quinta-feira, 12 de julho de 2018

As faces da ruína do Rio de Janeiro



Ninguém se mete com Brizola, Garotinho, Sérgio Cabral, Saturnino Braga, Luiz Fernando Pezão, Rosinha, Benedita da Silva, entre outros, impunemente. O Rio de Janeiro é o retrato do rebotalho que o governa há décadas.
E o Marcelo Freixo talvez seja um dos personagens políticos mais hipócritas, desonestos intelectualmente e pilantras ideológicos do país. Não é coincidência que outro personagem deletério como ele, o Guilherme Boulos, seja do mesmo partido.
O PSOL é um PT para eleitores que não aprenderam nada e malandros de esquerda que são capazes de tudo.
Daí a falta total de pudor em dizer que o impeachment da mentirosa violadora de leis, porém filiada à nave mãe da qual o PSOL é linha auxiliar, Dilma Rousseff, era "golpe", enquanto o pedido de impeachment de Marcelo Crivella, desafeto que surrou o Marcelo Freixo nas urnas, não é.
A moral pastosa é comum a todos eles e a cara de pau em ostentá-la por aí sem o menor constrangimento, idem.
A diferença, neste momento, é que o prefeitinho dos playboys de federal e da Zona Sul ainda não possui acusações criminais como seus chefetes do PT, já que a única coisa que administra, além do seu apartamento num bairro abastado, é a própria equipe de PMs que lhe fazem segurança particular, enquanto ele mesmo defende por aí o desarmamento e o fim dessa mesma PM para o resto da macacada.
Resumidamente, a moral deste cretino funciona assim: político de esquerda que sofre impeachment, sofre um golpe. Não importa o crime que tenha cometido.
Político, por pior que seja, que não é da patota e aplica nele uma verdadeira surra no bubuti em eleições diretas e livres, pode sofrer impeachment tranquilamente, ainda que a maior acusação contra ele seja "a turma da Praça São Salvador não gosta".
Pobre da cidade que cai na conversa de um malandro desse e o leva até um segundo turno. Não é a toa a situação do Rio de Janeiro.
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