quinta-feira, 16 de agosto de 2018

A internet amordaçada


Para você entender a razão do desespero da turma do esquemão para censurar a internet.

O Rio é um deserto

A eleição para o governo do Rio de Janeiro é um deserto moral. E onde não é um deserto moral, é um deserto intelectual. E onde não é um deserto nem moral e nem intelectual, é um deserto mental.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

A bolha da imprensa

Ontem consegui assistir 2 minutos da GloboNews: uma apresentadora concordando com o Guga Chacra que concordava com a apresentadora sobre alguma visão de mundo totalmente da bolha jornalística e sem o menor respaldo no mundo real.

Na hora pensei: passam o dia falando para eles mesmos.

A união da esquerda brasileira

Uma seita que idolatra um presidiário, um Napoleão de hospício, um cafetão de mendigo de meia idade que pensa ser um estudante rebelde da Cefet e uma comunista quase quarentona com a idade mental de uma fã de banda coreana que gosta de passear na Disney.
É a isto que a esquerda brasileira ficou reduzida.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

A esquerda não quer combater o crime, mas cafetinar as vítimas

- Sou contra assalto.
- Beleza, vamos punir o assaltante.
- NÃÃÃOOO ISSO NÃO RESOOOOLVE!
- Sou contra o estupro.
- Beleza, vemos punir o estuprador.
- NÃÃÃOOO ISSO NÃO RESOOOOLVE!

De um lado pessoas defendendo punição severa e imediata para estupradores. De outro, pessoas que preferem debater um pouco mais e lançar hashtag.

Não é difícil descobrir quem realmente quer fazer algo a respeito e quem está afim de lucrar em cima da miséria alheia (para variar).

A esquerda não é só canalha, é burra mesmo. Não necessariamente nesta ordem.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Redes sociais: o jornalista, o confeiteiro e o ativista


O jornalista americano Glenn Greenwald é uma espécie de Dr Jekyll and Mr Hyde da imprensa. Sua atuação nos EUA é realmente isenta. Ainda que de quase clara preferência pessoal pelos democratas, já o vi escrevendo artigos e tuítes onde desanca o partido de Hillary Clinton e reconhece méritos nos republicanos.
Ele demonstra, com rara percepção, hipocrisias e incoerências de parte a parte. Isso no seu país. Quando chegamos ao Brasil, onde reside com um parceiro que não por acaso é um vereador do PSOL ligado ao movimento gay, sua atuação deixa de ser a de jornalista e passa a ser de militante. Todos os clichês da esquerda tupiniquim - desde chamar o impeachment de Dilma Rousseff de "golpe" até considerar Lula um "preso político" - estão presentes em sua atuação, o que, na minha opinião, o desqualifica como alguém isento o bastante para ser levado a sério. Recentemente, nos episódios de expurgo que a esquerda que domina as grandes empresas de tecnologia como o Google, Facebook e Twitter, praticou contra personalidades e agências de direita, Glenn demonstrou claramente seu lado Dr Jekyll and Mr Hyde. Ao passo em que, corretamente, alertou para os perigos de permitirmos que companhias com suas pessoas e algorítimos decidam o que é ou não "discurso de ódio", e que seja tolerado que estas possam anular a existência digital de alguém, o americano comparou tal prática à dos confeiteiros americanos que se recusam a fazer bolos para "casamentos" gays. Segundo Greenwald, se alguém acha que é direito de um confeiteiro, por razões pessoais, se negar a fazer um bolo, também deve achar normal que o Facebook, o YouTube, o Twitter ou o Google censure pessoas por razões políticas. É um absurdo tão grande que dispensa explicações mais longas. Então o cara compara gigantes da tecnologia que influenciam a percepção de milhões de pessoas, podendo manipular eleições e determinar narrativas que impactarão toda a sociedade, com um sujeito que não quer fazer um bolo? Como se, tal qual uma confeitaria, tivesse um pequeno Facebook em cada esquina? Convenhamos, só mesmo uma mente militante pode achar que tal comparação não é estapafúrdia e falaciosa. Ninguém necessita de um bolo daquela exata confeitaria. Mas uma pessoa ou grupo que tem sua existência suprimida da rede mundial de computadores por parte de empresas que se tornaram tão grandes, que passam a ter interesse público, simplesmente desaparece caso nada seja feito para protegê-lo de tal morte ou degredo virtual. Isso nada mais é do que (mais) uma tentativa de contrabandear pautas do politicamente correto para debates sérios sobre a liberdade de expressão - e dos limites que empresas de tecnologia terão ao lidar com a existência virtual das pessoas - que deverão ser enfrentados mais cedo do que se pensa. E é esse pessoal que adora falar em "falsa equivalência".

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Todos contra Bolsonaro

Tá bonito ver a imprensa TODA bancando coach de debate dos adversários do Bolsonaro, especialmente o Alckmin. Deixou de ser uma torcida aberta, passou a ser uma colaboração disfarçada e agora virou coisa de cabo eleitoral e marqueteiro mesmo. Todos contra um.

Para acabar de vez com a censura dos esquerdistas que dominam as redes sociais

Imagine essa situação: um juiz aplica lei mandando o Facebook restabelecer página tal até que haja ampla defesa. Estabelece multa diária e retirada do site do ar em todo o país até que se cumpra. Vamos ver quantos dias de prejuízo sem impulsionamento eles e os acionistas suportam.
Quem detém mais poder hoje? A Apple, o Facebook ou o governo de Tuvalu? Quem pode atingir mais diretamente a vida das pessoas? O Google, o Twitter ou a prefeitura de Nice? Essas empresas precisam se submeter a leis sim. Quem não quiser que vá montar uma barraca de fruta na praça.

Uma historinha para sua reflexão

Um rapaz que conheço e trabalha de office-boy estava presente numa briga na qual um indivíduo foi morto. O assassino confesso o inocentou, duas testemunhas o inocentaram, outros dois envolvidos já morreram (estavam metidos com o crime) e esse rapaz é pai de três filhos.
Pois bem, com tudo isso, algum juizão zeloso resolveu emitir um mandado de prisão preventiva contra ele. Está há mais de mês no sistema penitenciário do RJ. Já levou uma surra dos agentes, ficou sem andar, tiveram que contrabandear antibióticos para que não morresse, mas piora.

O julgamento, no qual o advogado diz que ele muito provavelmente será exonerado imediatamente, dado o que consta nos autos, vem sendo adiado e o rapaz está desesperado. Sem contato com a sua família e misturado no meio dos marginais de verdade, que chegaram a ficar com pena dele.
Finalizo com uma informação que todos sabemos, mas não custa lembrar: José Dirceu, marginal condenado, está livre e permanece articulando maneiras de interferir numa eleição presidencial.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

A extrema-esquerda censura as redes sociais, o que fazer?

Depois de perfis do MBL e de quase todo o conteúdo online do site americano de direita InfoWars ser eliminado, o Twitter iniciou um expurgo contra perfis conservadores alegando "atividade suspeita".

Lembre-se que estas mesmas redes sociais, dominadas por radicais de extrema-esquerda, abrigam normalmente perfis do Comando Vermelho, do PCC e de psicopatas e marginais petistas que pedem abertamente, inclusive, o assassinato de juízes. 

Um lado pode tudo e o outro não pode nada. Esse é o sonho da esquerda, essa doença moral que se abate sobre a civilização humana.

Você queria uma distopia? Pronto, está aí o belo ensaio geral de uma. O mundo foi transferindo sua existência para uma extensão do mundo online. Suprima a existência online e pessoas virtualmente somem. Entregue esse poder para justiceiros sociais da extrema-esquerda e observe.

Se nada for feito, sem pudorzinho ou meio termo, mas com a rapidez e a força que a situação exige, o pensamento único que lentamente ia sendo minado não será apenas um pensamento único, mas a lei. o pensamento único que lentamente ia sendo minado não será apenas um pensamento único, mas a lei.


Eles não adoram Estado? Então, vamos dar Estado pra eles: leis regulamentando tecnologia/redes sociais e critérios para censura/direito de defesa/de resposta. A zombaria contida em afirmações como "ué, não gosta do mercado?", pode ser revertida para "ué, não queria mais Estado?".

A palhaçada precisa terminar já.

A imprensa esquerdista é desonesta e burra


Manchete Chamativa: MULHERES TRABALHAM MAIS HORAS QUE HOMENS. Corpo da notícia: mulheres passaram a trabalhar 34 horas, contra 30 horas antes. Homens passaram a trabalhar 44.8 horas contra 45.5 antes. O requisito pra trabalhar na imprensa esquerdista é ser desonesto E estúpido.

Entre o pedágio ideológico e a "simonalização"


A Rede Lacre

Em breve nas manhãs da Globo: "O excessivo preconceito contra cenas de sadomasoquismo no almoço do Dia das Crianças - Entenda e se eduque mais hoje, às 10:00, no Programa Lacre Matinal".

Pelo fim da gourmetização




O ser humano gosta de ser enganado. Outro dia vi uma "pipoca artesanal e orgânica" embalada a vácuo. Agora o bom e velho FILTRO DE BARRO virou um "Fresh Vittro", que "introduz vibrações positivas na água por meio das palavras Amor e Gratidão gravadas no barro". A diferença de um filtro de barro para um "Fresh Vittro" (assim mesmo, com dois Ts, igual Pablo Vittar)? Dois mil, setecentos e quarenta e seis reais. Não me entenda mal: a pessoa gasta o dinheiro dela com a porcaria inútil que quiser, até mesmo shows do Chico Buarque, mas vão gostar de ser enganados assim lá na China. A gourmetização vai acabar com a sociedade ocidental. 😛😜

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Como lidar com aproveitadores

Sabe essa turminha que se fez como profissional do anti-petismo, travestindo-se de "direita" para vender livros, palestras, artigos e assinaturas, mas que hoje é contra Jair Bolsonaro, o único candidato de direita a concorrer na eleição de 2018?

Então, faça o seguinte:

Votou/fez campanha/propagou narrativa do Alckmin, Marina, Amoedo? Respeite. É direito da pessoa. Mas depois da eleição, quando vier te pedir para assinar o bloguinho, a coluninha ou comprar o livrinho, exerça o SEU direito e mande o (a) malandro (a) oferecer lá no Brasil 247 ou na Carta Capital. 

Resolvido.

domingo, 5 de agosto de 2018

Erre, erre mais, PT

Insistir na candidatura do Lula é um erro? Sim. mas do ponto de vista imediato catalisa o que sobrou do petismo e reúne, num bunker imaginário, quem, por interesses escusos ou burrice, ainda se dispõe a defender este condomínio de pilantras e cretinos.
Só que essa insistência em se amarrar ao destino do presidiário irá prejudicar bastante o PT e a esquerda no longo prazo. Lideranças, que já eram poucas, estão presas ou são fracas demais para enfrentar o "nhonhô" que traz todos na rédea curta. Impede-se assim uma renovação.
Do meu ponto de vista isso é maravilhoso. Espero que o PT erre bastante, erre muito, até, de preferência, acabar. Nada seria melhor para o Brasil do que o PT ser reduzido ao que sobrou do comunismo na Europa.
Nada seria tão salutar para o resgate de alguma civilização no Brasil do que ver desmontada toda essa estrutura partidária, sindical, social, que sustenta e se alimenta do lulopetismo e e que esses cafetões de mendigo fossem assombrar outra freguesia.

sábado, 4 de agosto de 2018

Terrorista não tem "lugar de fala"

Não acredito sinceramente que assaltante de banco e gente que explodia bomba em aeroporto tenha a menor moral para falar em democracia, cidadania ou direitos humanos.

Por que querem matar o Paulo Guedes?

Em 2010 e 2014, quando a petista Dilma Rousseff foi candidata a Presidência da República, nenhum jornalista parecia se importar com o fato de que um voto nela significaria também um voto em Michel Temer, velho conhecido do velho PMDB. O vice foi tão ignorado durante as campanhas, que os militantes de esquerda aparentemente foram pegos de surpresa quando o pedido de impeachment da presidente foi aceito e eles descobriram que tinham votado nele também.

Digo isso porque é bastante estranha essa obsessão pela saúde – tanto política quanto física – do já apontado Ministro da Economia de um eventual governo Jair Bolsonaro, o economista Paulo Guedes.

Tanto na entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, quando na sabatina da GloboNews, não foi apenas uma pergunta desinteressada, dessas para “encher linguiça”, mas várias e insistentes inquirições sobre “qual é o plano B para o caso do Paulo Guedes adoecer?” ou “O que o presidente Bolsonaro fará caso o Paulo Guedes não esteja mais no governo?”.

Fica a pergunta: o que acontecerá com o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, caso o time de economistas do mercado financeiro reunidos por ele numa equipe resolva que é melhor recolher os dividendos e passar férias num resort no Caribe, ao invés de lidar com contas como, digamos, do dinheiro da merenda escolar? O que aconteceria caso o Ciro Gomes fosse finalmente recolhido a uma instituição e seja lá quem for seu vice assumisse? E se a Marina Silva terminasse a fotossíntese e virasse uma libélula? O Eduardo Jorge seria um bom nome para fumar, quer dizer, conduzir a Presidência? Poderia continuar aqui oferecendo exemplos indefinidamente, mas a idéia não é essa.

A idéia é chamar a atenção para este comportamento cada vez mais bizarro da imprensa, sempre perguntando para o candidato Jair Bolsonaro quais são seus planos A, B e C para o caso do seu ministro da economia “faltar”, enquanto os demais apenas desfiam platitudes formuladas em grupos de foco de pesquisas de mercado e deixam de explicar seus imensos passivos, inclusive criminais, por exemplo.

E agora que parece cada vez mais encaminhado o nome do príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança para vice na chapa de Bolsonaro, me pergunto qual será a próxima dúvida relevante da imprensa militante do Brasil. Se Jair Bolsonaro renunciar ou sofrer impeachment o vice assume e o país retorna à monarquia? Não ria, eles não conhecem o senso do ridículo.

Deixem o Paulo Guedes viver, minha gente. Façam-me o favor.

Gilmar, Toffoli e a imprensa

Se o jornalismo brasileiro fosse mesmo investigativo e confrontador, doa a quem doer, a mesada do Toffoli e o contubérnio do Gilmar Mendes com empresários e investigados estaria nas primeiras páginas todos os dias até ambos caírem.

O jornalismo é um cadáver em decomposição

O jornalismo mundial morreu durante a idolatria subserviente de fanboy nos pavorosos anos Obama. O que presenciamos hoje é apenas o seu cadáver em decomposição.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

O voto em Alckmin

amos ser bem claros: quer votar no Alckmin? Vote. Direito seu. Mas não diga que é por decência ou "gestão". Esse cara se juntou mais ou menos com o mesmo entulho que só pulou fora da Dilma quando o Titanic já estava de bunda pro alto.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Pela extinção de certas faculdades públicas

O governo deveria cortar todas as bolsas e a grande maioria das verbas federais para faculdades de humanas e concentrar os parcos recursos dos combalidos cofres nacionais para cursos que sejam realmente úteis para a sociedade.
Faculdade de humanas primeiro derrete os circuitos do cérebro capazes de fazer pensar e depois instala um chip de militante que transforma o sujeito num inútil quase perpétuo.
Pode cursar, longe de mim querer proibir, mas faça-o com o seu dinheiro.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Homens do povo

Na imprensa: "Um jantar reuniu anteontem 250 convidados — 5 mil reais por cabeça — na Casa Fasano, em São Paulo. Foram ouvir Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e João Amoêdo."
Com certeza três cidadãos que estão preocupados com as prestações, as férias e o vale refeição do brasileiro comum.