambulantes.

O PSDB, que sempre herdou por inércia os votos anti-PT, perdeu o protagonismo e se vê às voltas com líderes encrencados nas páginas policiais ou então sem carisma e arrastando as correntes de décadas em cargos eletivos.

O PMDB é o que sempre foi: um condomínio de políticos de matizes ideológicas e éticas completamente díspares, que se dedica a comercializar tempo de TV, controlar prefeituras e governos estaduais, além de montar uma base no Congresso que o coloque na condição de atacadista no mercado de votos.

A esquerda se divide em criminosos condenados, lunáticos irrecuperáveis e chefes de bandos proto-terroristas que assustam qualquer um que não considere a Marilena Chauí uma reencarnação feminina de Aristóteles.

Dito isto, e passando aos nomes, muita gente boa acha que uma chapa Alckmin-Meirelles, com o apoio do PMDB e do DEM seria imbatível, pois uniria experiência, um aceno ao mercado e uma estrutura partidária que, para quem vê de fora, parece um Bulldozer.

Mas para quem anda animadinho achando que tempo de TV e estrutura partidária são tudo (são muito, mas não tudo), trago más notícias.

Na primeira eleição pós-redemocratização, o candidato do PMDB, Ulysses Guimarães, contava com nada menos do que 22 minutos diários na TV. Seu partido possuía maioria nas duas casas do Congresso, 22 dos 23 governadores de então e uma infinidade de prefeituras.

Com tudo isso conseguiu apenas 4,73% dos votos, ficando na sétima colocação.

O país também tinha um governo altamente impopular e o espírito das ruas era o mesmo de 2018: mudança. É por isso que as chaves analíticas aplicadas de 1994 até aqui podem fazer muita gente quebrar a cara. 

Se tem um ano perigoso para quem planeja montar alianças heterodoxas, expor prontuários num palanque e apelar para marqueteiros que convençam o eleitor de que "mais do mesmo" é melhor do que qualquer outra coisa, esse ano é 2018.

Está tudo muito no início, mas tem muita gente que pode estar perto do fim.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Saldo da justiçagem social: o apartheid volta para a África do Sul

Fazendeiros brancos da África do Sul correm o risco de perder suas terras sem indenização por conta de um confisco baseado exclusivamente na cor das suas peles.

Esse é o "empoderamento" que todo afro-warrior parece sonhar aplicar no resto do mundo.

Uma corrente marxista-leninista, composta por racistas, chegou ao poder no país recentemente e a primeira providência que tomou foi realizar uma votação no parlamento determinando o confisco de "terras brancas".

Julius Malema, político radical e propositor da emenda constitucional, declarou: "a reconciliação acabou, agora é a hora do justiçamento". 

E todos nós sabemos do que essa gente é capaz.

Este é o mesmo político que declarou, em 2016, que não estava pedindo "o massacre de brancos" e emendou "pelo menos não agora".

Caso essa medida seja mesmo posta em prática, é grande a chance de acontecer na África do Sul o mesmo que aconteceu no Zimbábue, onde fazendeiros brancos perderam suas terras apenas para vê-las incendiadas e tornadas improdutivas na sanha vingativa dos "reparadores".

O resultado foi que o país, que era o mais produtivo na agricultura no continente, viu sua produção cair drasticamente e a polêmica reforma agrária, iniciada em 2002, mergulhou o Zimbábue num colapso econômico e político.

Para se ter uma idéia, o relatório do Programa Alimentar Mundial (PAM) de 2012, estimou que cerca de 1,6 milhões de zimbabueanos  iriam necessitar  de  ajuda  alimentar durante a  última estação seca, de Janeiro a Março de 2013.

É por isso que tudo tem limite. Igualdade não é o direito de um ofender enquanto o outro é obrigado a se calar. Reparação não é repetir erros do passado num ciclo de vingança que, se perpetuado, voltará a atingir todos no futuro.

Toda vez que você ouve, sem reagir, um negro que namora uma branca ser chamado de "palmiteiro", alguma mulher de cabelo encarapinhado tentar "ofender" uma branca como forma de se auto-afirmar, algum militante de movimento negro dizer que "branco tem que morrer", "branco fazendo está branquisse" ou "isso não é para branco", cada vez que você cede ao radicalismo racial por pena ou por uma culpa que você nem deveria ter, é esse tipo de sectarismo que você está alimentando.

Quanto aos fazendeiros da África do Sul, quem os ajudará? 

Já que o mundo está ocupado demais cedendo a todo tipo de maluquice e radicalismo causados pela culpa que malucos e radicais impuseram sobre ele com a chantagem emocional promovida pela imprensa, formadores de opinião e pelo sistema educacional ideologicamente aparelhado?

Ser solidário e alertar as pessoas é uma opção, mas só isso já não basta.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Os cidadãos do mal?

Não sei se vocês já perceberam a tendência, mas eu estou de olho já faz tempo.
Jornais, portais, formadores de opinião, políticos e palpiteiros de esquerda gostam de se referir ao "cidadão de bem" ou à "família tradicional" de forma depreciativa ou, mais ainda, como uma depreciação em si.
Toda hora aparece uma daquelas ironias mal feitas - eles só são bons em assaltar cofres e promover fome e pobreza - tentando passar a idéia de que uma pessoa que se diga "de bem" ou "de família" na verdade não presta, é hipócrita, corrupta enrustida, etc. Como se bons valores fossem apenas uma espécie de prisão imaginária da qual aquele cidadão vai se libertar um dia, talvez para se transformar em outro esquerdista pilantra e degenerado.

Parece que nasceram todos de chocadeira e que a lei, a ordem e os sensos de ética e moral são apenas obstáculos para sua felicidade suprema.
O fato é que só um degenerado mental e moral, um lacaio de bandidos, um imbecil fundamental, um proto-delinquente que apenas espera uma chance para virar um delinquente propriamente dito, além de marginais e picaretas incorrigíveis podem considerar a expressão "cidadão de bem" como ofensa.
Para todos os demais é elogio.