sexta-feira, 2 de março de 2018

Saldo da justiçagem social: o apartheid volta para a África do Sul

Fazendeiros brancos da África do Sul correm o risco de perder suas terras sem indenização por conta de um confisco baseado exclusivamente na cor das suas peles.

Esse é o "empoderamento" que todo afro-warrior parece sonhar aplicar no resto do mundo.

Uma corrente marxista-leninista, composta por racistas, chegou ao poder no país recentemente e a primeira providência que tomou foi realizar uma votação no parlamento determinando o confisco de "terras brancas".

Julius Malema, político radical e propositor da emenda constitucional, declarou: "a reconciliação acabou, agora é a hora do justiçamento". 

E todos nós sabemos do que essa gente é capaz.

Este é o mesmo político que declarou, em 2016, que não estava pedindo "o massacre de brancos" e emendou "pelo menos não agora".

Caso essa medida seja mesmo posta em prática, é grande a chance de acontecer na África do Sul o mesmo que aconteceu no Zimbábue, onde fazendeiros brancos perderam suas terras apenas para vê-las incendiadas e tornadas improdutivas na sanha vingativa dos "reparadores".

O resultado foi que o país, que era o mais produtivo na agricultura no continente, viu sua produção cair drasticamente e a polêmica reforma agrária, iniciada em 2002, mergulhou o Zimbábue num colapso econômico e político.

Para se ter uma idéia, o relatório do Programa Alimentar Mundial (PAM) de 2012, estimou que cerca de 1,6 milhões de zimbabueanos  iriam necessitar  de  ajuda  alimentar durante a  última estação seca, de Janeiro a Março de 2013.

É por isso que tudo tem limite. Igualdade não é o direito de um ofender enquanto o outro é obrigado a se calar. Reparação não é repetir erros do passado num ciclo de vingança que, se perpetuado, voltará a atingir todos no futuro.

Toda vez que você ouve, sem reagir, um negro que namora uma branca ser chamado de "palmiteiro", alguma mulher de cabelo encarapinhado tentar "ofender" uma branca como forma de se auto-afirmar, algum militante de movimento negro dizer que "branco tem que morrer", "branco fazendo está branquisse" ou "isso não é para branco", cada vez que você cede ao radicalismo racial por pena ou por uma culpa que você nem deveria ter, é esse tipo de sectarismo que você está alimentando.

Quanto aos fazendeiros da África do Sul, quem os ajudará? 

Já que o mundo está ocupado demais cedendo a todo tipo de maluquice e radicalismo causados pela culpa que malucos e radicais impuseram sobre ele com a chantagem emocional promovida pela imprensa, formadores de opinião e pelo sistema educacional ideologicamente aparelhado?

Ser solidário e alertar as pessoas é uma opção, mas só isso já não basta.
0 Comentários