quinta-feira, 1 de março de 2018

Os cidadãos do mal?

Não sei se vocês já perceberam a tendência, mas eu estou de olho já faz tempo.
Jornais, portais, formadores de opinião, políticos e palpiteiros de esquerda gostam de se referir ao "cidadão de bem" ou à "família tradicional" de forma depreciativa ou, mais ainda, como uma depreciação em si.
Toda hora aparece uma daquelas ironias mal feitas - eles só são bons em assaltar cofres e promover fome e pobreza - tentando passar a idéia de que uma pessoa que se diga "de bem" ou "de família" na verdade não presta, é hipócrita, corrupta enrustida, etc. Como se bons valores fossem apenas uma espécie de prisão imaginária da qual aquele cidadão vai se libertar um dia, talvez para se transformar em outro esquerdista pilantra e degenerado.

Parece que nasceram todos de chocadeira e que a lei, a ordem e os sensos de ética e moral são apenas obstáculos para sua felicidade suprema.
O fato é que só um degenerado mental e moral, um lacaio de bandidos, um imbecil fundamental, um proto-delinquente que apenas espera uma chance para virar um delinquente propriamente dito, além de marginais e picaretas incorrigíveis podem considerar a expressão "cidadão de bem" como ofensa.
Para todos os demais é elogio.
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